As matrículas antigas têm de ser trocadas pelas novas? – Motorguia
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As matrículas antigas têm de ser trocadas pelas novas?

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A cada dia que passa mais são os modelos que vemos na estrada com as novas matrículas que entraram em vigor a partir do final de Fevereiro de 2020, quando terminou a anterior série de matrículas. Mas, não são apenas os automóveis novos matriculados que vemos na estrada com as novas matrículas, também modelos anteriores a Fevereiro já se veem com o novo formato apesar da conjugação entre letras e algarismos ser ainda a anterior, o que pode levantar a questão se é obrigatório mudar todas as matrículas para esta nova configuração.



A resposta é simples: Não é obrigatório mudar as matrículas antigas para as novas. Esta dúvida também surgiu quando há muitos anos atrás surgiram as matrículas com o fundo branco. Também na altura se questionou se era obrigatório mudar as antigas matrículas com fundo preto e caracteres brancos em relevo. Também não era, mas podia ser feito.

As novas matrículas compostas por dois conjuntos de letras e um de algarismos, sem nenhum hífen e sem indicação da data são regulamentadas pelo Decreto Lei 02/2020 de 14 de janeiro que refere claramente que: “Os modelos que agora se aprovam passam a ser obrigatórios para todas as matrículas atribuídas a partir da data em que se esgotar a atual série de números de matrícula, podendo as chapas de matrícula que já se encontram instaladas no parque de veículos em circulação manter -se em uso, sem necessidade de substituição, que poderá, no entanto, ser efetuada pelos proprietários dos veículos caso assim o desejem”.

Portanto a conclusão é clara, as matrículas antigas não têm de ser trocadas pelas novas, mas quem quiser pode fazê-lo.

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Cuidados a conduzir com chuva

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Com a chegada da chuva o ambiente rodoviário muda consideravelmente e requer mais cuidados na condução de forma a evitar percalços e a garantir a sua segurança e a dos outros.



Com as primeiras chuvas as condições do piso mudam substancialmente. As primeiras águas que caem sobre o asfalto misturam-se com o óleo, gasóleo e demais resíduos que estão no asfalto e formam aquela película “espumosa” que prejudica substancialmente a aderência do veículo.

É um período particularmente propício a acidentes pois os condutores ainda estão a conduzir em “modo verão”, ou seja, muito confiantes na aderência típica de um piso seco, mas que entretanto mudou radicalmente.

Além deste período inicial, conduzir com chuva requer sempre uma mudança no comportamento ao volante. A aderência diminui com a presença da água, mas também a visibilidade fica substancialmente prejudicada tanto pela água no exterior do veículo como pela condensação no seu interior que embacia as superfícies vidradas.

Assim, o condutor deve:

Assegurar-se do bom estado dos pneus

Os pneus são o único elo de ligação do veículo à estrada, por isso devem estar nas melhores condições. Verifique o estado do piso, se não está gasto ou degradado e confirme também a pressão, certifique-se que está correta.

Ver bem e ser bem visto

Confirme também que todas as luzes do seu veículo estão a funcionar e com boa intensidade. Assim garante que de noite tem uma melhor visibilidade, mas ao mesmo tempo também assegura que a sua presença está bem evidente para os demais utentes da via.

Verificar o estado das escovas

Ver bem é determinante em tempo de chuva, por isso veja se as escovas limpa para-brisas estão em boas condições, se a borracha continua flexível e se não está quebradiça ou com falhas.

Adequar a sua condução

Com o piso molhado deve adequar a sua condução às condições do momento. Pelo menos duplicar a distância de segurança para o veículo da frente, ganhando tempo de reação. Evitar movimentos bruscos no volante, nas acelerações ou travagens. Conduza de forma suave e atenta.

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Sabe porque os cães perseguem os carros?

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É comum circular numa estrada, seja nacional ou local e de repente um cão surgir do nada e começar a correr atrás do nosso veículo, seja ele um automóvel ou uma moto. Sabe porque é que isso acontece?



Esse fenómeno é simples de explicar: trata-se apenas do instinto dos cães de perseguir a “presa” que vão “caçar”. O veículo é o seu alvo e eles perseguem-no. Mesmo que não o apanhem, é irresistível para alguns cães fazê-lo. É instintivo.

Como condutor não há forma de evitar a perseguição, mas se for o dono do animal e este tiver essas tendências de “caçador de automóveis” então pode contrariar este comportamento através do treino.

Treinando o seu cão antes que o momento da perseguição comece, desviando o seu foco, recompensando-o por isso e também. Além disso, reforçando o treino da ordem “fica” pode contrariar o instinto da perseguição. Quando consolidar esta ordem com o cão pode sempre testar e pedir a alguém, amigo, ou familiar que passe com o carro por perto para testar se o seu cão deixou de reagir ao estímulo da perseguição.

Como é natural manter o cão controlado por uma trela vai reduzir o seu raio de ação e ao mesmo tempo mantê-lo junto de si, tornando mais fácil o seu controlo.

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