Nascido de uma parceria entre a PSA e a Toyota, que deu também origem ao Citroën C1 e ao Toyota Aygo, o Peugeot 107 veio colocar-se abaixo do 206 e preencher um espaço vazio no segmento dos citadinos. Apresenta-se numa gama simplificada, apenas com um motor a gasolina de 1,0 litros e 68 cv e um Diesel de 1,4 litros e 54 cv, duas carroçarias, e muito pouca personalização.
O motor Diesel é naturalmente mais económico, mas também muito mais limitado na sua utilização, por apresentar prestações bastante modestas. A insonorizarão é mediana em ambos, mas pior no Diesel. O motor 1.0 da Toyota mostra-se sempre muito vivaz e capaz de locomover o 107 com desembaraço. Apresenta também menor propensão para despesas de manutenção, por ser mais simples.
O 107 é bastante simples na sua concepção, com um interior espartano, uma boa posição de condução, uma ergonomia melhorável, uma boa dinâmica e uma suspensão de acerto algo firme.
Principais problemas e avarias
A cambota pode apresentar problemas de lubrificação, originando um ruído estranho no motor. Algumas unidades com desgaste prematuro da embraiagem. Nos modelos fabricados entre 2005 e 2009 há relatos de bloqueio do pedal do acelerador.
Peugeot 107
6.6Avaliação
0Utilizadores(0 Votos)
Pros
Comportamento dinâmico Prestações do motor 1.0 Solidez
Contras
Conforto<br
Prestações do motor Diesel<br
Equipamento<br
Sumário
O Peugeot 107 é um dos melhores citadinos que podemos encontrar no mercado de usados. Curva bem, é despachado, muito fácil de conduzir e bem construído. A mecânica é fiável.
Ao falar do segmento dos utilitários há nomes que de imediato surgem à memória e o Opel Corsa é um deles. Presente no mercado desde os anos 80, o Corsa já vai na quinta geração e esta representa um sólido salto qualitativo face à anterior.
Esteticamente bem diferente do seu antecessor, este Corsa reflete também o trabalho profundo que a Opel fez no seu utilitário, melhorando vários aspetos que reforçam a sua competitividade.
Assim, o interior surge muito mais apelativo, tanto no desenho como nos materiais utilizados que são de melhor qualidade e melhoram a noção de solidez. O espaço interior é generoso e a bagageira com os seus 285 litros de capacidade está perfeitamente dentro dos valores do segmento.
Em termos de conforto este Opel revela uma suspensão algo firme o que não o favorece, mas a insonorização está muito mais eficaz que na geração anterior. A direção é leve, o que facilita as manobras, mas mostra-se algo vaga na informação que fornece ao condutor. O comportamento dinâmico é sóbrio e equilibrado mostrando-se eficaz quando as estradas se tornam mais sinuosas.
Motores
A gama de motores começa nas opções a gasolina com o mais antigo 1.2 com 70 cv, passando para o 1.4 com 90 cv, o 1.4 Turbo com 101 cv, o 1.0 Turbo com 116 cv e o mais desportivo 1.6 Turbo com 207 cv que equipa a versão OPC. As unidades turbocomprimidas são da última geração e como tal apresentam uma melhor relação entre o seu rendimento e os consumos médios.
No campo dos motores Diesel a escolha anda em torno do bloco de 1.3 litros CDTi com 75 e 95 cv de potência que se destacam pelos excelentes consumos que apresentam com médias de 4 l/100 km para o primeiro e 3,6 l/100 km para o segundo.
Principais avarias e problemas
Foram identificados casos de funcionamento errático do motor 1.0 a gasolina, algo solucionado com uma reprogramação. Jás os motores a gasóleo também podem evidenciar uma perda de potência, situação que na maioria dos casos é resolvida também com uma reprogramação.
A embraiagem no modelo 1.4 Turbo tende a apresentar um desgaste prematuro e alguns modelos das primeiras unidades produzidas tiveram de regressar à oficina para substituir a cremalheira da direção.
No campo da eletrónica podem surgir avisos no painel de instrumentos que não têm fundamento e o computador de bordo pode apresentar alguns cálculos que não correspondem à realidade.
O Audi A6 é o executivo por excelência da marca dos anéis e esta quarta geração assume esse estatuto na perfeição com um conforto ainda mais refinado que as gerações anteriores.
Com uma excelente habitabilidade e um interior apurado em termos de ambiente, muito por culpa dos excelentes materiais adotados, o Audi A6 assegura uma viagem confortável também pela eficácia do trabalho da sua suspensão e pela boa insonorização conseguida, pontos onde é mais notória a evolução face aos seus antecessores.
A posição de condução é muito boa e só se lamenta a ergonomia de alguns comandos na consola central que por serem tantos exigem alguma habituação até se tornarem instintivos na sua utilização. De certa forma este facto também reflete o elevado nível de equipamento que o A6 oferece.
Tratando-se de um modelo claramente premium, os seus custos de manutenção não são dos mais convidativos.
Motores
Outro dos pontos fortes do A6 são os seus motores que lhe garantem boas prestações e uns consumos reduzidos, em especial nas versões Diesel, considerando o seu peso e segmento onde se insere.
Assim a gama começa com as unidades a gasolina 1.8 TFSI com 190cv, 2.0 TFSI com 180 e 252 cv, 2.8 FSI de 204 cv e o mais poderoso V8 4.9 TFSI com 420 e 450 cv de potência.
No universo das opções a gasóleo, o A6 conta com o 2.0 TDI com 136, 150, 177 e 190 cv de potência, o 3.0 TDI com 204, 218, 245 e 272 cv e o 3.0 BITDI com 313 cv de potência máxima. De salientar que, de acordo com a marca alemã, as unidades de dois litros chegam a exibir consumos médios na casa dos 5 l/100 km o que é significativo.
Principais avarias e problemas
Nos modelos equipados com o motor 2.0 TDI podem verificar-se problemas com fugas na bomba de água e a válvula EGR também pode causar perdas de potência devido ao seu mau funcionamento.
A caixa de S-Tronic pode apresentar problemas de funcionamento que por vezes são de difícil resolução.
Os comandos da climatização podem deixar de funcionar ou apresentar um funcionamento errado o que obriga a uma reprogramação, o mesmo podendo suceder com o ecrã multimédia.
Os modelos equipados com suspensão pneumática podem apresentar falhas na unidade de comando que controla o sistema.
Logo aquando do seu lançamento o Peugeot 206 prometia ser um sucesso de vendas graças às suas linhas fluídas, equilibradas e com personalidade, capaz de agradar tanto ao público masculino como feminino, independentemente da classe etária e assim foi, a Peugeot tinha lançado um dos seus modelos mais bem sucedidos, o que também explica a sua longevidade como produto e a forma como ainda hoje é muito procurado no mercado de usados.
Cativante por fora, o 206 tem um desenho simples, mas bem conseguido no seu interior. Infelizmente a qualidade dos plásticos utilizados não é a melhor e a sensação de robustez sai algo penalizada por isso. A posição de condução não é má, mas para condutores de maior estatura o compromisso entre o banco e o volante pode não ser o ideal.
O conforto geral é bom graças ao trabalho bem conseguido da suspensão e só a sua insonorização merece reparos pois o ruído do motor entra facilmente no habitáculo. A habitabilidade está dentro da média do segmento e a bagageira também, revelando um acesso fácil e amplo.
Em estrada o 206 mostra-se um modelo eficaz, ágil, com uma direção informativa e uma suspensão que controla bem os movimentos da carroçaria e, para os mais apaixonados pela condução, também assegura bons momentos quando a estrada se torna mais exigente.
Motores
Sendo um produto que esteve muitos anos no mercado, chegando mesmo a coexistir com o seu sucessor, o 207, é compreensível que o 206 tenha uma gama de motores vasta que começa nas propostas a gasolina com o 1.1 com 60 cv, seguindo-se o 1.4 com 75 cv, o 1.4 16S com 90 cv, o 1.6 também com 90 cv, o 1.6 16S com 110 cv e o 2.0 16S com 137 cv. Estas unidades não são propriamente “poços de potência” nem referências nos consumos, mas cumprem de forma capaz com as necessidades do 206.
As versões Diesel contam com o 1.9D de 70 cv, o 1.4 HDI com 70 cv, o 1.6 HDI com 110 cv e o 2.0 HDI de 90 cv. Os motores da família HDI dão uma outra alma ao 206 conjugando uns consumos muito bons com prestações bastante interessantes.
Principais avarias e problemas
Os primeiros modelos equipados com o motor 1.9D revelaram alguns problemas de fiabilidade com a correia do alternador. Em 2011 houve uma chamada às oficinas para corrigir um problema de ajuste no sistema de injeção do motor 2.0 HDI nos modelos produzidos entre Setembro e Novembro de 1999.
Nos 206 equipados com os motores 1.4 a gasolina foram assinalados casos de fragilidade na junta da cabeça.
Os modelos fabricados entre Setembro e Outubro de 2001 foram alvo de uma reprogramação do elemento de gestão BSI que revelou algumas falhas.
O eixo dianteiro pode ter de levar novas rótulas em torno dos 100.000 km.
Este site utiliza cookies para permitir uma melhor experiência por parte do utilizador. Ao navegar no site estará a consentir a sua utilização.OkNãoPolítica de privacidade