Porsche 917K de Steve McQueen pode valer mais de 10 milhões – Motorguia
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Porsche 917K de Steve McQueen pode valer mais de 10 milhões

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O Porsche 917K de Steve McQueen que o ator conduziu no filme Le Mans de 1971 vai a leilão no início do ano e pode muito bem tornar-se no Porsche mais caro de sempre.



Juntem-se os seguintes elementos: um Porsche 917K, Steve McQueen, Le Mans, cinema, cultura pop, história e paixão automóvel e temos provavelmente um dos carros mais desejados pelos colecionadores a nível mundial. Por isso, é normal que o próximo leilão da leiloeira Mecum que terá lugar em Kissimmee, na Flórida, Estados Unidos, entre 7 e 19 de janeiro, esteja a gerar um enorme entusiasmo pois no dia 18 o Porsche 917K com o chassis 917-022 que foi conduzido pelo “King of Cool”, Steve McQueen no filme Le Mans de 1971, vai ser leiloado.

Este icónico Porsche já teve alguns proprietários começando pelo próprio Steve McQueen que o adquiriu novinho em folha em 1970, passando depois pelos pilotos Reinhold Joest, Brian Redman e Richard Attwood e os colecionadores Frank Gallogly e Jerry Seinfeld, o famoso comediante e apaixonado pela Porsche que o adquiriu em 2001.

Apenas foram feitas 12 unidades deste Porsche 917K e este em concreto foi alvo de um restauro completo pela conceituada Cavaglieri Restorations, mas uma das coisas que faz dele uma raridade ainda maior é que mantém o seu motor original, um 12 cilindros opostos com 4,5 litros de capacidade.

Veremos então como se sai este 917K com as míticas cores da Gulf neste leilão, logo no início do ano, e se bate as expectativas que estão a ser avançadas de que a licitação vencedora pode ultrapassar os 10 milhões de euros.

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O adeus à AC Schnitzer

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A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.


Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.

Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”

O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.

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Mais radares de velocidade média

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O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.


Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.

A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.

Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.

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