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Um carro elétrico por 7500 euros

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Chama-se Ora R1 e vai ser lançado na China pela marca de automóveis Great Wall e custará aos chineses cerca de 7500 euros.

O Ora R1 é pequeno citadino muito parecido com o Smart forfour, tem 3,4 metros de comprimento e um motor de 35 kW que atinge a velocidade máxima de 100 km/h. A autonomia anunciada é de 310 km.
Com este modelo a marca chinesa Great Wall avança para uma nova frente no mercado chinês e conta com o apoio do governo de Pequim. Um dos objetivos do agora lançado Ora R1 é o de chegar ao mercado europeu e concorrer com modelos carismáticos como o Nissan Leaf e o Renault Zoe.

Para já a estratégia passa por testar as qualidades do Ora R1 no imenso mercado chinês e afinar ao máximo este modelo para o tornar uma referência entre os veículos elétricos produzidos na China, onde a aposta na produção de baterias e automóveis elétricos está a ganhar balanço.

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O livro da Bentley que custa mais de 200.000 euros

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Não, não é um título com “clickbait”. A Bentley apresentou mesmo um livro que custa cerca de 230.000 euros, que é o mesmo que dizer que tem o preço de um bom apartamento em várias zonas de Portugal. Não fosse a especulação imobiliária, poderíamos incluir Lisboa nesta comparação.

São apenas sete cópias, na medida do número de continentes do nosso planeta. Claro que não é só por isso que tem este preço astronómico, mas também pelo facto de estar decorado com diamantes e poder ter o logótipo da marca de Coventry em ouro branco ou platina. Coisa de luxo, portanto.

Mas se acha que mais de 200.000 euros é demasiado dinheiro para a edição 100 Carat, tem sempre a hipótese de optar pela Edição Mulliner, que custa uns muito mais “simpáticos” 14.000 euros. E nem precisa de se preocupar tanto com a raridade da peça, pois há 500 exemplares disponíveis. Ainda assim, é melhor não se atrasar.
Se é menos abonado, pode limitar-se a ter edição Centenário, que custa “só” 3.400 euros.

Em qualquer dos livros de 30 kg de peso é certo que vai encontrar a história da marca, desde a sua fundação, incluindo as inúmeras vitórias no desporto automóvel. Vai poder ler também tudo o que fez da marca o que é hoje, assim como ficar a conhecer alguns dos seus clientes mais famosos. Se for cliente, pode ainda solicitar a inclusão de fotografias do seu automóvel.

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Volkswagen antecipa interior do novo Golf

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Esperado para setembro, o novo Golf promete uma revolução no habitáculo, a julgar pelas imagem agora divulgada pela Volkswagen.

Se compararmos com o atual Golf, na sua sétima geração, a configuração do habitáculo é completamente diferente, com o ecrã central do sistema multimédia a unir-se com o ecrã do painel de instrumentos, tal como podemos ver, por exemplo, no seu concorrente, o Mercedes-Benz Classe A. Há também bastante menos botões físicos e as saídas do sistema de climatização são agora bem mais pequenas e mais estilizadas.

Ao que se sabe, a oitava geração do Golf vai continuar a recorrer a motores de combustão interna, tanto a gasóleo como a gasolina. No entanto, já fará uso da tecnologia mild-hybrid através da utilização de um sistema de 48 volts.

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Elon Musk quer reduzir custos da Tesla

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O CEO da marca americana de automóveis elétricos, a Tesla, informou os seus funcionários de que vai passar a esmiuçar todos os custos da empresa, de forma a começar a reduzir custos.

No início do corrente mês, a Tesla recebeu uma injeção através da venda de ações, o que permitiu continuar a aumentar a produção. No entanto, os últimos tempos têm sido contorbados, até porque o valor em bolsa tem vindo a cair, fruto do surgimento de modelos da concorrência.

Foi neste contexto que Elon Musk enviou uma missiva por e-mail aos seus funcionários, onde explica que a injeção de capital não será suficiente para mais do que 10 meses, se as despesas continuarem ao ritmo atual. Por isso, todas as despesas de todos os tipos, como peças, salários, viagens, alugueres, entre outras, vão começar a ser esmiuçadas, segundo as palavras do CEO da Tesla.

Mas não é de agora que a Tesla anda a tentar reduzir custos. Há cerca de um ano, reduziu nove por cento na quantidade de funcionários, tendo voltado a fazê-lo, na medida de 7%, já em janeiro deste ano.

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