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Como poupar com os pneus

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Circular com os pneus com a pressão correta é fundamental por várias razões e uma delas é a poupança.



Os pneus são um elemento fundamental em qualquer veículo pois são eles o único elo de contacto com a estrada. Sabia que por exemplo num automóvel a área de contacto de cada pneu com o asfalto é sensivelmente a mesma que a palma de uma mão? Por aí pode ver quão importantes são estes componentes tantas vezes deixados para segundo plano.

Evitar gastos desnecessários

Os pneus são também muito importantes no consumo pois se circular com uma pressão baixa, o pneu vai ter uma maior superfície de contacto com a estrada, gerando mais atrito e levando a um aumento do consumo de combustível pois o motor terá de fazer um esforço maior para superar esse atrito. Consequentemente também aumentam as emissões de CO2 já para não falar no aumento do desgaste do próprio pneu, o que vai reduzir o seu período de vida útil, obrigando a um novo investimento em pneus mais cedo do que o previsto.

Assim sendo para manter a eficiência de todos os elementos no campo do consumo é importante circular sempre com a pressão recomendada e convém verificar o seu valor pelo menos uma vez por mês e para a aferição ser a mais correta esta deve ser feita com os pneus frios.

A título de exemplo circular com menos um bar de pressão do que o valor recomendado pode significar um aumento no consumo de combustível acima dos 6%. Portanto já sabe, se quer poupar tanto no consumo de combustível como na manutenção de uma boa vida útil dos pneus do seu veículo, convém mensalmente verificar se circula com a pressão recomendada.

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Como lidar com o frio

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O inverno e as baixas temperaturas colocam desafios aos automóveis que vão além das dificuldades de encontrar gelo ou neve na estrada. O próprio veículo deve ser verificado para evitar contratempos em plena estação fria.



Aqui lhe deixamos alguns conselhos para verificar alguns elementos que podem ser determinantes quando circulamos com temperaturas mais baixas do que o normal:

– Bateria
-As baterias são dos elementos que mais sofrem com as baixas temperaturas. O maior uso dos limpa para-brisas, das luzes dos bancos ou espelhos aquecidos vão exigir um maior consumo da bateria o que associado às baixas temperaturas não ajuda nada a que a bateria mantenha a sua carga em boas condições. Veja o estado dos bornos de contacto, limpe-os e verifique também o líquido e a carga da bateria.

– Pneus
Normalmente, os pneus mais utilizados no nosso país são os denominados pneus de verão. No entanto para quem viva em zonas onde o inverno é mais agressivo e exigente, é bom equacionar a utilização de pneus de inverno durante a época fria ou então optar por um pneu de todas as estações que pode ser usado todo o ano. Estes pneus (de inverno ou “all weather”) asseguram uma maior tração e um melhor desempenho na travagem em piso molhado, com neve ou com gelo. Independentemente do tipo de pneus que utilize veja sempre se estes estão com a pressão recomendada pelo fabricante.

– Anticongelante
O líquido anticongelante que está no sistema de refrigeração do motor é determinante para o bom funcionamento do mesmo. Assegure-se que está dentro do nível e reponha se for necessário. Além disso lembre-se que o produto anticongelante tem uma duração de dois anos, altura a partir da qual começa a perder qualidade. Por isso pode sempre verificar o ponto de congelação do anticongelante numa oficina e se for necessário substituí-lo.

– Iluminação
Conduzir no inverno implica sempre conduzir em dias com menos horas de luz e mais escuros, por isso as luzes ganham especial importância para garantir que o condutor tem uma boa visibilidade. Veja o estado de todas as luzes e substitua as lâmpadas que lhe parecem em pior estado. Além disso tenha a certeza que tem um kit de luzes de substituição pois nunca se sabe quando uma pode fundir e não convém nada ver mal ou não ser bem visto no meio de uma tempestade.

– Limpa para-brisas
Esta altura do ano é a ideal para ver o estado das escovas do limpa para-brisas. Veja se estão a remover bem a água da superfície vidrada se a borracha mantêm uma boa flexibilidade e se não têm nenhuma falha. Se necessário troque as escovas pois assim garante um bom funcionamento das mesmas, melhorando a sua visibilidade e evitando que o mau estado das escovas possa riscar o para-brisas, por exemplo.

– Outras precauções
Além deste trabalho preventivo com o seu veículo, assegure-se também que nesta época fria o seu carro tem uma espécie de kit de sobrevivência. Nesse kit inclua líquido lubrificante anticongelante pois pode ser que um dia de manhã o carro não abra as portas porque as fechaduras congelaram. Tenha um agasalho guardado pois nunca se sabe quando pode ter uma avaria e ficar parado ao frio algumas horas. Em zonas de gelo e neve tenha correntes no carro para utilizar se este estiver equipado com pneus de verão. Por fim, uma lanterna também não fará mal nenhum pois pode precisar de iluminação extra para resolver uma avaria simples ou para encontrar ajuda.

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Os riscos de andar com o carro na reserva

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Pelas mais variadas razões por vezes é inevitável andar com o nosso veículo na reserva de combustível, mas tal deve ser evitado e nunca deve chegar ao ponto de se tornar um hábito pois pode ter consequências a nível mecânico, consequências essas que podem não ser baratas de resolver.



No depósito de combustível de um veículo é natural que o no seu fundo se acumulem resíduos, detritos ou impurezas provenientes do combustível e que com o tempo ficam sedimentadas na base do depósito.

Quando se circula com o veículo na reserva aumenta a probabilidade deste tipo de impurezas entrarem no sistema de alimentação do motor podendo causar danos no mesmo.

Para começar, podem entupir o filtro de combustível, que é a primeira “barreira” para impedir que este tipo de detritos entrem no motor. Logo aqui o funcionamento sai prejudicado e se o filtro deixar passar as impurezas acumuladas no fundo do depósito, então a próxima “vítima” podem ser os injetores.

Mas os problemas podem não ficar pelo filtro de combustível ou pelos injetores. Também os próprios cilindros podem ser afetados se as impurezas chegarem até à câmara de combustão do motor.

Compreensivelmente qualquer reparação ou substituição necessária, devido a problemas nos injetores ou nos próprios cilindros, é um arranjo que não é propriamente barato.

Além de todos estes inconvenientes também convém não esquecer que nalguns automóveis a bomba de combustível está dentro do próprio depósito, imersa pois utiliza o próprio combustível como lubrificante. Se andar regularmente com o carro na reserva isso pode levar a bomba de combustível a sobreaquecer, o que acelera o seu desgaste podendo levar à sua substituição. Mais um custo desnecessário.

Portanto evite andar com o seu veículo constantemente na reserva. Faça o exercício mental de assumir que o traço que assinala o quarto de depósito é a reserva e não deixe o ponteiro passar abaixo dessa marca. Assim poderá evitar dissabores futuros.

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Evite a fadiga ao volante

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A fadiga ao volante é um risco para a segurança do condutor, dos ocupantes do veículo e para os demais utentes da via pois diminui as capacidades e a prontidão de quem está a conduzir.



A fadiga pode ter origem em vários fatores: muitas horas ao volante; uma refeição pesada; poucas horas de sono; cansaço visual; monotonia da própria via; má posição de condução; má ventilação do habitáculo; temperaturas elevadas; condução à noite; ou medicação ingerida, entre outros.

Para evitar que a fadiga se instale enquanto conduz e assim garantir a segurança de todos e também o conforto ao volante aqui lhe deixamos alguns conselhos:

Faça paragens
A cada duas horas de condução, ou a cada 200 quilómetros da sua viagem, pare para um pequeno descanso. Aproveite para se movimentar, saia do carro e hidrate-se. Lembre-se que ao fim de duas horas seguidas ao volante o tempo de reação do condutor passa ser duas vezes mais lento.

Posição de condução correta
Sente-se no veículo e acerte os vários ajustes do banco e do volante para que se sinta confortável e com todos os comandos acessíveis de forma intuitiva.

Não estabeleça horários
Se for possível não coloque um objetivo horário para chegar ao final da sua viagem. Isso só irá aumentar a sua tensão enquanto está ao volante e aumentará o seu cansaço e desatenção.

Temperatura certa
Estabeleça uma temperatura amena no habitáculo. Ajuste o ar condicionado para um valor entre os 21 e os 24 graus para que o ambiente não fique nem muito quente, nem muito frio, mas para que esteja confortável.

Pare para dormir
Se começar a sentir-se cansado ou com sono não resista. Pare e descanse. Se for caso disse durma um pouco e recupere as energias para continuar atento e desperto para o que falta da viagem.

Troque de condutor
Caso sinta que a fadiga começa a afetar a sua condução e se tem companhia na viagem que está mais capaz de conduzir, não hesite e passe-lhe os comandos do automóvel. Além de garantir que ao volante está alguém em melhores condições, também pode aproveitar para retemperar forças e descansar um pouco.

Nos dias de hoje vários automóveis já disponibilizam um sistema de deteção de fadiga no condutor, que emite um alerta sempre que identifica que este está a revelar uma condução menos precisa e regular. Se for possível opte por um modelo com este tipo de solução de segurança.

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