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Fiat Panda (2003 a 2012)

Um carro barato e com uma manutenção reduzida e acessível a todas as bolsas.

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Fotos: Fiat

O Fiat Panda é um citadino barato e muito acessível com três motores a gasolina de 1.1 (54 cv), 1.2 (60 cv) e 1.4 (100 cv) de cilindrada e apenas um motor Diesel, o 1.3 Multijet (75 cv). A melhor escolha é claramente o motor 1.3 Diesel cujo consumo em cidade é muito interessante a rondar os 5 litros aos 100 Km.

Existe uma versão 4×4 com o motor 1.3 Multijet de 16 válvulas que conquistou muitos adeptos pela sua capacidade de se mover em terrenos mais difíceis e em especial em zonas onde a neve e o gelo são uma constante no Inverno.

Não tem materiais interiores e acabamentos de qualidade, o equipamento é básico e as suspensões são um pouco desconfortáveis e barulhentas. Tem a vantagem de ser muito fácil de conduzir e possuir uma boa manobrabilidade.

Principais problemas e avarias
Vários casos de ralenti instável nos motores a gasolina. Reprogramações da injeção, fugas de óleo do motor, problemas de embraiagem e defeitos na cremalheira do sistema de direção detetados nas versões a gasolina produzidas em 2005.
Nos motores Diesel os injectores e os turbos deram alguns problemas em diversas séries.
Vidros elétricos e fecho centralizado com algumas disfunções. Os Airbags foram substituídos em 2005 devido a um defeito de fabrico.
Fiat Panda
5.5 Avaliação
6.3 Utilizadores (2 Votos)
Pros
Consumos baixos
Motores fiáveis
Facilidade de condução
Contras
Plásticos interiores
Suspensão pouco filtrante
Espaço de bagageira
Sumário
Quem procura um carro barato e que tenha consumos baixos, o Fiat Panda é uma solução económica para ter mobilidade. Cuidado com a mecânica porque é um carro que pede alguma atenção e uma manutenção cuidada.
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção9
Desvalorização4
Qualidade dos materais3
Habitabilidade e bagageira4.5
Segurança4
Conforto5
Consumo combustível8
Comportamento dinâmico5.5
Performance5
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Citroën C2 (2003-2009)

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Posicionado entre o pequeno citadino C1 e o C3, a Citroën apostou no C2 para oferecer um modelo mais acessível ainda que o C3, mas que oferecesse um pouco mais que o C1. O resultado convence, especialmente por ser um modelo com um preço e custos de manutenção acessíveis que se mostra agradável e fácil de conduzir.

Com um comportamento dinâmico e um conforto dignos de nota considerando o seu segmento, o Citroën C2 conquistou o coração de muitos, que viram nele o companheiro ideal para ludibriar o trânsito citadino, dada a sua facilidade de condução, e ao mesmo tempo enfrentar uma ou outra viagem sem problemas de maior.

A posição de condução é boa, a maioria dos comandos está bem posicionada e o espaço nos bancos da frente até é generoso, mas para quem viajar atrás o cenário muda de figura. Os bancos traseiros não oferecem muito espaço e se por acaso tiver muita bagagem para transportar então vai ter de fazer alguma ginástica pois a bagageira também é pequena.

O C2 mostra-se um modelo confortável com a suspensão a processar bem as armadilhas da estrada e a garantir o bem estar dos ocupantes apesar de poder haver alguns ruídos parasitas devido à qualidade dos plásticos utilizados no interior. Os modelos equipados com motores Diesel revelam alguma carência na capacidade de insonorização do ruído do motor.

Motores

O Citroën C2 conta com três motorizações a gasolina, o 1.1i com 61 cv de potência, o 1.4i com 75 cv, e o 1.6i com 110 cv e 125 cv. Os motores HDi compõem a oferta a gasóleo com as unidades 1.4 HDI com 70 cv de potência e a 1.6 HDI com 110 cv.

De um modo geral são motores que revelam um bom rendimento sendo de realçar os bons consumos dos motores HDI, mas já não se pode esperar grandes feitos do motor 1.1i a gasolina que cumpre, mas não deslumbra.

Principais avarias e problemas

Os motores 1.4 e 1.6 a gasolina e os HDI podem levar a uma reprogramação da parte eletrónica. Nos modelos produzidos até 2004 podem surgir ruídos no eixo dianteiro o que leva à substituição de elementos da suspensão ao passo que nos C2 que foram produzidos após 2006 podem revelar problemas no alternador.

A luz do airbag pode acender devido a uma falha num conetor que está debaixo do banco do condutor e que tem de ser substituído. O indicador no nível de combustível nos modelos a gasolina pode dar informações erradas o que obriga à sua reprogramação.

A caixa de velocidades de embraiagem robotizada Sensodrive pode apresentar falhas e levar a uma visita à oficina para ser reprogramada.

Citroën C2 (2003-2009)
6.8 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Conforto
Custos de Manutenção
Facilidade de condução
Contras
Bagageira
Habitabilidade traseira
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção8
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira6
Segurança7
Conforto7
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico7
Performance6.5
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Dacia Duster (2010-2017)

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Desde o seu lançamento que o Dacia Duster marcou pontos como sendo um dos SUV mais acessíveis do mercado , seguindo as pisadas de outros modelos da marca romena. Para quem procura um modelo que é espaçoso, oferece mais versatilidade que uma berlina e tem um preço bem convidativo, o Duster surge como a escolha óbvia.

Pelo seu preço não se pode ter as expetativas muito altas e uma vez dentro do Duster percebe-se isso mesmo. É espaçoso, mas a qualidade dos materiais e o aprumo da construção não são dos melhores. O conforto é aceitável, mas fica-se por aí já que a insonorização não é grande coisa e a própria suspensão deixa entrar muito das irregularidades do piso para o interior do habitáculo.

A bagageira é generosa com os seus 475 litros de capacidade, mas o equipamento de série está limitado ao essencial para o segmento. Se por um lado o seu preço competitivo no momento da compra é muito bom, na hora de vender o Duster revela uma desvalorização considerável.

A direção é leve e facilita a condução no dia a dia, mas é pouco direta e informativa, o mesmo acontecendo com os restantes comandos. O Duster é claramente um automóvel acima de tudo racional e funcional e o maior prazer que se pode extrair dele é a sua polivalência pois, mesmo não sendo um todo o terreno, permite algumas escapadelas fora de estrada, desde que não se seja demasiado otimista.

Motores

O Duster surge no mercado com os motores a gasolina 1.2 TCE de 125 cv, 1.6 16v com 110cv, sendo que o 1.2 TCe revela melhores prestações e consumos que o 1.6, mas ainda assim não estamos perante motores que impressionem no rendimento.

Já a oferta a gasóleo conta com o bloco 1.5 dCi nas versões de 86, 90 e 110 cv de potência e esta solução é aquela que melhor se adequa ao Duster pois associa à poupança do preço a poupança dos consumos.

Principais avarias e problemas

Todas as versões equipadas com o motor dCi podem sofrem de perdas de potência que são solucionadas com um ajuste no turbo, a mudança de um injetor ou uma reprogramação.

Convém estar atento ao desgaste da correia da distribuição que pode levar a que esta parta. Os modelos com o motor 1.5 dCi de 110cv produzidos até outubro de 2010 e os dCi de 85 e 90 cv produzidos até fevereiro de 2011 devem ser alvo de uma atenção particular neste ponto.

No campo da eletrónica o Duster pode exibir algumas falhas no sistema GPS Media Nav e também é possível que ocorram problemas com o indicador de combustível (sobretudo nas versões 4×4). Além disso também não é de estranhar que algumas luzes de aviso acendam no painel de instrumentos sem que no entanto haja motivo para tal.

A direção pode apresentar ruídos oriundos do motor da direção assistida e nos modelos dCi é possível que a embraiagem revele um desgaste prematuro obrigando à sua substituição, por vezes com ocorrências logo aos 50.000 kms.

Dacia Duster (2010-2017)
6.8 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Preço
Habitabilidade
Custos de Manutenção
Contras
Conforto
Desvalorização
Plásticos interiores
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção8
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira7.5
Segurança7
Conforto6.5
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico6.5
Performance6.5
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Audi Q5 (2008-2017)

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Com o Q5 a Audi propõe um SUV do segmento com aquele toque premium tradicional da marca germânica e a recetividade do mercado não se fez esperar, tendo este Q5 vendido mais de meio milhão de modelos só na Europa desde o seu lançamento, apesar do seu preço refletir o seu gene premium.

Com linhas sóbrias e fluídas no exterior, o Q5 também conquista pelo requinte do seu habitáculo. Com um desenho envolvente e a utilização de bons materiais o ambiente a bordo é requintado e confortável.

A posição de condução é boa e os demais ocupantes do Q5 não terão problemas de espaço no interior. Espaço também é algo que não falta na boa bagageira deste SUV.

Ao volante o Q5 mostra o seu excelente comportamento dinâmico em que a suspensão controla muito bem os movimentos da carroçaria e a direção se mostra direta e informativa. No entanto a firmeza da suspensão acaba por penalizar um pouco o conforto que se sente a bordo.

Motores

Naturalmente as versões Diesel são as mais procuradas e o Q5 surge no mercado equipado com o motor 2.0 TDI nas versões de 143 cv, 150 cv, 170 cv, 177 cv e 190 cv e ainda o mais potente V6 3.0 TDI com 245 cv, 278 cv, 313 cv e o expoente máximo SQ5 Quattro Tiptronic com 343 cv. Todos estes motores exibem boas prestações sendo as propostas com o motor de quatro cilindros 2.0 TDI as mais equilibradas pois são também as mais poupadas em termos de consumos.
A gama de motores a gasolina é composta pelos motores 2.0 TFSI com 188 cv, 210 cv e 225 cv de potência, pelo 3.2 V6 FSI com 270 cv e ainda pela solução híbrida 2.0 TFSI Hybrid com 245 cv.

Principais avarias e problemas

Os motores 2.0 TFSI exibem algum consumo de óleo além do esperado. Todos os motores TDI revelam alguma fragilidade no turbo. Nos modelos produzidos até 2011 ocorreram casos de entupimento do filtro de partículas devido a falhas nos sensores de pressão. Nas motorizações 2.0 TDI ocorreram fugas de líquido de refrigeração devido a juntas algo frágeis (na bomba de água e na válvula EGR).

Alguns casos de fugas de óleo na caixa de dupla embraiagem STronic. São recorrentes os acendimentos de luzes de aviso no painel de instrumentos sem que no entanto haja justificação para o alerta. O sistema multimédia também pode apresentar falhas que são normalmente resolvidas com uma reprogramação, mas podem levar à substituição da parte eletrónica do sistema.

Audi Q5 (2008-2017)
7.3 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Desvalorização
Ambiente a bordo
Comportamento dinâmico
Contras
Preço
Suspensão firme
Custos de manutenção
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção6
Desvalorização8
Qualidade dos materais7.5
Habitabilidade e bagageira7.5
Segurança8
Conforto7
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico7.5
Performance7.5
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