Rally Dakar em 2022 vai ter muitos camiões e muita areia – Motorguia
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Rally Dakar em 2022 vai ter muitos camiões e muita areia

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Regressa o rali mais duro do mundo… o Dakar regressa às pistas da Arábia Saudita para seguir na senda que marcaram as suas origens. Dunas, muitas dunas e muita navegação vão marcar a corrida que vai ter início no dia 2 de janeiro de 2022.

Já foi apresentada a 44ª edição do Rally Dakar que volta a ser corrido na Arábia Saudita (já lá vão três anos). Arranca em Ha´il, termina em Jeddah e tem um dia de descanso em Riad, mas ao “inclinar” o percurso mais para sudeste, os organizadores trazem mais areia à prova e ao desafio.

O rali arranca a 2 de janeiro e termina a 14 do mesmo mês. A competição baseia-se na travessia e navegação fora de pista, enquanto os descalabros no cronómetro chegam de furos como aqueles que se sofrem em etapas mais pedregosas.

Como novidade para 2022, com a vontade de levar o Dakar para as emissões de carbono mais reduzidas, foi criada a categoria T1-E, reservada a protótipos experimentais nesse âmbito. O horizonte para colocar um fim aos motores de combustão nos automóveis participantes situa-se em 2030.

Em 2022 será a segunda edição do Dakar Classic, que no passado mês de janeiro despertou muito interesse. Serão introduzidos ajustes ao regulamento. A regularidade já não vai ser o único critério de avaliação. Em alguns troços que representarão em torno de 20% do percurso, serão unicamente percorridos através da navegação.

O sucesso desta nova modalidade reservada para automóveis e camiões dos anos 80 e 90, supõe uma nova forma de fazer a aventura Dakariana. Uma nova forma de desfrutar da pilotagem. Tanto assim é que já se prevê que a lista deste tipo de veículos pode duplicar. Muito serão camiões.

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Tesla volta a atrasar início de produção do Semi

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A empresa norte-americana anunciou que o início da produção do seu camião 100%, que foi apresentado em 2017, voltará a ser atrasado.



O Tesla Semi não vai começar a ser produzido na nova fábrica da marca no Nevada antes de 2022. A mesma sorte terá a sua pick-up Cybertruck. A falta de componentes de células para as bateria, devido a problemas na cadeia de fornecimento, é a responsável por este novo atraso.

O impacto deste camião, destinado a revolucionar o transporte de mercadorias, está a diluir-se pela apresentação dos primeiros camiões elétricos das marca generalistas. Já circulam em condições reais de trabalho modelos 100% elétricos da MAN, Mercedes-Benz, Renault Trucks ou Volvo Trucks.

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Novo Mercedes-Benz Econic já está em fase de testes

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O veículo totalmente eléctrico de 27 toneladas para recolha de lixo será produzido em série já a partir de 2022.




O eEconic é baseado na arquitectura do eActros e destina-se a operações municipais urbanas. Está neste momento na fase de testes intensivos, com os engenheiros focados essencialmente na segurança, performance e durabilidade do mesmo.

O eEconic terá também de mostrar as capacidades das suas baterias e sistema de propulsão tanto em condições invernais ou estivais, assim como serão avaliados os níveis de ruído, compatibilidade electromagnética, havendo ainda test drives em estradas mais difíceis.

Logo que esta fase esteja concluída, a Mercedes-Benz Trucks avança para os testes em condições reais de utilização junto dos clientes. O início da produção em série na fábrica de Wörth será na segunda metade de 2022.

Grande parte das especificações técnicas centrais são idênticas às do Mercedes-Benz eActros. A ideia é que no futuro o eEconic seja capaz de cobrir a maioria das operações típica do Econic em rotas de recolha de lixo, sem necessidade de recarregamento durante o percurso, localmente neutro em questões de CO2 e silencioso.

O eEconic, de 27 toneladas, será inicialmente lançado no mercado com a configuração de 6×2 NLA, como veículo de recolha de lixo. Tal como o eActros, tem uma eixo eléctrico com dois motores eléctricos integrados e uma caixa de duas velocidades.

A bateria será composta por três packs, cada um com uma capacidade de cerca de 105kWh. Ambos os motores geram uma potência contínua de 300 kW, com um pico de 400 kW. Além disso, o veículo tem a possibilidade de recuperar energia, o que é uma vantagem especialmente neste tipo de operações.

 

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Glenfiddich produz biogás com resíduos do seu whisky de malte

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O produtor de whisky escocês Glenfiddich está a converter os seus camiões de distribuição para que trabalhem com biometano, gás é produzido a partir dos resíduos do seu whisky de malte durante o processo de destilação.



Na destilaria da William Grant and Sons, Dufftown, na Escócia, a empresa instalou estações de serviço, pois tem o firme objetivo de converter os resíduos da sua produção de whisky em combustível de carbono para os seus camiões de distribuição.
A empresa está imersa numa iniciativa sustentável para processar a 100% os seus resíduos. A marca de whisky vendia os grãos que sobejavam do processo do malte como alimento para o gado com pouco teor proteico.

Não obstante, através de um processo de digestão anaeróbica, no qual as bactérias decompõem a matéria orgânica produzindo biogás, a destilaria pode empregar estes resíduos líquidos de forma a produzir o seu próprio combustível, e deste modo, reciclar todos os resíduos.
Atualmente, este biometano já está a ser consumido por três camiões Iveco que realizam o transporte do dito whisky desde a destilaria de Dufftown até a engarramento da bebida, noutras quatro instalações da empresa localizada no centro e oeste da Escócia.

A William Grant ans Sons conta com uma frota de 20 camiões que planeia reconverter para biogás na sua totalidade. Pretende ainda revelar este “segredo” a outras marcas de whisky.

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