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Mazda 3 (2009-2013)

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Não há muitos Mazda 3 usados disponíveis no mercado porque as vendas deste pequeno familiar não foram expressivas. Os poucos que existem garantem boa fiabilidade e uma manutenção reduzida, o seu maior trunfo.

Para quem procura um carro diferente dos que integram as marcas generalistas, o Mazda 3 é uma escolha a ter em conta. Tem um “look” desportivo, uma construção e acabamentos acima da média e uma boa valorização como usado, ou seja, é um carro que desvaloriza menos que os seus rivais.

A sua suspensão garante um bom comportamento dinâmico e uma condução muito agradável, mas penaliza o conforto por ser demasiado firme e em piso degradado até um pouco desconfortável. A direção é bastante direta e precisa e a travagem muito potente e eficaz.

Por dentro, o design não é apelativo, valendo pela funcionalidade e arrumação do tablier e consola que resulta agradável. As principais críticas acusavam o Mazda 3 de apresentar demasiados botões/comandos, inclusive no volante e dos plásticos da consola serem de qualidade inferior.

A habitabilidade traseira não é referência e acessibilidade também não. Não é fácil para um adulto de estatura elevada sentar-se no banco traseiro.

As versões mais vendidas em Portugal estavam equipadas com motores Diesel, em especial o 1.6 de 109 e 115 cv que oferecem uma condução económica, com alguma preguiça a baixos regimes.

Motores

A oferta de motores nesta geração do Mazda 3 é curta, tendo em conta que a marca japonesa nunca quis ter um leque muito alargado de propulsores. Como diz o povo por cá, “poucos mas bons”, e na realidade os motores da Mazda são bastante fiáveis.

A gasolina são três, o mais vendido em Portugal foi o 1.6 MZR de 105 cv, praticamente inexistente a venda dos motores 2.0 de 150 cv e 2.3 MPS de 260 cv.

Os Diesel centraram o foco no 1.6 MZ-CD de 109 e 115 cv, tendo ainda na oferta o 2.0 de 150 cv e 2.2 de 185 cv.

Principais avarias e problemas

A fiabilidade caracteriza este produto da Mazda em conjunto com custos de manutenção reduzidos.

Registaram-se nos motores 1.6 MZ-CD problemas com o filtro de partículas (FAP) devido a situações de regeneração em percursos muito curtos que o veículo realizava. No 2.2 MZ-CD foi encontrada uma falha num captor do turbo que implicava perdas de potência.

Ruídos parasitas no banco do condutor devido a uma placa de apoio do assento e foi registado apenas nas primeiras unidades da primeira série.

Fecho centralizado funcionava mal quando utilizada a chave sem comando à distância.

Mazda 3 (2009-2013)
8 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Fiabilidade
Custos manutenção
Comportamento dinâmico
Contras
Conforto
Plásticos interiores
Habitabilidade traseira
Fiabilidade9
Custos de manutenção9
Desvalorização8.5
Qualidade dos materais8
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7.5
Conforto7
Consumo combustível8
Comportamento dinâmico8
Performance7.5
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Avaliações Usados

Citroën DS4 (2011-2015)

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Com a aposta nos modelos da família DS, a Citroën lançou um conjunto de propostas com um posicionamento mais premium, recuperando a imagem de requinte e de prestígio do mítico DS de outrora.

O DS4 foi um dos primeiros representantes do gene DS da Citroën e de imediato se percebe que a marca francesa deu forte prioridade à estética, criando um modelo com linhas muito próprias, fluídas e com caráter.

Contudo, essa aposta tem o seu preço e a habitabilidade ficou algo comprometida nos bancos de trás e a visibilidade para a retaguarda também sai muito penalizada. A posição de condução é boa e o habitáculo reflete a aposta na estética com um desenho moderno e até envolvente composto por materiais de bom nível.

A eficácia dinâmica levou a melhor sobre o conforto com uma afinação da suspensão que favorece uma resposta eficaz aos comandos do condutor, sacrificando algum conforto em mau piso onde a suspensão se revela algo firme.

Motores

A gama de motores começa com as propostas a gasolina compostas pelas unidades 1.6 VTi com 120 cv, Puretech 130 com 130 cv e os 1.6 THP com 156, 160, 165, 200 e 210 cv de potência.

Na oferta Diesel o DS4 está equipado com os motores 1.6 e-HDI de 110 cv, 2.0HDI de 135 e 160 cv, o BlueHDI de 100, 120, 150 e 180 cv de potência. Qualquer uma destas propostas tem nos consumos um forte argumento considerando também o próprio rendimento.

Principais avarias e problemas
O motor a gasolina THP de 200 cv pode revelar falhas na bomba de injeção e algumas perdas de potência com origem no turbo. Já o motor Diesel 1.6 HDI pode apresentar anomalias nos injetores e no módulo de gestão da alimentação.

Os pneus tendem a sofrer de um desgaste prematuro e podem surgir vibrações em velocidades mais elevadas ou na travagem decido a um desequilíbrio dos discos de travão. Houve uma chamada à assistência em Dezembro de 2012 para corrigir um mau aperto das rodas nas primeiras unidades.

Foram ainda registadas alguns bugs a nível eletrónico no sistema de GPS, rádio e no sistema de auxílio ao estacionamento.

Citroën DS4 (2011-2015)
7 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Estética
Ambiente a bordo
Qualidade interior
Contras
Habitabilidade
Visibilidade traseira
Fiabilidade7
Custos de manutenção6.5
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira6.5
Segurança7.5
Conforto7
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico7.5
Performance7
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Peugeot 5008 (2009-2016)

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O Peugeot 5008 foi a aposta da marca francesa no segmento dos monovolumes compactos e surgiu no mercado quando outros nomes, também gauleses, já tinham as suas carreiras bem cimentadas. Ainda assim mostrou-se uma boa aposta.

Com umas linhas sóbrias mas fluídas, o Peugeot 5008 apresenta um interior com um desenho muito envolvente e com um ambiente tecnológico que marcou pontos na altura em que surgiu. A posição de condução é boa e o espaço disponível para os ocupantes também é generoso.

A modularidade está lá como se impõe num modelo desta natureza e apenas se lamenta que a bagageira seja muito pequena quando se opta pela configuração de sete lugares. De um modo geral os materiais utilizados são bons.

Confortável quanto baste, o 5008 revela ainda assim uma suspensão algo firme o que não o favorece quando circula em alguns pisos mais deteriorados. Em compensação essa firmeza garante-lhe um comportamento dinâmico muito eficaz que faz esquecer as suas dimensões e a sua natureza de monovolume, enfrentando qualquer curva com uma excelente compostura.

O seu preço é um pouco mais elevado que o dos concorrentes diretos, o que se explica pelo posicionamento um pouco mais premium da Peugeot, mas em compensação os custos de manutenção são acessíveis.

Motores

Os opções em termos de motores começam nas unidades a gasolina com o 1.6 VTI com 120 cv, o 1.2 Puretech com 130 cv e o 1.6 THP com 156 e 165 cv de potência.

Já nos mais cobiçados modelos Diesel a oferta vai do 1,6 HDI com 110, 112 e 115 cv, passando pelo 1.6 BlueHDI com 120 cv e termina no 2.0 HDI com 150 e 163 cv de potência.

Estas motorizações apresentam um bom rendimento, se levarmos em linha de conta o peso do 5008 e os motores 1.6 HDI revelam uns consumos muito interessantes.

Principais avarias e problemas

Foram registados casos de falhas na distribuição nos motores 1.6 THP e de fugas na bomba de água nos modelos produzidos até Outubro de 2012. Nas unidades Diesel HDI pode ser necessária uma reprogramação do elemento de gestão.

Nos motores HDI de 150 cv foram detetados alguns problemas com a fragilidade dos injetores nalgumas séries produzidas. Os primeiros modelos do 1.6 HDI revelaram algumas fragilidades no turbo, na correia de distribuição entre Outubro de 2010 e Outubro de 2011 e nos injetores até Fevereiro de 2014.

Foi feito um recall para corrigir a união do pára-brisas e reforçar a mesma. Forma detetados alguns modelos com problemas no alternador que podem originar diferentes falhas elétricas.

Ao nível da direção também surgiram anomalias com a direção com um mau funcionamento da bomba da direção e por vezes a necessidade de substituir a cremalheira. Os pneus e os amortecedores podem apresentar um desgaste prematuro.

Peugeot 5008 (2009-2016)
7.2 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Versatilidade
Habitabilidade
Comportamento dinâmico
Contras
Preço
Suspensão firme
Fiabilidade7
Custos de manutenção7
Desvalorização7
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira7.5
Segurança7.5
Conforto7
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico7.5
Performance7
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BMW X1 (2009_2015)

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Mantendo as linhas da marca bávara, o BMW X1 surge como uma espécie de misto entre uma carrinha e um SUV oferecendo uma boa habitabilidade se considerarmos as suas dimensões.

Com uma boa posição de condução, o X1 apresenta um desenho moderno e envolvente no seu interior, mas infelizmente conta com alguns materiais que não estão bem à altura do esperado para os padrões habituais do construtor germânico.

O espaço para os ocupantes está num bom plano e a capacidade e acessibilidade da bagageira também. Apresentando alguma modularidade na gestão do seu espaço interior, o X1 também ganha alguma polivalência por isso.

A suspensão está afinada para oferecer um comportamento dinâmico eficaz e por vezes até divertido, mas isso tem o seu preço e quando o asfalto se mostra mais degradado, a suspensão revela-se algo firme demais deixando passar alguns ressaltos para o habitáculo, o que prejudica o seu conforto.

Mesmo tratando-se do modelo de entrada no universo “X” da BMW, este X1 não deixa de pertencer a uma marca premium e como tal os seus custos de manutenção não são propriamente baixos.

Motores

A oferta de motores do X1 é ampla, mas como é habitual as propostas Diesel são as mais procuradas e nesse campo o X1 propõe o 16d com 116 cv, o 18d com 143 cv, o 20d com 163, 177 e 184 cv, o 23d com 204 cv e por fim o mais potente 25d com 218 cv. Estas unidades, especialmente nas versões até aos 2.0 litros de capacidade, apresentam uns consumos muito apelativos e umas excelentes prestações.

Nas versões a gasolina o BMW X1 conta com o 18i com 150 cv, o 20i com 184 cv, o 25i com 218cv e o 28i com 245 e 258 cv de potência.

Principais avarias e problemas
Em termos mecânicos este BMW pode apresentar um desgaste prematuro da embraiagem nos modelos Diesel e nas versões 18d e 20d produzidas entre 2009 e 2010 foram verificados alguns casos de desencaixe da corrente de distribuição.

A caixa de velocidades pode revelar-se algo barulhenta, mas é algo que uma verificação e mudança do lubrificante pode resolver.

BMW X1 (2009_2015)
7 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Consumos
Habitabilidade
Comportamento dinâmico
Contras
Alguns materiais
Custos de manutenção
Conforto em mau piso
Fiabilidade7
Custos de manutenção6
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7.5
Conforto7
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico7.5
Performance7.5
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