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Audi A4 (2001-2005)

Se procura um familiar bem construído e com um motor capaz de excelentes performances e consumos, o Audi A4 1.9 TDI será a escolha certa.

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A geração B6 do Audi A4 foi uma das que obteve mais sucesso, principalmente devido às qualidades do seu motor 1.9 TDI de 130 cv, capaz de uma excelente relação entre performance e consumo, mesmo para os padrões atuais.

Ainda que algo ruidoso, o bloco Diesel encaixa que nem uma luva no familiar alemão, garantido uma condução rápida, confortável e frugal. Houve versões com caixa de 5 de 6 velocidades, sendo a segunda a melhor delas. Em ambas, há comandos precisos, ainda que a direção seja pesada.

Os materiais interiores eram, em novos, referenciais. Mais tarde, percebeu-se que alguns não resistem bem à passagem do tempo, como é o caso das pegas das portas, da consola central, ou do comutador das luzes exteriores.
Já a qualidade da montagem é sempre notável, estando praticamente isenta de ruídos, a não ser em exemplares muito mal tratados.
Excelente posição de condução.

O comportamento dinâmico pauta-se pela eficácia, permitindo velocidades de passagem em curva a velocidades elevadas, transmitindo sempre muita segurança. Contudo, tal eficácia paga-se com uma suspensão de acerto firme, que não permite níveis de conforto referenciais.

O espaço para as pernas no banco traseiro é limitado, sendo também apenas aconselhado para dois passageiros por causa do túnel central.

Motores

O motor de referência, e praticamente o único que se encontra no mercado de usados, é o bloco 1.9 TDI de 130 cv. No entanto, em 2004, apareceu também uma versão com 115 cv, naturalmente com prestações mais modestas.
Ainda no campo dos Diesel, há o bloco 2.5 TDI, mas que é menos fiável e apresenta consumos muito mais elevados.

Os motores a gasolina dividem-se pelo 1.6 atmosférico de 102 cv, com prestações modestas, e pelo bloco 1.8 Turbo, disponível com 150, 190 e, posteriormente, com 163 cv.

Principais avarias e problemas

No geral, o Audi A4 B6 é bastante fiável. Há alguns relatos de problemas com os injetores dos motores TDI e com os medidores de massa de ar.
Como referido anteriormente, alguns materiais interiores tendem a apresentar muitos sinais de desgaste.

Review 0
7.4 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Solidez
Motor 1.9 TDI 130 cv
Comportamento
Contras
Conforto
Alguns materiais interiores
Equipamento de série
Sumário
Se procura um familiar bem construído e com um motor capaz de excelentes performances e consumos, o Audi A4 1.9 TDI será a escolha certa. Seja qual for o motor, muita solidez e uma boa dinâmica.
Fiabilidade8
Custos de manutenção8
Desvalorização8
Qualidade dos materais5
Habitabilidade e bagageira6
Segurança7
Conforto6
Consumo combustível9
Comportamento dinâmico8
Performance9
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Smart Fortwo (2007-2014)

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Com ou sem capota o Smart Fortwo é o rei da cidade e tem uma legião de fãs incontornável. Muito fácil de conduzir e de estacionar tem no baixo consumo de combustível o seu melhor argumento.

Só leva duas pessoas a bordo e nada de bagagens, mas consegue mover-se com destreza no trânsito citadino e consegue estacionar onde só cabe uma moto. O Smart é um veículo que os jovens adoram e que os mais velhos começaram a apreciar pela facilidade e versatilidade da sua utilização. O mais importante de todos os aspectos é o da manutenção que é barata e muito reduzida.

Tem uma suspensão “dolorosa” para as costas de que qualquer humano por muitas sessões de ginásio que faça por semana. Em oposição os motores a gasolina e Diesel são bastante despachados e até permitem arriscar viagens por autoestrada durante muitos quilómetros. É neste território que os consumos perdem a pose e disparam para valores pouco simpáticos. O Smart foi concebido para andar na cidade e não passar muitas vezes dos 100 km/h.

A caixa de velocidade automática é lenta nas mudanças, mas com o passar do tempo o condutor habitua-se a esta transmissão pasmacenta.

O cockpit onde se senta quem o conduz está todo voltado para o condutor e possui tudo o que é necessário e bem posicionado. No Smart há o essencial e nada se complica com botões e mais botões. É um carro prático, um pouco barulhento – porque a insonorização nunca foi das melhores – e os motores de baixa cilindrada são na sua génese ruidosos.

Nesta geração de 2007 os níveis de equipamento são bons e incluem itens como o ABS, ESP, duplo airbag, vidros elétricos, fecho centralizado, banco do passageiro rebatível (que jeitão que dá), jantes de liga leve, ar condicionado, entre outros.

Motores

A gama de motores do Smart nunca foi muito extensa, mas nem por isso menos competente. Nesta geração os motores a gasolina continuaram a ter maior oferta. O mais vendido foi o 1.0 com duas potências de 61 e 71 cv. Uma versão turbocomprimida deste 1.0 conseguia chegar aos 81 cv e a versão Brabus do mesmo motor fazia 98 e mais tarde 102 cv (mas a preços demasiado elevados).

A única opção Diesel é o 0.8 CDI de 45 e 54 cv que reclama 3,3 litros de consumo aos 100 Km.

Principais avarias e problemas

Um dos problemas crónicos da anterior geração passou para a seguinte: a bomba de gasolina demasiado frágil que se avaria com frequência. O motor Diesel recebeu uma nova injeção common-rail que não gosta de combustível de má qualidade (low cost) e apresenta falhas e disfunções em diversas situações, obrigando a limpeza do circuito.

A direção assistida dos Fortwo fabricados entre maio e junho de 2007 foram chamados em outubro para substituição de uma peça que não estava em conformidade. Coluna de direção substituída em 131 unidades devido a um clip de retenção mal posicionado.

Smart (2007-2014)
6.4 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Facilidade de condução
Consumos baixos
Manutenção barata
Contras
>Habitabilidade e bagageira
Conforto
Caixa lenta
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção9
Desvalorização7
Qualidade dos materais5.5
Habitabilidade e bagageira3
Segurança6.5
Conforto5
Consumo combustível9.5
Comportamento dinâmico6
Performance6
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Renault Clio II (1998-2005)

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A segunda geração do Renault Clio representa um salto gigante face à primeira, tendo apenas como semelhança entre elas o nome, continuando a fazer do utilitário gaulês o modelo mais vendido da marca. Apresentado em 2008, sofreu uma profunda reformulação em 2001, tanto por fora como por dentro, tornando-se muito mais moderno e trazendo equipamento equipamentos opcionais até então inexistentes: cruise control, sensor de luz e chuva, faróis de xénon e ar condicionado automático.

A qualidade de construção é apenas razoável, misturando alguns materiais simpáticos com materiais rijos. A montagem não está isenta de críticas, podendo algumas unidades apresentar diversos ruídos parasitas. Neste campo, houve uma notória evolução com o restyling. A posição de condução é a grande falha do Renault Clio, pois o volante está numa posição pouco vertical, a coluna de direção só regula em altura e o banco está colocado num plano alto. Felizmente a ergonomia é boa, destacando-se o funcionamento dos comandos do sistema de som.

A habitalidade também não é brilhante, principalmente atrás.

O equipamento de série é bastante completo para a época e para o segmento. A partir de 2000, ABS e quatro airbags de série, o que era raro no segmento. Em termos de conforto, algumas unidades incluem de série o computador de bordo, o ar condicionado e os comandos no volante para o rádio. As jantes de liga leve são também de série a partir dos níveis RXE, Dynamique e Privilége. Antes do facelift, a indicação do nível de equipamento surge nos frisos exteriores e, depois, no interior do porta-luvas.

O Clio II é imbatível na relação entre o comportamento dinâmico e o conforto, superando mesmo diversos modelos de segmentos superiores. Curva de forma muito eficaz e segura, sendo até divertido, ao mesmo tempo que oferece um bom nível de conforto a todos os passageiros.

Motores

A gama de motores é alargada, oferecendo diversas possibilidades. Até 2000, a entrada da gama fazia-se pelo motor 1.2 a gasolina com apenas 8 válvulas e 60 cv. Prestações modestas, consumos razoáveis, mas uma manutenção barata. Mais tarde, surgiu o bloco 1.2 16v com 75 cv, capaz de prestações muito melhores, mas com consumos piores.
Para os mais exigentes, existem as versões 1.4 16v e 1.6 16v, com 98 e 110 cv, respetivamente. Ainda que um pouco menos económicos, acabam por compensar com uma utilização muito mais agradável.

Quem se importar com consumos, tem ao seu dispor as versões Diesel, que começam no bloco 1.9, em versões D e DTi, sendo o primeiro atmosférico e o segundo sobrealimentado, com potências de 65 e 80 cv, respetivamente. Mais tarde, em 2000, foram ambos substituídos pelo bloco 1.5 dCi, já com injecção common-rail, disponível em versões de 65, 80 e 100 cv. Muito mais económico e agradável de conduzir do que o anterior bloco 1.9 Diesel.

Principais avarias e problemas

O Renault Clio II resiste bem à passagem do tempo, mas há várias avarias registadas e que são comuns a diversos exemplares. No casos do motores a gasolina de 16 válvulas, são conhecidos problemas com a bobines, com os vedantes do coletor de admissão e com o sensor de posição da cambota, que impede que o motor arranque.
No caso dos motores Diesel 1.5 dCi, tenha atenção às capas das bielas e aos injetores.

Renault Clio II (1998-2005)
7.1 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Comportamento dinâmico
Conforto
Segurança
Contras
Habitalidade
Fiabilidade de alguns componentes
Posição de condução
Sumário
O Renault Clio continua a ser o automóvel mais vendido em Portugal e é fácil perceber porquê, se analisarmos todas as qualidades e defeitos da segurança geração, que consegue ainda estar bastante atual e capaz de satisfazer as necessidades por um preço baixo.
Fiabilidade6
Custos de manutenção8
Desvalorização7
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira6
Segurança9
Conforto8
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico8
Performance6
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BMW Série 3 E46 (1998-2005)

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A quarta geração do BMW Série 3 é, ainda hoje, uma das mais marcantes, pois surgiu numa altura em que motores Diesel começaram a ganhar protagonismo, marcando uma enorme evolução face à geração predecessora, E36. Com linhas que ainda hoje se mantém elegantes, e disponível em diversos tipos de carrinha, onde o destaque, no toca ao sucesso em Portugal, vai para a carrinha, denominada Touring.

A qualidade de construção é inquestionável, ainda que exista alguma fragilidade no revestimento rubber touch de alguns elementos do habitáculo. Excelente posição de condução, com regulações amplas, comandos colocados no sítio certo, mas de utilização algo pesada para os padrões atuais.

O equipamento de série é bastante reduzido, por isso a comodidade a bordo varia de exemplar para exemplar, ainda que a suspensão seja suficientemente confortável em qualquer um deles, assim como sofrível é o espaço para pernas no banco traseiro.

O comportamento dinâmico oferece bons momentos de condução, fruto de toda a fluidez proporcionada pela tração traseira. A informação transmitida pelos comandos é fantástica e permite abater quilómetros sempre a velocidades elevadas, limitadas pelas capacidades dos motores em causa.

Motores

Seja qual for a carroçaria, a versão 20d é a mais comum e fácil de encontrar. Bloco Diesel com 2,0 litros de capacidade, onde a potência se fica pelos 136 cv nas unidades antes do facelift, operado em 2001, passando a partir daí a debitar 150 cv. A caixa de velocidades é sempre de 5 velocidades até 2003, que é quando passa a ser de seis velocidades, oferecendo prestaçóes marginalmente melhores e consumos mais baixos.
Abaixo, existe a versão 18d com 115 cv, mas que acaba por não se justificar, pois oferece muito menos e o preço é parecido.
Já o bloco, referência na altura, tem prestações de excelente nível, principalmente na versão de 204 cv, mas é bastante mais gastador e oneroso de manter face ao 20d.

Os motores a gasolina são vários, mas só começam a ter particular interesse a partir do 20i, já com seis cilindros e 150 cv. Idealmente, a aposta deverá passar pela versão 28i, dona de uma suavidade notável, excelentes prestações e consumos razoáveis. Os blocos de quatro cilindros têm prestações modestas, ainda que sejam suaves.

Principais avarias e problemas

No geral, o Série 3 E46 é robusto e fiável. O calcanhar de aquiles surge na versão 20d de 150 cv, que tende a engolir as borboletas de admissão, o que resulta em consequências trágicas. Neste motor, o turbocompressor também exige atenção especial. Como já referido, alguns materiais no interior tendem a deteriorar-se.

BMW Série 3 E46 (1998-2005)
7.2 Avaliação
7.7 Utilizadores (1 Votar)
Pros
Posição de condução
Solidez
Comportamento dinâmico
Contras
Equipamento de série
Habitabilidade
Comandos pesados
Sumário
Senhor de muita elegância, bons motores e um comportamento dinâmico do melhor que se fazia na época, o BMW Série 3 continua a ser um dos familiares médios mais desejados no mercado de usados.
Fiabilidade7
Custos de manutenção7
Desvalorização8
Qualidade dos materais8
Habitabilidade e bagageira6
Segurança7
Conforto6
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico9
Performance7
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