BMW Série 3 E46 (1998-2005) – Motorguia
Ligue-se connosco

Avaliações Usados

BMW Série 3 E46 (1998-2005)

Published

on

A quarta geração do BMW Série 3 é, ainda hoje, uma das mais marcantes, pois surgiu numa altura em que motores Diesel começaram a ganhar protagonismo, marcando uma enorme evolução face à geração predecessora, E36. Com linhas que ainda hoje se mantém elegantes, e disponível em diversos tipos de carrinha, onde o destaque, no toca ao sucesso em Portugal, vai para a carrinha, denominada Touring.

A qualidade de construção é inquestionável, ainda que exista alguma fragilidade no revestimento rubber touch de alguns elementos do habitáculo. Excelente posição de condução, com regulações amplas, comandos colocados no sítio certo, mas de utilização algo pesada para os padrões atuais.

O equipamento de série é bastante reduzido, por isso a comodidade a bordo varia de exemplar para exemplar, ainda que a suspensão seja suficientemente confortável em qualquer um deles, assim como sofrível é o espaço para pernas no banco traseiro.

O comportamento dinâmico oferece bons momentos de condução, fruto de toda a fluidez proporcionada pela tração traseira. A informação transmitida pelos comandos é fantástica e permite abater quilómetros sempre a velocidades elevadas, limitadas pelas capacidades dos motores em causa.

Motores

Seja qual for a carroçaria, a versão 20d é a mais comum e fácil de encontrar. Bloco Diesel com 2,0 litros de capacidade, onde a potência se fica pelos 136 cv nas unidades antes do facelift, operado em 2001, passando a partir daí a debitar 150 cv. A caixa de velocidades é sempre de 5 velocidades até 2003, que é quando passa a ser de seis velocidades, oferecendo prestaçóes marginalmente melhores e consumos mais baixos.
Abaixo, existe a versão 18d com 115 cv, mas que acaba por não se justificar, pois oferece muito menos e o preço é parecido.
Já o bloco, referência na altura, tem prestações de excelente nível, principalmente na versão de 204 cv, mas é bastante mais gastador e oneroso de manter face ao 20d.

Os motores a gasolina são vários, mas só começam a ter particular interesse a partir do 20i, já com seis cilindros e 150 cv. Idealmente, a aposta deverá passar pela versão 28i, dona de uma suavidade notável, excelentes prestações e consumos razoáveis. Os blocos de quatro cilindros têm prestações modestas, ainda que sejam suaves.

Principais avarias e problemas

No geral, o Série 3 E46 é robusto e fiável. O calcanhar de aquiles surge na versão 20d de 150 cv, que tende a engolir as borboletas de admissão, o que resulta em consequências trágicas. Neste motor, o turbocompressor também exige atenção especial. Como já referido, alguns materiais no interior tendem a deteriorar-se.

BMW Série 3 E46 (1998-2005)
7.2 Avaliação
7.8 Utilizadores (2 Votos)
Pros
Posição de condução
Solidez
Comportamento dinâmico
Contras
Equipamento de série
Habitabilidade
Comandos pesados
Sumário
Senhor de muita elegância, bons motores e um comportamento dinâmico do melhor que se fazia na época, o BMW Série 3 continua a ser um dos familiares médios mais desejados no mercado de usados.
Fiabilidade7
Custos de manutenção7
Desvalorização8
Qualidade dos materais8
Habitabilidade e bagageira6
Segurança7
Conforto6
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico9
Performance7
O que dizem os proprietários Faça a sua avaliação
Sort by:

Seja o primeiro a fazer uma avaliação.

User Avatar
Verified
{{{ review.rating_title }}}
{{{review.rating_comment | nl2br}}}

Show more
{{ pageNumber+1 }}
Faça a sua avaliação

Your browser does not support images upload. Please choose a modern one

Clique para comentar

Deixe a sua resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Avaliações Usados

Renault Mégane CC (2010-2016)

Published

on

A terceira geração do Renault Mégane voltou a propor uma versão coupé cabriolet com uma capota retrátil rígida. Este Mégane CC manteve os lados positivos do seu antecessor e refinou um pouco o interior.



Sendo um dos modelos mais apelativos para conduzir a seu aberto por causa do seu preço e da sua lotação, o Mégane CC continuou a ter bons resultados nas vendas, apesar de já não ter tido o mesmo sucesso que o anterior.

Bem equipado de série, este gaulês apresenta um habitáculo mais cuidado e com um ambiente mais agradável, mas, ainda assim, alguns materiais utilizados podiam ser melhores e o espaço nos bancos traseiros continua algo acanhado. Ao mesmo tempo a solução da capota rígida acaba sempre por ocupar quase metade da capacidade da mala quando está recolhida o que lhe retira alguma polivalência.

Ainda assim o facto de se poder conduzir “dois modelos” num só, um coupé ou um descapotável, dá-lhe uma versatilidade muito interessante em termos de sensações de condução.

Confortável quanto baste, este Mégane CC pesa cerca de 1700 kg, sensivelmente, o que significa que os motores de menor cilindrada irão debater-se mais para lhe conferir umas prestações interessantes.

Motores
Este Renault surge apenas com dois motores a gasolina, o 1.2 TCe e o 1.4 TCe, ambos com 130 cv de potência, mas a oferta Diesel é mais vasta e inclui o 1.5 dCi com 110 cv, o 1.6 dCi e o 1.9 dCi, os dois com 130 cv e o mais potente 2.0 dCi com 160 cv. De um modo geral todos estes motores são poupados nos consumos, incluindo as unidades a gasolina.

Principais avarias e problemas
Sem grandes problemas a assinalar em termos de motores, o Mégane CC foi alvo de uma chamada à assistência em finais de 2012 para retificar um problema na assistência à travagem.

O risco de um curto circuito na direção assistida também motivou um recall em 2011 para os primeiros modelos produzidos.

Renault Mégane CC (2010-2016)
6.8 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Preço
Equipamento
Versatilidade
Contras
Alguns materiais
Volume da bagageira
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira6.5
Segurança7
Conforto7
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico7
Performance6.5
O que dizem os proprietários Faça a sua avaliação
Sort by:

Seja o primeiro a fazer uma avaliação.

User Avatar
Verified
{{{ review.rating_title }}}
{{{review.rating_comment | nl2br}}}

Show more
{{ pageNumber+1 }}
Faça a sua avaliação

Your browser does not support images upload. Please choose a modern one

Continuar a ler

Avaliações Usados

Fiat Grande Punto (2005-2009)

Published

on

O Fiat Grande Punto é a terceira geração da bem sucedida família Punto e com o seu desenho assinado por Giugiaro este utilitário voltou a ter uma boa prestação no nosso mercado.



Com 4,03 metros de comprimento o Grande Punto faz jus ao seu nome pois cresceu face aos seus antecessores. Isso sente-se no interior onde o espaço é ligeiramente maior do que no Punto que já era um modelo espaçoso. A posição de condução é boa e os comandos estão bem posicionados. Contudo, os materiais utilizados nos vários painéis não são os mais nobres.

A bagageira tem um acesso fácil, mas a sua capacidade não é das maiores, ficando-se pelos 275 litros de volume.

Com um preço competitivo o Grande Punto não é propriamente o mais equipado do segmento, mas o conforto e segurança essenciais estão garantidos. O conforto podia ser mais refinado já que a suspensão revela um amortecimento que podia ser mais eficaz.

Quando a estrada se torna mais sinuosa o Grande Punto mantém uma postura previsível e em cidade é um modelo fácil de conduzir no dia a dia com uma direção leve que facilita as manobras em cidade.

Motores
O Grande Punto conta com os motores a gasolina 1.2 com 65 cv, o 1.4 com 78 cv e o 1.4 16V Starjet com 95 cv. O primeiro não prima pelas prestações, mas os motores 1.4 mostram-se mais equilibrados e capazes. A gama conta ainda com o mais potente 1.4 16V T-Jet, turbo-comprimido, com 155 cv que equipa a versão mais desportiva Abarth.
A proposta Diesel é composta pelo 1.3 Multijet com 75 e 90 cv e o 1.9 Multijet com 120 cv. Estas unidades mostram-se poupadas nos consumos, mas algo ruidosas, em especial o 1.3 Multijet.

Principais avarias e problemas
Em 2008 houve uma chamada à assistência para substituição da junta da cabeça dos motores 1.3 Multijet que equiparam os modelos produzidos entre novembro de 2007 e Março de 2008.

Nos primeiros modelos fabricados foram detetados problemas no compressor do ar condicionado e também nas unidades iniciais é possível que as pastilhas de travão comecem a fazer barulho.

Fiat Grande Punto (2005-2009)
6.9 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Preço
Habitabilidade
Facilidade de condução
Contras
Bagageira
Alguns materiais
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7
Conforto7
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico7.5
Performance7
O que dizem os proprietários Faça a sua avaliação
Sort by:

Seja o primeiro a fazer uma avaliação.

User Avatar
Verified
{{{ review.rating_title }}}
{{{review.rating_comment | nl2br}}}

Show more
{{ pageNumber+1 }}
Faça a sua avaliação

Your browser does not support images upload. Please choose a modern one

Continuar a ler

Avaliações Usados

Mini (2014-…)

Published

on

A terceira geração do Mini continua a aposta da marca, detida pela BMW, para aumentar as dimensões deste divertido modelo que é cada vez menos “mini” no tamanho, mas mantém toda a irreverência e diversão que se espera do nome “Mini”, conservando toda a sua estética moderna de estilo vintage do agrado de tantos.



Ligeiramente mais largo e mais longo este Mini contam também na sua gama com a versão de cinco portas, aquela que talvez se possa considerar como a mais equilibrada para jovens famílias pois sempre oferece um pouco mais de espaço interior, mantendo a diversão na condução a que o Mini nos habituou.

O modelo de três portas continua acanhado no espaço atrás e na bagageira e apesar da boa posição de condução e do desenho bem conseguido do interior, que mantém toques retro bem equilibrados com as novas tecnologias, esta geração do Mini não melhorou muito na qualidade de alguns materiais que compõem o habitáculo.

Mais confortável que as duas gerações anteriores, este mini continua com uma suspensão algo firme. Um “preço” a pagar pelo seu comportamento dinâmico que continua divertido e muito interativo com o condutor graças à boa resposta e rapidez dos vários comandos.

Esteticamente irreverente e com um comportamento a condizer esta geração do Mini continua com um gene algo premium e isso tem o seu reflexo nos custos de manutenção que estão longe de ser acessíveis.

Motores
A oferta de motores na gama Mini divide-se entre as propostas a gasolina e Diesel, sendo que no primeiro grupo podemos contar com o 1.5 com 75 cv, 102 cv e 136 cv e ainda e o 2.0 com 192 cv e 231 cv de potência, este último a equipar o mais desportivo John Cooper Works.
Já nas opções a gasóleo a gama Mini conta com o 1.5 com 95 cv e 116 cv e o 2.0 com 170 cv de potência. Estas três opções surgem como as mais económicas no dia a dia já que, segundo a marca, conseguem fazer um consumo médio de 3,8; 3,9 e 4,6 l/100 km respetivamente.

Principais avarias e problemas
Os motores Diesel podem evidenciar perdas de potência com origem em anomalias no turbo e a embraiagem pode começar a fazer ruídos no arranque.

Os apoios do motor não são o ponto mais sólido do Mini e podem começar a aparecer vibrações. Também a fixação dos braços da suspensão traseiros ou os próprios amortecedores de trás podem evidenciar alguns ruídos.

As pastilhas de travão também poderão evidenciar um desgaste prematuro.

Mini (2014-...)
6.9 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Prestações
Estética atraente
Comportamento dinâmico
Contras
Alguns materiais
Custos de manutenção
Fiabilidade7
Custos de manutenção6
Desvalorização7
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira6.5
Segurança7
Conforto6.5
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico8
Performance7.5
O que dizem os proprietários Faça a sua avaliação
Sort by:

Seja o primeiro a fazer uma avaliação.

User Avatar
Verified
{{{ review.rating_title }}}
{{{review.rating_comment | nl2br}}}

Show more
{{ pageNumber+1 }}
Faça a sua avaliação

Your browser does not support images upload. Please choose a modern one

Continuar a ler
Publicidade

Estamos no Facebook

Newsletter

Em aceleração