Como fazer um test-drive a um Usado – Motorguia
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Como fazer um test-drive a um Usado

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Não conhece nenhum mecânico ou amigo “expert” em automóveis e vai ter de assumir o teste de estrada do carro usado que quer comprar. Não é tão difícil assim.

Há algumas semanas que vem analisando os anúncios de carros usados ​​e uma das escolhas está feita ao ponto de se preparar para o ver ao vivo. Vai conhecer o vendedor e fazer uma observação pormenorizada depois de ter lido o nosso texto sobre “Os perigos de comprar carro usado” e falta apenas o teste-drive para tirar todas as dúvidas. E aqui é onde você precisará aplicar um pouco de estratégia.

O test-drive de um usado é totalmente diferente do teste de estrada de um automóvel novo. Com o Usado terá de se preocupar com muitos outros pormenores.

FAÇA O TESTE DURANTE O DIA – A luz do dia revela tudo. Sempre se ouviu dizer que negócios de automóveis não se fazem à noite. Alguma razão terá a sabedoria popular para produzir esta afirmação. É difícil, se não impossível, inspecionar visualmente um veículo usando uma lanterna. Você corre o risco de perder alguns aspetos importantes, como a presença de ferrugem ou desgaste de pneus e outras peças, para não mencionar o facto de que algumas cores de carros parecem muito diferentes à noite do que à luz do dia. Um compromisso diurno, mesmo no fim-de-semana, é, portanto, a melhor maneira de dar o pontapé inicial.

ESCOLHA DO ITINERÁRIO – Procure fazer um reconhecimento no Google Maps nas imediações ponto de encontro que lhe permita conduzir em vários cenários: subidas acentuadas, descidas, estrada em estado degradado e trepidante, autoestrada ou uma via rápida, cenários suficientes para perceber ruídos, dificuldades e outros aspetos da condução que lhe possam revelar o estado real da viatura que quer comprar. Com este tipo de estradas vai poder experimentar a resposta do motor nos vários regimes, a travagem, as reações da suspensão, a embraiagem e a direção.

MÁXIMA CALMA – Não precisa de fazer o test-drive a correr. Conduza devagar, sem o rádio ligado. Conduzir devagar de forma descontraída é o melhor teste ao conforto, insonorização e capacidade de apreensão dos diversos ruídos que o veículo pode evidenciar. Vá experimentando o ar condicionado e todos os sistemas elétricos.

Jamais marque o test-drive a uma hora de ponta. Se só tiver disponibilidade durante a semana marque a meio da manhã, à hora de almoço ou no início da tarde. Fazer o teste em pára-arranca é meio caminho andado para comprar gato por lebre.

CONCLUSÃO – Se tiver dúvidas sobre o estado do veículo não deixe de perguntar ao proprietário a razão de determinado ruído ou reação do veículo. Se não for suficientemente convincente na explicação, deve evitar o negócio ou sujeitar o carro à opinião de uma oficina independente. É preferível gastar alguns euros para ouvir uma opinião profissional ao invés de ficar com um carro que lhe pode vir a ser bastante mais caro do que inicialmente previa.

 

Manutenção

O que fazer depois de comprar um carro usado

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Comprar um usado implica sempre cuidados acrescidos face à compra de um modelo novo, por isso aqui lhe deixamos alguns conselhos para assegurar que tira o melhor partido da sua compra.



Documentos em ordem
Assegure-se que toda a documentação é tratada corretamente. Esta tarefa até pode ser feita no momento da compra de forma a que fique logo o processo todo tratado.

Necessita dos seus documentos pessoais e dos do vendedor (no caso de ser um particular) e tem de preencher o Requerimento de Registo Automóvel que pode descarregar aqui na página do Instituto dos Registos e do Notariado. Depois de devidamente preenchido por ambas as partes basta registar o acto da compra e venda num notário ou numa Loja do Cidadão e aguardar a receção do Documento Único Automóvel já em seu nome.Virando as atenções para o carro em si, confirme as datas da inspeção periódica do automóvel e do Imposto Único de Circulação (IUC) e verifique se está tudo e dia. Trate também do seguro de forma a que fique válido logo desde o primeiro momento em que o carro é seu.

Prevenção mecânica
Se não levou um mecânico consigo para ver o carro antes de o comprar, então deve fazê-lo agora e garantir que qualquer anomalia é devidamente reparada antes que se possa tornar numa complicação maior. Além disso, deve substituir todos os filtros (ar, combustível, óleo e ar condicionado) e mudar também todos os fluídos (óleo, óleo dos travões e liquido de refrigeração). Se não estiver totalmente confiante com o passado do veículo então também é aconselhável trocar o kit de distribuição (correia e tensores) pois se porventura a correia não estiver no melhor estado e partir então os danos podem ser muito complicados e onerosos e é melhor jogar pelo seguro.
Não se esqueça de ver a condição dos amortecedores, dos pneus e da bateria. Mesmo não trocando estes elementos de imediato, pelo menos fica com uma ideia de quando o terá de fazer, ou se por outro lado está tudo bem e é menos um conjunto de preocupações.

Conheça o seu “novo” automóvel
Para começar deve ler o manual de instruções. Há sempre detalhes diferentes de marca para marca e de carro para carro e por isso convém saber os pormenores particulares do modelo que comprou. Aproveite e dê uma boa lavagem exterior e uma limpeza profunda no interior. Desta forma consegue fazer uma análise mais detalhada e encontrar algo que lhe tenha escapado quando viu o carro antes da compra e que tenha de ser arranjado. Por fim, deve fazer algumas viagens, curtas e mais longas, para assimilar o comportamento do automóvel e com isso ficar mais familiarizado com o mesmo, o que no futuro lhe permitirá aperceber-se de alguma reação que não seja habitual e que possa indiciar um problema para resolver.

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Manutenção

Como cuidar das jantes do seu carro

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As jantes são um importante elemento do seu veículo. Além da componente estética também são responsáveis pela proteção de elementos mais sensíveis do automóvel. Em caso de impacto num buraco da estrada, por exemplo, a jante pode sofrer com isso, mas a força do impacto fica na jante e não afeta outros componentes da suspensão mais sensíveis e mais complexos e onerosos de reparar. As jantes de liga leve ainda ajudam na redução do peso da roda tornando mais eficaz o trabalho da suspensão.



As jantes são normalmente um fator determinante na estética de um automóvel. São sempre alvo de uma escolha apurada no momento da compra e por vezes ao longo do tempo de vida do veículo são substituídas por outras mais ao gosto do condutor. Portanto são um componente muito ligado à vertente visual do veículo e ao mesmo tempo um dos que mais se suja e degrada.

Vamos por isso deixar-lhe algumas dicas para cuidar bem das jantes do seu carro:

1 – Nunca limpe as jantes quando estas estão quentes
Se acabou de chegar com o carro e as jantes estão quentes ainda, essa não é uma boa altura para lavar as jantes. O metal não gosta de variações súbitas de temperatura.

2 – Limpe as jantes pelo menos uma vez por mês
As jantes acumulam muito pó oriundo das pastilhas de travão e estão sujeitas aos mais variados tipos de materiais depositados nas estradas, alguns deles corrosivos. Por isso lavar as jantes pelo menos uma vez por mês vai evitar que estes materiais nocivos se acumulem na jante e que com o tempo causem danos irreversíveis na mesma. Além disso, a sujidade acumulada torna-se mais difícil de remover com o tempo e há até quem sugira que as jantes devem ser lavadas uma vez por semana.

3 – Lavar o carro primeiro ou as jantes?
Lave sempre as jantes primeiro. Dessa forma evita que depois do carro todo bem lavado haja sujidade das jantes que volte a sujar a carroçaria. Se lavou o seu automóvel com uma máquina de pressão preste atenção pois as jantes não devem ser lavadas com água a uma pressão superior a um bar pois pode ser demasiado agressivo para as mesmas.

4 – Atenção aos produtos utilizados
Escolha bem o produto de limpeza para as suas jantes e proteja os discos e os travões pois alguns produtos podem conter substâncias demasiado corrosivas ou também gordurosas e isso pode comprometer a plena eficácia dos travões. Além disso certos produtos de menor qualidade apostam na rapidez da remoção da sujidade e muitas vezes isso significa que são muito ácidos e corrosivos, o que com o tempo vai retirar o brilho da jante, deixando-a baça.
pode sempre recorrer a uma solução caseira segura que é utilizar um normal detergente para a loiça diluído em água numa proporção de 1 para 3, uma parte de detergente para três equivalentes de água.

5 – Cuidado com as esponjas e escovas
Esteja atento ao tipo e à qualidade das esponjas, das escovas ou dos panos que utiliza na limpeza das jantes. As esponjas ou escovas não devem ser demasiado duras ou ásperas e qualquer tipo de metal está fora de questão (como lã e aço ou algo semelhante) pois não queremos riscar a jante ou degradar o seu brilho.

6 – Tenha paciência
Algumas jantes são mais complicadas de limpar que outras. Se por um lado as jantes com poucos raios não são um desafio muito complexo, já as jantes multi-raios exigem por vezes um enorme trabalho para limpar cada um dos espaços do seu intrincado desenho. Nada que uma escova pequena e muita paciência não resolvam, por isso esteja preparado para levar o seu tempo entretido a limpar as jantes do seu carro.

7 – Acabamento
Depois de bem limpas as jantes podem ser protegidas com uma cera líquida incolor que vai reforçar o seu brilho e facilitar a remoção da sujidade que venham a acumular no futuro. Preste também especial atenção aos produtos de polimento. Estes não devem ser utilizados em jantes pintadas de cor mate pois vão danificar a pintura.

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Manutenção

As matrículas antigas têm de ser trocadas pelas novas?

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A cada dia que passa mais são os modelos que vemos na estrada com as novas matrículas que entraram em vigor a partir do final de Fevereiro de 2020, quando terminou a anterior série de matrículas. Mas, não são apenas os automóveis novos matriculados que vemos na estrada com as novas matrículas, também modelos anteriores a Fevereiro já se veem com o novo formato apesar da conjugação entre letras e algarismos ser ainda a anterior, o que pode levantar a questão se é obrigatório mudar todas as matrículas para esta nova configuração.



A resposta é simples: Não é obrigatório mudar as matrículas antigas para as novas. Esta dúvida também surgiu quando há muitos anos atrás surgiram as matrículas com o fundo branco. Também na altura se questionou se era obrigatório mudar as antigas matrículas com fundo preto e caracteres brancos em relevo. Também não era, mas podia ser feito.

As novas matrículas compostas por dois conjuntos de letras e um de algarismos, sem nenhum hífen e sem indicação da data são regulamentadas pelo Decreto Lei 02/2020 de 14 de janeiro que refere claramente que: “Os modelos que agora se aprovam passam a ser obrigatórios para todas as matrículas atribuídas a partir da data em que se esgotar a atual série de números de matrícula, podendo as chapas de matrícula que já se encontram instaladas no parque de veículos em circulação manter -se em uso, sem necessidade de substituição, que poderá, no entanto, ser efetuada pelos proprietários dos veículos caso assim o desejem”.

Portanto a conclusão é clara, as matrículas antigas não têm de ser trocadas pelas novas, mas quem quiser pode fazê-lo.

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