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Mini (2014-…)

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A terceira geração do Mini continua a aposta da marca, detida pela BMW, para aumentar as dimensões deste divertido modelo que é cada vez menos “mini” no tamanho, mas mantém toda a irreverência e diversão que se espera do nome “Mini”, conservando toda a sua estética moderna de estilo vintage do agrado de tantos.



Ligeiramente mais largo e mais longo este Mini contam também na sua gama com a versão de cinco portas, aquela que talvez se possa considerar como a mais equilibrada para jovens famílias pois sempre oferece um pouco mais de espaço interior, mantendo a diversão na condução a que o Mini nos habituou.

O modelo de três portas continua acanhado no espaço atrás e na bagageira e apesar da boa posição de condução e do desenho bem conseguido do interior, que mantém toques retro bem equilibrados com as novas tecnologias, esta geração do Mini não melhorou muito na qualidade de alguns materiais que compõem o habitáculo.

Mais confortável que as duas gerações anteriores, este mini continua com uma suspensão algo firme. Um “preço” a pagar pelo seu comportamento dinâmico que continua divertido e muito interativo com o condutor graças à boa resposta e rapidez dos vários comandos.

Esteticamente irreverente e com um comportamento a condizer esta geração do Mini continua com um gene algo premium e isso tem o seu reflexo nos custos de manutenção que estão longe de ser acessíveis.

Motores
A oferta de motores na gama Mini divide-se entre as propostas a gasolina e Diesel, sendo que no primeiro grupo podemos contar com o 1.5 com 75 cv, 102 cv e 136 cv e ainda e o 2.0 com 192 cv e 231 cv de potência, este último a equipar o mais desportivo John Cooper Works.
Já nas opções a gasóleo a gama Mini conta com o 1.5 com 95 cv e 116 cv e o 2.0 com 170 cv de potência. Estas três opções surgem como as mais económicas no dia a dia já que, segundo a marca, conseguem fazer um consumo médio de 3,8; 3,9 e 4,6 l/100 km respetivamente.

Principais avarias e problemas
Os motores Diesel podem evidenciar perdas de potência com origem em anomalias no turbo e a embraiagem pode começar a fazer ruídos no arranque.

Os apoios do motor não são o ponto mais sólido do Mini e podem começar a aparecer vibrações. Também a fixação dos braços da suspensão traseiros ou os próprios amortecedores de trás podem evidenciar alguns ruídos.

As pastilhas de travão também poderão evidenciar um desgaste prematuro.

Mini (2014-...)
6.9 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Prestações
Estética atraente
Comportamento dinâmico
Contras
Alguns materiais
Custos de manutenção
Fiabilidade7
Custos de manutenção6
Desvalorização7
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira6.5
Segurança7
Conforto6.5
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico8
Performance7.5
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Mercedes Classe C (1993-2000)

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Aquela que foi a primeira geração do Mercedes Classe C (W202) herdou muito do ADN do seu antecessor natural, o W201 (o bem conhecido 190). Melhorou em vários aspetos, aprimorou a estética com formas mais arredondadas, mas manteve o gene responsável por grande parte do seu sucesso: a qualidade de construção e a fiabilidade.



Não é por acaso que este Classe C foi também ele um dos modelos escolhidos para servir como taxi nas nossas cidades. Confortável, espaçoso quanto baste e com motores capazes de dar a volta ao mundo sem grandes contratempos mecânicos.

Com bons materiais no seu interior e uma qualidade de construção muito apurada, o Classe C ainda é daqueles automóveis construídos para viverem longos anos e por isso mesmo ainda são uma presença frequente nas nossas estradas.

A suspensão foi afinada tendo o conforto como principal objetivo pelo que não se espere um comportamento dinâmico acutilante ou entusiasmante, mas tem sempre reações previsíveis e sóbrias.

Como modelo de uma marca premium não se esperem valores muito baixos no que diz respeito aos custos de manutenção quando for chegada a hora de ir à assistência.

Motores
Sendo um modelo que viveu na última década do século passado ele assistiu a uma evolução tecnológica nos motores, nomeadamente nas unidades Diesel, o que explica a vasta gama de motorizações que teve ao longo do seu período de vida como produto. Assim nas versões a gasolina o Classe C conta com o 1.8 com 122 cv, o 2.0 com 136 cv, o 2.0 Kompressor com 180 cv, o 2.2 com 150 cv e o 2.3 com 193 cv de potência. Já nas propostas Diesel a oferta começa com o 200D com 75 cv, o 2.0D com 88 cv, o 220D com 95 cv, o 250D com 113 cv, o 2.5TD com 150 cv e o 220 CDI com 125 cv de potência.

Principais avarias e problemas
Os motores de quatro cilindros a gasolina podem ter algumas falhas. O 230K de 1996 apresentou alguns problemas no funcionamento a frio com a tomada do compressor a desencaixar com alguma facilidade. As versões equipadas com os motores da família CDI podem revelar um ralenti irregular.

Os vidros elétricos, especialmente os traseiros, podem ter problemas com o motor. O ponteiro do combustível pode não fazer uma leitura correta da quantidade do mesmo no depósito. Acima dos 150 mil quilómetros as caixas de velocidades podem começar a apresentar falhas de funcionamento.

Mercedes Classe C (1993-2000)
6.7 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Conforto
Fiabilidade
Qualidade de construção
Contras
Custos de manutenção
Suspensão demasiado suave
Fiabilidade8.5
Custos de manutenção5
Desvalorização7
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira6.5
Segurança6.5
Conforto7.5
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico6
Performance6
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Toyota Avensis (1998-2003)

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Com o lançamento do Avensis, a Toyota apresentou uma nova família de modelos que viria a ocupar o espaço do familiar Carina, então descontinuado, e representou um salto qualitativo que aproximou as propostas da marca japonesa dos rivais germânicos e franceses.



Com umas linhas muito sóbrias, talvez até demasiado, o Avensis trouxe consigo todo um legado de fiabilidade da Toyota que fez com que tivesse um bom sucesso no seu segmento, considerando o domínio dos modelos alemães no mesmo.

Muito confortável, este familiar oferece um interior com bons materiais e uma qualidade de construção rigorosa. A posição de condução podia ser melhor pois o banco do condutor está algo alto em relação com a coluna de direção.

De um modo geral bem equipado de série nas versões mais altas, este Toyota, no entanto, não oferece muito equipamento nas versões base. A habitabilidade é boa e a sua bagageira com 500 litros de capacidade mostra-se generosa, apesar do seu acesso não ser muito amplo.

A suspensão assegura um bom conforto aos ocupantes, superando o mau piso com suavidade e garantindo uma viagem tranquila em auto-estrada. Em ritmos mais exigentes em estradas mais sinuosas ela confere ao Avensis um comportamento previsível apesar de não ser muito firme, o que faz com que não controle na perfeição algum adorno da carroçaria, mas nada de dramático.

Motores
Este familiar conta com uma gama de motores que começa com as propostas a gasolina 1.6 e 1.6 VVT-I, ambos com 110 cv, o 1.8 VVT-I com 129 cv, o 2.0 com 128 cv e o 2.0 VVT-I com 150cv. Nas versões a gasóleo contamos com o 2.0 TD com 90cv e o 2.0 D4-D com 110cv, unidade que surge como uma das melhores proposta pelo seu equilíbrio entre prestações e consumos que segundo a marca ficam em média nos 5,9 l/100km

Principais avarias e problemas

De um modo geral os motores que equipam o Avensis revelam-se fiáveis não havendo registos relevantes de problemas crónicos.

Os discos de travão podem ter tendência para ficarem vidrados, o que pode provocar algumas vibrações na travagem.

O comando à distância do fecho centralizado pode não funcionar corretamente.

Toyota Avensis (1998-2003)
6.4 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Conforto
Fiabilidade
Qualidade de construção
Contras
posição de condução
Equipamento nas versões base
Fiabilidade7.5
Custos de manutenção6.5
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira6.5
Segurança6
Conforto6.5
Consumo combustível6
Comportamento dinâmico6
Performance6
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