Citroën Xsara Picasso (1999-2006) – Motorguia
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Citroën Xsara Picasso (1999-2006)

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Aquela que foi a estreia da Citroën no universo dos monovolumes não podia ser melhor. Com o Xsara Picasso a marca francesa conseguiu um produto capaz de ombrear lado a lado com a referência do segmento na altura, o Renault Scénic.



Senhor de uma boa luminosidade interior graças à sua superfície vidrada ser extensa, o Xsara Picasso oferece um interior espaçoso, merecendo destaque o autêntico “corredor” que existe entre os bancos dianteiros devido à inclusão da alavanca da caixa na base da elevada consola central.

Oferecendo uma enorme versatilidade graças à modularidade dos bancos e aos vários espaços de arrumação, este monovolume mostra-se capaz de dar uma boa respostas às necessidades de uma simples ida às compras ou às exigências de uma grande viagem com a lotação esgotada e muita bagagem.

Os materiais escolhidos para o interior podiam ser melhores, mas percebe-se num modelo onde o preço competitivo é um dos seus argumentos.

Confortável graças à suavidade da suspensão o Xsara Picasso inclui uma caixa robotizada como opção elemento que se revela algo lento nas mudanças de relação e isso por vezes não ajuda na facilidade de condução.

Motores
Equipado motores a gasolina gasóleo, o Picasso tem no 1.6 16v a gasolina nas versões de 90 e 95 cv o motor de entrada de gama. Nas opções com o mesmo combustível seguem-se o 1.8 16v com 110 e 117 cv e o 2.0 16v com 137 cv.

Compreensivelmente as opções Diesel foram as mais vendidas e são as mais procuradas no nosso mercado e contam com o 1.6 HDI com 92 cv e 110 cv e o 2.0 HDI com 90cv.

Entre todos a escolha mais equilibrada capaz de proporcionar boas prestações e os consumos mais baixos é o 1.6 HDI, especialmente o de 110 cv que surgiu já no final de vida desta geração do Xsara Picasso.

Principais avarias e problemas
Algumas anomalias de funcionamento no 1.8 16v podem obrigar a uma reprogramação da unidade de gestão. Alguns modelos equipados com o 2.0 HDI sofreram de problemas no common rail que revelou fugas de gasóleo. Nos modelos produzidos até 2002 os apoios do motor revelaram-se pouco robustos.

Verificaram-se alguns casos de necessidade de substituição dos radiadores, ainda dentro da garantia. Os apoios dos amortecedores e por vezes os próprios amortecedores tiveram de ser substituídos por falhas nos apoios. Foram registados casos de bombas da direção defeituosas que levaram à sua substituição.

O sistema de airbags dos modelos fabricados até Abril de 2000 pode revelar erros na sua parametrização o que levou à troca dos airbags laterais numa chamada à assistência que teve lugar a partir de Julho de 2000.

Citroën Xsara Picasso (1999-2006)
6.9 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Preço
Conforto
versatilidade
Contras
Caixa robotizada
Qualidade de alguns materiais
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira7.5
Segurança7.5
Conforto7
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico6.5
Performance6.5
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Citroën Xsara (1997-2004)

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Sucessor do Citroën ZX, o Xsara veio trazer um design mais fluído e moderno, sendo um dos modelos que de certa forma marcaram uma transição estética geracional no seio da marca gaulesa.



Lançado no mercado com um preço convidativo, o Xsara oferece uma boa habitabilidade e uma bagageira generosa com 408 litros de capacidade. Disponível nas carroçarias de cinco portas, coupé e carrinha, a gama Xsara assegurou a satisfação das mais variadas necessidades dos seus compradores e ainda hoje é presença comum nas nossas estradas.

Com uma suspensão equilibrada que lhe dá um bom compromisso entre conforto e eficácia dinâmica, o Xsara é um modelo fácil de conduzir e no dia a dia apenas se lamenta que a sua visibilidade traseira não seja mais ampla.

Competente em cidade e capaz nas viagens mais longas, o Xsara podia ter uma insonorização mais bem conseguida, mas ainda assim é algo que não mancha de forma significativa o conforto que oferece aos ocupantes.

Motores
Os motores que equipam o Xsara são vários, fruto também do seu tempo de vida como produto já que apanhou a introdução da família de motores HDI que vieram substituir os TD com que começou a ser comercializado. Assim no universo de propostas Diesel o Xsara conta com o 1.4 HDI de 70 cv, 1.9 TD de 92 cv e o 2.0 HDI nas versões de 90 e 110 cv de potência.
Já a oferta a gasolina é composta pelo 1.4 de 75 cv, o 1.6 de 88cv e o 1.6 16V de 110 cv.

Principais avarias e problemas
Alguns modelos equipados com o motor Diesel 1.9 TD revelaram problemas com a câmara de combustão que em certos casos chegou mesmo a levar à rutura do motor por volta dos 100 mil quilómetros. Os Xsara fabricados em Julho de 2002 foram alvo de uma reprogramação da gestão da centralina para resolver problemas de motor que foram detetados.

O ponteiro do depósito teve de ser substituído nos modelos HDI produzidos entre agosto e outubro de 2002 devido ao seu mau funcionamento. Nalgumas unidades foram assinalados casos de desgaste prematuro da bomba da direção assistida.

Citroën Xsara (1997-2004)
6.5 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Preço
Conforto
Habitalidade
Contras
insonorização
Visibilidade traseira
Fiabilidade6
Custos de manutenção7
Desvalorização6
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira7
Segurança6.5
Conforto7
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico6.5
Performance6
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Toyota Corolla (2001-2007)

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Por muitos considerado o melhor Corolla de sempre, esta geração elevou a fasquia da qualidade dos materiais e apresenta-se ainda com uma estética mais apelativa do que as gerações anteriores.



Apostada em fazer frente aos rivais germânicos a Toyota deu um salto qualitativo substancial com este Corolla. A qualidade de construção já estava patente nos anteriores modelos com este bem conhecido nome, mas agora a qualidade dos materiais veio reforçar e muito a sensação de robustez e solidez deste nipónico.

Com uma boa habitabilidade e senhor de um bom conforto graças ao eficaz trabalho da suspensão, este Corolla só peca um pouco por ter perdido alguma capacidade na bagageira face às anteriores gerações.

Fácil de conduzir em ambiente citadino este Toyota não se nega a uma viagem mais longa ou a um traçado mais sinuoso, onde se mostra muito previsível e fácil de controlar, naturalmente sem ser particularmente entusiasmante.

Motores
A gama de motores é composta pelas unidades a gasolina 1.4 com 97 cv, 1.6 com 110 cv e a mais potente 2.0 com 192 cv e estende-se à opções a gasóleo com o 1.4 D-4D de 90 cv e o 2.0 D-4D com 110 e 116 cv. Estas unidades Diesel são muito equilibradas na sua relação entre prestações e bons consumos e só se lamenta o facto de serem algo ruidosas, fazendo-se sentir em demasia no interior do habitáculo.

Principais avarias e problemas
As primeiras unidades equipadas com os motores D-4D surgiram com a correia da distribuição demasiado esticada o que causou um desgaste prematuro nos tensores. Nalguns modelos foram detetadas falhas de impermeabilização na tampa do bocal do óleo dos travões.

Os pneus podem apresentar um desgaste maior do que o esperado e nalguns modelos foi necessário fazer uma reprogramação para solucionar uma anomalia no fecho centralizado.

Toyota Corolla (2001-2007)
6.7 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Conforto
Acabamentos
Habitalidade
Contras
Insonorização
Capacidade da mala
Fiabilidade7.5
Custos de manutenção6.5
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira6.5
Segurança7
Conforto7
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico6.5
Performance6.5
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Renault Twingo (2014-…)

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Esta terceira geração do Renault Twingo marca uma autêntica revolução no conceito deste citadino. Passou a ter cinco portas e o motor passou para a traseira, fruto da parceria com a Smart, que juntamente com o construtor francês desenvolveu esta geração do Twingo e também o Smart Forfour II, levando a que os dois modelos partilhem a mesma plataforma.



Com esta mudança, o Twingo perdeu o gene de “pequeno monovolume” que tinha na primeira geração e alguma da versatilidade que isso acarretava, mas ganhou uma facilidade de condução em cidade ainda maior pois tem um melhor diâmetro de viragem e apesar de ser ligeiramente mais curto em comprimento que a segunda geração do Twingo ele apresenta uma melhor habitabilidade.

Com o melhor acesso ao interior graças às quatro portas, este Twingo por seu turno perdeu alguma capacidade de bagageira, ficando-se pelos 174 litros de capacidade. O habitáculo tem um desenho simples, mas moderno e funcional, não se podendo esperar grandes requintes em termos de materiais num modelo desta natureza. De forma a conseguir compensar alguma da versatilidade perdida face às anteriores gerações, este Twingo oferece vários pequenos espaços de arrumação para guardar os mais variados objetos.

A suspensão assegura que tudo neste Twingo decorre de forma previsível e garantem um conforto adequado a um citadino. Só o campo da insonorização fica um pouco comprometido quando a viagem é mais longa e a velocidades mais altas pois então este Renault revela alguns ruídos aerodinâmicos.

Motores
Equipado apenas com dois motores a gasolina, este Twingo conta com duas unidades capazes para as necessidades citadinas a que este pequeno gaulês se propõe. Assim, o SCE de 70 cv e o TCE, turbocomprimido, com 90 cv são dois motores de três cilindros que se mostram suficientes para as voltas urbanas, mas não impressionam pelas suas prestações. Em compensação são duas motorizações que não se mostram muito gulosas no que diz respeito aos consumos.

Principais avarias e problemas
Os modelos produzidos até junho de 2015 equipados com o motor TCE revelaram alguns problemas de funcionamento que foram resolvidos com uma nova programação.

Algumas unidades revelaram anomalias no sistema Strat & Stop sendo que nalguns casos este deixou mesmo de funcionar por completo. Os amortecedores do eixo dianteiro levaram a uma chamada à assistência para serem substituídos devido a ruídos que surgiram de forma prematura.

Em termos eletrónicos este Twingo pode evidenciar falhas no sistema multimédia, funcionamento do ABS de forma intempestiva e dificuldades no arranque.

Renault Twingo (2014-...)
6.5 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Habitalidade
Agilidade em cidade
Espaços de arrumação
Contras
Insonorização
Capacidade da bagageira
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7
Desvalorização6
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira6
Segurança7
Conforto6.5
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico6.5
Performance6
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