Suzuki Swift (2010-2017) – Motorguia
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Suzuki Swift (2010-2017)

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O pequeno utilitário da Suzuki manteve a sua sobriedade e eficácia nesta que é a sua terceira geração e melhorou ainda alguns aspetos pontuais face ao seu predecessor.



Muito sóbrio nas suas elegantes linhas o pequeno Swift faz da simplicidade e eficácia dois dos seus atributos. Modelo muito racional está ligeiramente mais confortável que a geração anterior graças a uma nova afinação nas suas suspensões. Mantém ainda assim uma excelente interatividade com o condutor com uns comandos diretos uma resposta pronta, o que até o torna divertido em algumas ocasiões.

O espaço é bom nos bancos dianteiros, mas atrás os passageiros já não irão tão desafogados pois a habitabilidade não o maior trunfo deste japonês. A bagageira peca pelo seu volume de apenas 211 litros, mas o Swift acaba por compensar de certa forma ao oferecer vários compartimentos de arrumação do interior.

Com um desenho simples o habitáculo oferece uma excelente ergonomia com todos os instrumentos e comandos no sítio certo e fáceis de utilizar de forma intuitiva e apenas se lamenta que nalguns painéis a qualidade dos plásticos não seja melhor.

Um dos melhores trunfos que este Swift herda da geração anterior é a sua fiabilidade. Fazendo justiça à boa fama da qualidade e durabilidade da construção de automóveis japonesa, estes Suzuki surge como um modelo confiável e um fiel companheiro para muitos quilómetros.

Motores
A gama de motores não é vasta, mas é apropriada e é composta por duas unidades a gasolina, o 1.2 VVT com 94 cv e o 1.6 VVT com 136 cv de potência e um motor a gasóleo, o 1.3 DDiS com 75 cv que não sendo um “poço de potência” compensa pelos seus baixos consumos.

Principais avarias e problemas
De uma forma geral um modelo fiável o Swift, como todos os automóveis do mundo, tem também alguns problemas e no caso dos modelos equipados com o motor 1.3 DDiS podem surgir contratempos com o filtro de partículas que pode partir. Foram registados alguns casos de anomalias com a válvula EGR e de alguns turbos partidos.

O Swift foi ainda sujeito a um regresso à assistência para corrigir um problema na bomba de água. Uma falha na montagem da coluna de direção também levou à chamada de alguns modelos à assistência para fazer a respetiva correção.

Suzuki Swift (2010-2017)
6.7 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Ergonomia
Fiabilidade
Comportamento dinâmico
Contras
Alguns plásticos
Volume da bagageira
Fiabilidade7.5
Custos de manutenção6.5
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira6.5
Segurança7
Conforto6.5
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico7
Performance6.5
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BMW Série 3 Compact (2001-2004)

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Desenvolvido tendo como base a plataforma do Série 3 E46, esta segunda geração do Compact surgiu mais “madura” face ao seu antecessor. Este modelo de acesso à gama BMW acabou por não ter uma vida muito longa devido ao nascimento do Série 1 que lhe “roubou” o espaço como modelo de entrada no universo da marca bávara.



Com umas linhas fluídas mas mais curtas que o Série 3 berlina, este Compact diferenciava-se também pelo formato das sua frente que se distinguia facilmente do resto da família devido ao formato separado das suas óticas graças ao desenho do capot. Também a traseira era bem diferente com um conjunto ótico mais simples e transparente.

No interior basicamente estamos perante um Série 3 como os outros em termos de desenho e também em termos da qualidade de construção e dos materiais utilizados, posicionando-se acima dos seus rivais.

O condutor usufrui de um bom posto de condução com uma posição correta e com todos os instrumentos virados para si, mas os ocupantes dos bancos traseiros certamente vão queixar-se um pouco do espaço disponível para as pernas que não é dos mais generosos.

Com um excelente comportamento dinâmico, este Compact cumpre no que diz respeito à supressão das irregularidades do piso, exibindo um bom conforto, ao mesmo tempo que a sua suspensão e direção se mostram eficazes e comunicativas para o condutor, se este imprimir um ritmo um pouco mais exigente, numa estrada mais sinuosa, por exemplo.

Motores

A gama começa com as opções a gasolina 316 ti, equipado com um motor 1.8 com 115 cv, 318 ti com um motor 2.0 com 143 cv e o mais potente 325 ti com um 2.5 capaz de debitar 170 cv. Com boas prestações, qualquer uma destas propostas não se mostra das mais comedidas nos consumos. Já nas propostas Diesel o Compact conta com o bloco de 2.0 litros do 320d aqui com 115 cv no 318 TD e 150 no 320 TD.

Principais avarias e problemas

O problema mais comum desta geração de modelos BMW com motores a gasóleo é o medidor de massa de ar que provoca um mau funcionamento do motor. Também os turbos dos modelos construídos em 2002 podem dar problemas.

As luzes avisadoras de falhas nos airbags podem acender no painel de instrumentos sem razão aparente. O limpa para-brisas traseiro também pode deixar de funcionar corretamente e o seletor da caixa de velocidades pode começar a fazer barulhos parasitas.

BMW Série 3 Compact (2001-2004)
6.5 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Prestações
Comportamento dinâmico
Qualidade de construção
Contras
Imagem pouco consensual
Habitabilidade traseira
Fiabilidade6
Custos de manutenção5.5
Desvalorização6
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira6
Segurança6.5
Conforto6.5
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico7.5
Performance7
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Ford Fiesta (1995_2002)

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Quando foi lançada em 1995, esta geração do Ford Fiesta revelou-se de imediato um sucesso. As suas linhas, o preço acessível e o equilíbrio entre prestações e custos de utilização fizeram dela uma das referências do segmento e ainda hoje é comum encontrar vários modelos deste Fiesta nas nossas estradas.



Esta quarta geração do Fiesta oferece um bom comportamento dinâmico com a suspensão a mostrar um bom equilíbrio entre o conforto e a eficácia no controlo dos movimentos da carroçaria, podendo até tornar-se num modelo divertido graças a uma direção direta e informativa.

Com alguns a materiais do interior a deixarem algo a desejar, este Ford ainda assim revela uma boa qualidade de construção e o ambiente a bordo é bom para a época, com o condutor a beneficiar de uma posição de condução equilibrada. Em termos de espaço há melhores opções na concorrência. A habitabilidade deste Fiesta não é das melhores, especialmente para quem viaje nos bancos traseiros.

Além do preço competitivo com que surgiu no mercado, este Ford Fiesta apresentava também uns bons valores nos custos de manutenção o que o tornou também muito apelativo para o nosso mercado.

Motores

As propostas de motores neste Fiesta começam nas unidades a gasolina com o 1.25i com 75 cv de potência e o 1.4 com 90 cv, unidades que lhe dão boas prestações apesar dos consumos não serem dos mais económicos do segmento. Além das unidades a gasolina o Fiesta conta também com os motores a gasóleo 1.8 D com 60 cv e o 1.8 TDDi com 75 cv, motores de uma geração em que a mais valia eram os consumos reduzidos mais do que as prestações.

Principais avarias e problemas

Nas unidades produzidas entre 1997 e 1998 o motor 1.25i tem tendência para exibir um desgaste muito acentuado.

Falhas na junta da árvore de cames são responsáveis por várias fugas de óleo nos motores 1.8 D. Alguns modelos de 1997 revelaram também fugas de óleo da direção.

Podem surgir ruídos nos travões causados pelas pastilhas que são demasiado rijas. As borrachas responsáveis pala estanquicidade do habitáculo também podem tornar-se barulhentas.

Ford Fiesta (1995_2002)
6.2 Avaliação
7.5 Utilizadores (1 Votar)
Pros
Prestações
Qualidade de construção
Comportamento dinâmico
Contras
Habitabilidade
Alguns materiais
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7
Desvalorização6
Qualidade dos materais5.5
Habitabilidade e bagageira5.5
Segurança5.5
Conforto6
Consumo combustível6
Comportamento dinâmico7
Performance6.5
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