BMW Série 2 Active Tourer (2014-…) – Motorguia
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BMW Série 2 Active Tourer (2014-…)

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O BMW Série 2 Active Tourer é um modelo marcante do construtor alemão pois representa o primeiro modelo com tração dianteira da marca e ao mesmo tempo aquele que apresenta o maior cariz de monovolume.

Muito racional na sua abordagem ao universo dos monovolumes, a BMW tem no Série 2 Active Tourer um modelo espaçoso e que apresenta uma boa qualidade de construção e de escolha dos materiais, o que favorece muito o ambiente que se vive a bordo e quem tiver uma família um pouco maior tem no Gran Tourer uma proposta com sete lugares.

A bagageira é boa e o único ponto que deixa algo a desejar é que o Série 2 Active Tourer não apresenta uma modularidade como outros concorrentes, em que se pode variar as configurações do interior em função das necessidades do momento, facto que lhe retira um pouco da versatilidade que se espera para modelos deste segmento.

A posição de condução é boa e o condutor beneficia de uns comandos precisos, de resposta rápida e informativos, ou seja, o ADN BMW em que as sensações de condução são sempre uma das prioridades, está presente, mas muito domado e corretamente equilibrado com o conforto necessário a um modelo desta natureza.

Se a este equilíbrio no comportamento somarmos o facto de estarmos perante o primeiro modelo de tração dianteira do construtor alemão, podemos dizer que a BMW não se saiu nada mal.

Motores

O BMW Série 2 Active Tourer surge no mercado com os motores a gasolina 216i de 109 cv, 218i de 140 cv, 220i de 192 cv e o híbrido 225xe com 224 cv.

Nas propostas Diesel a gama é composta pelo 216d com 116 cv, 218d com 150 cv e 220d com 190cv. Todos estes motores se mostram ajustados ao Active Tourer pois revelam um bom equilíbrio entre prestações e consumos.

Principais avarias e problemas

Problemas com a válvula EGR têm provocado perdas de potência nos modelos equipados com os motores Diesel.

Foram registados casos de falhas na climatização que afetam o seu funcionamento e as caixas automáticas também revelaram problemas que são resolvidos com uma reprogramação.

As fixações dos bancos em alguns modelos produzidos em 2016 levaram a uma chamada à assistência para serem corrigidas.

BMW Série 2 Active Tourer (2014-...)
7.1 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Qualidade
Habitabilidade
Comportamento equilibrado
Contras
Preço
Versatilidade
Custos de manutenção
Fiabilidade7
Custos de manutenção6
Desvalorização7
Qualidade dos materais7.5
Habitabilidade e bagageira7
Segurança8
Conforto7
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico7
Performance7
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Audi A1 (2018-…)

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O Audi A1 é o modelo de entrada no universo da marca dos anéis e esta segunda geração cresceu ligeiramente em dimensões face ao seu antecessor o que lhe deu um pouco mais de argumentos em termos de espaço.



Dentro do seu segmento não estamos perante a proposta mais acessível em termos de preço, mas, de certa forma, este A1 compensa esse facto com um bom nível de equipamento e muitas soluções tecnológicas que é mais comum vermos em modelos de segmentos superiores, como as ópticas em LED, ou os sistemas de auxílio à condução como o aviso de mudança de faixa, por exemplo.

O interior tem um desenho moderno com linhas quebradas e modernas e a habitabilidade, especialmente nos bancos traseiros, melhorou substancialmente face ao Primeiro A1. Contudo, apesar da qualidade de montagem estar no patamar a que a Audi nos habituou, o mesmo já não pode ser dito em relação a alguns dos materiais utilizados que ficam um pouco aquém de um modelo premium.

Confortável nas mais variadas situações de condução, este A1 exibe uma boa insonorização e um trabalho da suspensão eficaz a suprimir as armadilhas do piso. Mostra-se fácil de conduzir no dia a dia e a direção é precisa quanto baste. Quando o trajeto se mostra mais exigente, ou o condutor gosta de imprimir um ritmo mais intenso, este A1 cumpre, é previsível e seguro nas reações, mas não foi talhado para grandes emoções ao volante.

Motores
Equipado apenas com motores a gasolina, este A1 conta com a unidade com 1.0 litros de cilindrada nas versões 25 TFSI com 95 cv e 30 TFSI com 116 cv de potência. Segue-se o 35 TFSI motor 1.5 com 150 cv e por fim o mais potente 40 TFSI com uns redondos 200 cv produzidos pelo motor de 2.0 litros. Estamos perante motores com um bom desempenho, mesmo o menos potente 25 TFSI acaba por cumprir sem grandes problemas, sendo que o 35 TFSI se mostra a escolha mais equilibrada entre prestações e consumos.

Principais avarias e problemas
Todos os motores TFSI podem exibir alguns problemas de uma certa instabilidade quando estão a trabalhar ao ralenti. Os 25 e 30 TFSI podem exibir anomalias nos injetores. O 35 TFSI pode acender a luz do motor devido a um problema com a informação da posição da árvore de cames.

O compressor do ar condicionado pode deixar de funcionar, comprometendo a climatização. Algumas falhas eletrónicas podem comprometer o funcionamento do sistema multimédia e do GPS.

Audi A1 (2018-...)
6.2 Avaliação
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Pros
Conforto
Equipamento
Insonorização
Contras
Preço
Alguns materiais
Fiabilidade6
Custos de manutenção5
Desvalorização6
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira6
Segurança6.5
Conforto7
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico6.5
Performance6.5
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Mercedes Classe A (2018-…)

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Com o desenho arrojado do interior, onde o ecrã digital domina todo o tablier, este Classe A deu um passo estético onde a componente tecnológica se conjuga na perfeição com ambiente moderno e requintado do seu habitáculo.



Apesar de não ser dos mais espaçosos do segmento, este Classe A oferece um interior confortável com uma boa posição de condução e só se lamenta que em auto-estrada se faça sentir algum ruído aerodinâmico. De resto, os materiais são de boa qualidade e a sua montagem não merece reparos de maior, o que contribui para uma boa sensação de robustez.

Fácil de conduzir, esta quarta geração do Classe A é também eficaz quando o níveis de exigência na condução sobem um pouco. Numa estrada mais sinuosa ele mostra-se competente, mas poderia ser mais divertido se a direção fosse mais direta e informativa. Ainda assim cumpre, mostra-se previsível e sóbrio nas suas reações, podendo até proporcionar bons momentos de diversão ao volante. Só não é mais entusiasmante porque a sua suspensão tem uma afinação que não deixa de lado as preocupações com o conforto e por isso os movimentos da carroçaria não são dominados em pleno, mas isso é natural e tem o evidente verso da medalha que é uma boa capacidade para filtrar o mau piso.

Motores
A escolha de motores é vasta e começa com as unidades a gasolina 1.4 com 109, 136 e 163 cv, o 2.0 com 190 e 224 cv e o mais desportivo e potente A 35 AMG com 306 cv. Nas opções Diesel este Classe A conta com o 1.5 d com 95 e 116 cv e o 2.0 d com 150 e 190 cv. As unidades menos potentes mostra-se um pouco aquém do esperado, mas as restantes oferecem um bom compromisso entre prestações e consumos, sendo que nesse particular o a versão 180 a gasolina (1.4 com 136 cv) e o 200 d a gasóleo (2.0 com 150 cv) são os motores que se destacam.

Principais avarias e problemas
Até ao momento os motores do Classe A não têm revelado problemas demasiado complexos ou recorrentes. Apenas é de assinalar uma anomalia com um dos apoios do motor que pode gerar alguns ruídos com o passar da quilometragem.

A caixa automática pode bloquear numa relação, algo que é resolvido com uma reprogramação e a unidade que comanda a climatização pode deixar de funcionar.

Mercedes Classe A (2018-...)
6.4 Avaliação
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Pros
Qualidade
Ambiente a bordo
Comportamento dinâmico
Contras
Insonorização
Direção algo vaga
Fiabilidade6
Custos de manutenção5
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira6
Segurança6.5
Conforto7
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico7
Performance6.5
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DS 7 Crossback (2017-…)

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Com o lançamento do DS 7 Crossback a marca francesa mostrou ao mundo o seu topo de gama mais refinado e requintado, repleto de tecnologia em que o conforto é o seu maior argumento.



Com um desenho original e moderno, como a DS nos habituou, este DS 7 Crossback apresenta uma boa qualidade de materiais e acabamentos que muito contribuem para o conforto e uma sensação de requinte no seu generoso habitáculo. Esse conforto é reforçado por um bom trabalho da suspensão que lida bem com todos os desafios da estrada e fazem deste modelo um excelente companheiro de viagem.

Já em cidade a sua visibilidade não é a melhor e isso não ajuda muito em algumas manobras do dia a dia. O que também não ajuda muito a tarefa do condutor é a ergonomia dos vários comandos que podem gerar alguma confusão na sua utilização, mas nada que o hábito não resolva.

Quando a estrada se torna mais exigente e sinuosa o DS 7 Crossback mostra-se previsível e sóbrio, mas com uma suspensão claramente focada no conforto não se espere grande agilidade ou emoção.

Nos modelos equipados com motores Diesel a insonorização podia ser um pouco melhor já que o ruído dos mesmos sente-se um pouco em demasia no habitáculo.

Motores
A gama DS 7 conta com várias opções a nível de motores, começando pelas unidades a gasolina Puretech 1.2 com 130 cv e 1.6 com 180 e 225 cv de potência. Nas opções Diesel a família BlueHDI é representada pelo 1.5 com 130 cv e 2.0 com 180 cv. Há ainda a opção híbrida E-Tense com 300 cv. Os consumos de um modo geral não são exagerados sendo que a versão híbrida consome em média 2,2 l/100km segundo a marca gaulesa e as versões Diesel não passam dos 4,9 l/100km.

Principais avarias e problemas
Os motores 1.2 Puretech a gasolina podem revelar problemas de distribuição. Já o Diesel 1.5 BlueHDI de 130 cv pode revelar perdas de potência devido a anomalias no turbo e gerar alguns odores a gasóleo devido a uma fuga no sistema de alimentação.

Nalgumas unidades foram detetados ruídos nos braços da suspensão e amortecedores dianteiros e a direção pode ganhar algumas vibrações.

O ar condicionado pode deixar de funcionar devido a falhas no compressor que podem levar à sua substituição.

DS 7 Crossback (2017-...)
6.6 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Conforto
Qualidade
Habitabilidade
Contras
Visibilidade
Insonorização
Fiabilidade6
Custos de manutenção6
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7
Conforto7.5
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico6
Performance6
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