Toyota RAV4 (2019-…) – Motorguia
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Toyota RAV4 (2019-…)

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A quinta geração do Toyota RAV4 surge no mercado melhor em praticamente todos os pontos que o seu antecessor e assinala também a aposta do construtor japonês nas novas soluções de mobilidade na tentativa de caminhar para uma realidade menos dependente dos combustíveis fósseis.



Com umas linhas marcadas e recortadas como acontece com outros modelos da gama Toyota, este RAV4 surge com um ar maior e mais robusto e essa sensação passa também para o interior onde ele oferece uma boa habitabilidade e uma bagageira a condizer com os seus 580 litros de capacidade.

O desenho do interior é moderno e apesar de alguns materiais não serem dos mais nobres, a sua qualidade de construção segue os padrões habituais da marca nipónica e os vários painéis revelam um bom rigor na sua montagem.

O seu preço não é dos mais competitivos face a outros concorrentes, mas o RAV4 compensa um pouco esse facto ao surgir no mercado muito bem equipado de série.

Com uma suspensão eficaz a suprimir as irregularidades do terreno, este RAV4 oferece um bom conforto aos seus ocupantes, mostrando-se ao mesmo tempo eficaz quando a estrada se torna mais exigente e as curvas se sucedem. Não entusiasma, mas cumpre de forma capaz, revelando reações muito previsíveis.

Motores

Esta geração do RAV4 surge no mercado apenas com propostas híbridas baseadas num sistema que conta com o motor 2.5 a gasolina associado a um motor elétrico que no conjunto lhe dá uma potência combinada de 197 cv na versão Hybrid e 306 cv na versão Hybrid Plug-in. Em qualquer dos casos destacam-se os baixos consumos, o que só joga a favor deste SUV.

Principais avarias e problemas

Este RAV4 beneficia também ele da fiabilidade tradicional da Toyota e mecanicamente apenas foram registados alguns acendimentos da luz de diagnóstico devido a uma falha no sensor da mistura.

Um problema num apoio lateral do piso da bagageira pode fazer com que este saia da sua posição.

Toyota RAV4 (2019-...)
6.6 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Consumos
Equipamento
Habitabilidade
Contras
Preço
Alguns materiais
Fiabilidade7
Custos de manutenção6
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira7
Segurança6.5
Conforto6.5
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico6.5
Performance6
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Ford Fiesta (1995_2002)

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Quando foi lançada em 1995, esta geração do Ford Fiesta revelou-se de imediato um sucesso. As suas linhas, o preço acessível e o equilíbrio entre prestações e custos de utilização fizeram dela uma das referências do segmento e ainda hoje é comum encontrar vários modelos deste Fiesta nas nossas estradas.



Esta quarta geração do Fiesta oferece um bom comportamento dinâmico com a suspensão a mostrar um bom equilíbrio entre o conforto e a eficácia no controlo dos movimentos da carroçaria, podendo até tornar-se num modelo divertido graças a uma direção direta e informativa.

Com alguns a materiais do interior a deixarem algo a desejar, este Ford ainda assim revela uma boa qualidade de construção e o ambiente a bordo é bom para a época, com o condutor a beneficiar de uma posição de condução equilibrada. Em termos de espaço há melhores opções na concorrência. A habitabilidade deste Fiesta não é das melhores, especialmente para quem viaje nos bancos traseiros.

Além do preço competitivo com que surgiu no mercado, este Ford Fiesta apresentava também uns bons valores nos custos de manutenção o que o tornou também muito apelativo para o nosso mercado.

Motores

As propostas de motores neste Fiesta começam nas unidades a gasolina com o 1.25i com 75 cv de potência e o 1.4 com 90 cv, unidades que lhe dão boas prestações apesar dos consumos não serem dos mais económicos do segmento. Além das unidades a gasolina o Fiesta conta também com os motores a gasóleo 1.8 D com 60 cv e o 1.8 TDDi com 75 cv, motores de uma geração em que a mais valia eram os consumos reduzidos mais do que as prestações.

Principais avarias e problemas

Nas unidades produzidas entre 1997 e 1998 o motor 1.25i tem tendência para exibir um desgaste muito acentuado.

Falhas na junta da árvore de cames são responsáveis por várias fugas de óleo nos motores 1.8 D. Alguns modelos de 1997 revelaram também fugas de óleo da direção.

Podem surgir ruídos nos travões causados pelas pastilhas que são demasiado rijas. As borrachas responsáveis pala estanquicidade do habitáculo também podem tornar-se barulhentas.

Ford Fiesta (1995_2002)
6.2 Avaliação
7.5 Utilizadores (1 Votar)
Pros
Prestações
Qualidade de construção
Comportamento dinâmico
Contras
Habitabilidade
Alguns materiais
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7
Desvalorização6
Qualidade dos materais5.5
Habitabilidade e bagageira5.5
Segurança5.5
Conforto6
Consumo combustível6
Comportamento dinâmico7
Performance6.5
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Seat Altea (2004-2015)

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O Seat Altea foi o primeiro modelo da marca espanhola a ter a assinatura do designer Walter de Silva que conseguiu criar um modelo com ares de monovolume sem perder umas linhas dinâmicas e fluídas e que veio dar início a uma nova linha estética nos modelos da Seat.



Com uma estética apelativa, o Altea oferece um interior espaçoso para os seus ocupantes e uma bagageira com 409 litros de capacidade.

Os materiais podiam ser melhores nalguns painéis do interior, mas de um modo geral este Seat mostra um bom rigor na sua montagem.

Bem equipado e com um preço competitivo face ao que oferece, o Altea não oferece grandes soluções de modularidade como as que se encontram nalguns modelos da concorrência, mas, de certa forma compensa isso com uma dinâmica mais apurada, piscando o olho aos que dão um pouco mais de valor ao prazer de condução.

A sua suspensão controla bem os movimentos da carroçaria e a direção mostra-se suficientemente informativa e direta. Apenas se lamenta que nalgumas manobras em cidade a sua visibilidade não seja das melhores.

Motores

A gama de motores é composta pelas propostas a gasolina 1,6 16V com 148 cv e 2.0 FSI com 200 cv e pelas soluções a gasóleo 1.9 TDI com 105 cv e o 2.0 TDi nas versões de 140 e 170 cv. Considerando a relação entre consumos e prestações este último 2.0 TDI é o mais tentador, sendo que em termos de prestações o 2.0 FSI é o mais entusiasmante.

Principais avarias e problemas

Os motores 2.0 TDI revelaram um consumo excessivo de óleo e algumas anomalias podem surgir no seu funcionamento devido ao entupimento dos injetores.

Além destes contratempos o Altea não regista grandes problemas dignos de nota.

Seat Altea (2004-2015)
6.3 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Equipamento
Habitabilidade
Comportamento dinâmico
Contras
Visibilidade
Alguns plásticos
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção6
Desvalorização5.5
Qualidade dos materais5.5
Habitabilidade e bagageira6.5
Segurança6
Conforto6
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico6.5
Performance7
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