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Matrículas em Portugal deixam de indicar data
As novas matrículas automóveis vão deixar de ter aquele retângulo amarelo que serve para indicar o ano e mês em que foi criada aquela matrícula. Segundo o diploma agora publicado em Diário da República, “não é elemento relevante” para identificação das viaturas e pode gerar “interpretações incorretas”.
O decreto-lei n.º 2/2020, que altera o Regulamento da Matrícula, o Código da Estrada e o Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir, refere que o objetivo é “a harmonização do modelo de chapa de matrícula com o da generalidade dos Estados-membros da União Europeia, que não apresentam referência à data da primeira matrícula do veículo”.
Este elemento pode provocar interpretações erradas por parte de algumas entidades de outros Estados-membros da União Europeia quando os veículos circulam fora de Portugal, pois há diversos países a utilizam uma solução semelhante para indicar a data limite de validade da matrícula. Podemos exemplos em automóveis acabados de importar para Portugal e que estejam ainda sem matrícula nacional.
Esta medida tem apenas caráter obrigatória para as matrículas emitidas após o término da atual série de matrículas. No caso dos automóveis já matriculados, sejam eles “nacionais” ou importados, não existe a obrigatoriedade de alterar a matrícula. Contundo, quem o desejar, poderá fazê-lo, o que poderá uma solução bastante requisitada por quem possuem automóveis “importados” e se sente, por vezes, um pouco descriminado.
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Ferrari dá prémio de quase 15.000€ aos tralhadores
A Ferrari teve o seu melhor ano em termos de lucro e em função desse bom resultado a marca irá premiar os seus trabalhadores com um bónus de quase 15 mil euros para cada um.
A notícia foi dada pelo próprio diretor-executivo da Ferrari, Benedetto Vigna, quando apresentou os resultados da marca de Maranello referentes ao último trimestre de 2025. O ano revelou-se o mais lucrativo da Ferrari com um crescimento de 12% no lucro operacional que foi de 2,11 mil milhões de euros. Este valor foi conseguido com a venda de 13.640 modelos, apenas 112 unidades a menos do que em 2024, mas com uma maior margem de lucro, seguindo a política de foco na rentabilidade que a marca tem seguido nos últimos anos. Com estes resultados os cerca de 5.000 trabalhadores da Ferrari irão receber um prémio de sensivelmente 14.900 euros, um pouco mais do que já haviam recebido no ano passado (14.400 euros).
Com a produção de modelos para o ano de 2026 já toda vendida, as perspetivas para estes trabalhadores continuam boas e a probabilidade de voltarem a receber um bom prémio no final desse ano é elevada.
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Luce será o nome do primeiro Ferrari elétrico
O primeiro Ferrari totalmente elétrico vai ser chamado Luce e a marca italiana além do nome também já revelou alguns detalhes do seu interior.
Que qualquer criação da casa de Maranello brilha e tem uma “luz” própria já todos sabíamos, mas agora essa “luz” passou para o nome de um modelo e Luce (luz em italiano) será o primeiro Ferrari totalmente elétrico.

Além da divulgação oficial e definitiva do nome do modelo que marca a entrada da Ferrari no universo dos elétricos, o construtor italiano também mostrou algumas imagens de como será o interior que foi desenhado em parceria com a LoveFrom que foi criada por Jony Ive, um dos responsáveis pela imagem da Apple.
No primeiro vídeo de uma série que conta a história do Luce desde o conceito até à realidade, a Ferrari explica precisamente o conceito e visão por detrás do Ferrari Luce:
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