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Renault Captur (2013 -…)

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Quando chegou ao mercado o Captur foi apelidado de mini-Qashqai e logo começou a ganhar admiradores… ou melhor, admiradoras. O público feminino elegeu o pequeno SUV da Renault como o automóvel ideal para o trânsito urbano. A estética arrojada e personalizável do Captur aliada a um interior muito prático e dotado de tecnologia R-Link permitia uma conetividade elevada. No entanto, as falhas de eletrónica foram uma constante nas primeiras séries.

Os materiais são de fraca qualidade assim como a insonorização que não aguenta os motores Diesel, mas os aspetos práticos deste carro fazem esquecer essa forma que a Renault encontrou para o tornar mais barato e acessível. A habitabilidade está bem distribuída e a bagageira é bastante generosa.

A posição de condução mais elevada é muito apreciada pela maioria dos clientes, os bancos dianteiros são bastante confortáveis e a direção muito leve. A suspensão pouco filtrante e até ruidosa em cidade retira-lhe alguns pontos no conforto.

Motores

A gama de motores do Captur é curta. Conta com dois propulsores a gasolina: 0.9 TCe de três cilindros com 90 cv e o 1.2 TCe com caixa EDC e potência de 120 cv. Na oferta Diesel apenas o bloco 1.5 dCi com 90 e 110 cv.

Principais avarias e problemas

Os motores 1.2 TCe e 1.5 dCi de 110 cv com consumos de óleo excessivos. O 1.5 dCi revelou ainda desgaste prematura da embraiagem.

A eletrónica registou diversos problemas no início da vida comercial do Captur, em especial com o sistema R-Link com desconfigurações sucessivas que obrigavam a restaurar o software no concessionário.

Em 2013 verificaram-se diversas avarias relacionadas com os sistemas de ar condicionado.

O Start&Stop com “vontade própria” a funcionar aleatoriamente. A caixa de velocidades EDC com problemas no módulo de comando.

Alternadores defeituosos a “queimarem” baterias num curto espaço de tempo.

Renault Captur (2013 -…)
7.1 Avaliação
8.1 Utilizadores (1 Votar)
Pros
Posição de condução
Consumos
Facilidade de condução
Contras
Insonorização
Plásticos interiores
Suspensão pouco filtrante
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7.5
Desvalorização7.5
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira8
Segurança7.5
Conforto6
Consumo combustível8
Comportamento dinâmico7
Performance6.5
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Volkswagen Tiguan (2016-…)

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Imagem de marca, posição de condução elevada, qualidade de construção e conforto são alguns dos atributos desta segunda geração do Tiguan que conquistaram o público apesar do seu preço no mercado ser um pouco elevado.



Com um bom ambiente a bordo, tirando partido de uma grande sobriedade no desenho e de uma boa escolha dos materiais utilizados, o Tiguan oferece uma posição de condução elevada e com um bom compromisso entre o banco e a coluna de direção graças às suas múltiplas regulações.

Bem equipado, este SUV assegura um espaço generoso para todos os ocupantes e um volume da bagageira ideal para aquelas viagens maiores. O conforto é assegurado por uma boa insonorização quer dos ruídos aerodinâmicos quer do motor e a suspensão revela um bom trabalho na supressão das irregularidades, sejam elas causadas pelo mau piso ou por uma ou outra lomba.

Ao mesmo tempo o comportamento dinâmico revela uma boa eficácia considerando o peso e dimensões do Tiguan, revelando-se um modelo bem previsível e controlável nas mais variadas situações.

Com o seu estatuto algo premium o seu preço não é dos mais convidativos, o mesmo podendo ser dito dos seus custos de manutenção.

Motores
Como é habitual nos modelos Volkswagen, a gama de motores é vasta e o Tiguan não é exceção. Começando na oferta a gasolina este SUV conta com o 1.4 TSI de 125 e 150 cv, o 1.5 TSI EVO de 130 e 150 cv e o 2.0 TSI de 180 e 190 cv de potência.

Já nas soluções Diesel a família de motores TDi é composta pelo bloco de 2.0 litros de capacidade nas suas versões com potências de 115 cv, 150 cv, 190 cv e 240 cv.

Qualquer uma destas unidades revela um bom rendimento e proporciona uma boa desenvoltura em qualquer momento de condução, sempre com consumos relativamente modestos. No entanto o Tiguan sente-se mais “à vontade” com as unidades capazes de debitar potências superiores a 140 cv.

Principais avarias e problemas
Algumas unidades equipadas com o motor 1.4 TSI apresentaram problemas com a sonda Lambda e foram registados casos de fugas de líquido de refrigeração ao nível da bomba de água e de fugas de óleo no turbo.

Nos motores TDI pode surgir um consumo de óleo excessivo e também algumas anomalias com o filtro de partículas. Houve também casos de fugas de líquido de refrigeração.

A caixa de dupla embraiagem DSG pode apresentar falhas de funcionamento e em termos de carroçaria o teto panorâmico pode ganhar infiltrações.

Volkswagen Tiguan (2016-...)
7.1 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Conforto
Habitabilidade
Qualidade de construção
Contras
Preço
Custos de manutenção
Fiabilidade7
Custos de manutenção6.5
Desvalorização7
Qualidade dos materais7.5
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7.5
Conforto7
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico7
Performance7
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Honda Accord (2003-2008)

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O nome Accord é um dos que conta com uma maior longevidade no seio da Honda e esta que foi a sua sétima geração representou uma ainda maior aproximação da marca ao mercado europeu, tanto em termos de linhas como de oferta de motores já que estreou o motor 2.2i-CDTi a gasóleo, um dos mais silenciosos e capazes do segmento na altura.



Com um interior muito bem montado e com bons materiais este Accord oferece uma boa habitabilidade, mesmo nos bancos traseiros. Também a capacidade da mala é muito boa, tanto na versão de quatro portas como na versão carrinha onde a bagageira apresenta um acesso muito fácil.

A posição de condução é boa e este Honda está bem equipado assegurando um bom conforto em estrada aos ocupantes até porque está muito bem insonorizado. Infelizmente a sua suspensão já não exibe um trabalho tão eficaz em cidade onde as irregularidades do mau piso não são bem filtradas para o interior.

A firmeza da suspensão que assegura um comportamento dinâmico sério e previsível nas estradas mais sinuosas, acaba por penalizar um pouco o conforto no interior do Accord quando o asfalto é mais degradado.

Com uns custos de manutenção algo elevados este Honda de certa forma acaba por compensar com uma boa fiabilidade e um bom valor de retoma no mercado de usados.

Motores
O Accord oferece três motores na sua gama, dois a gasolina, o 2.0i com 155 cv e o 2.4i com 190 cv e o 2.2i-CDTi a gasóleo, uma unidade a ter em conta com os seus baixos consumos, boas prestações e funcionamento silencioso.

Principais avarias e problemas

O Honda Accord foi alvo de algumas chamadas à rede de assistência para corrigir pequenas anomalias nos motores a gasolina e também no motor Diesel, neste caso, algumas unidades produzidas até 2004 foram chamadas para reprogramar a unidade de comando do motor que causava o acendimento sem razão da luz de aviso no painel de instrumentos.

Honda Accord (2003-2008)
7.1 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Habitabilidade
Capacidade da mala
Qualidade de construção
Contras
Custos de manutenção
Suspensão algo firme
Fiabilidade8
Custos de manutenção6.5
Desvalorização7.5
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira7.5
Segurança7
Conforto7
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico7
Performance6.5
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Citroën Berlingo (1996-2011)

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O Berlingo é um nome que há muito se instalou no mercado automóvel como um dos modelos mais polivalentes no exigente segmento dos veículos comerciais, mas também como uma proposta a ter em conta para quem precisa de um veículo de passageiros com espaço para os ocupantes e também para bagagem a um preço acessível.



Já com vários anos na sua carreira e com os naturais restylings e alterações, o Citroën Berlingo sempre se manteve como um modelo muito fácil de conduzir, com uma direção leve e uma boa visibilidade, o que simplifica as manobras citadinas. Confortável quanto baste, exceção feita à insonorização que não é muito bem conseguida, o Berlingo até revela um bom comportamento dinâmico se considerarmos a sua altura.

O interior é muito espaçoso e oferece um desenho muito simples, mas funcional. Os materiais utilizados não são dos melhores e o equipamento disponibilizado também não é farto, mas isso é perfeitamente compreensível face ao bom preço que o Berlingo sempre teve.

A posição de condução não é das mais bem conseguida com o volante algo inclinado e um pouco horizontal face ao banco, não deixando o condutor esquecer o gene comercial original deste modelo francês.

Motores
A gama de motores é relativamente simples, mesmo considerando a longevidade das várias gerações do Berlingo. Começando nas unidades a gasolina, pouco procuradas no nosso mercado, este gaulês conta com o 1.4i com 75 cv, o 1.6 16V com 110 cv. Já nas propostas Diesel este Citroën é motorizado pelo 1.9D com 71 cv, o 1.6 HDI nas suas versões de 75 e 92 cv e pelo 2.0 HDI com 90 cv de potência.

Principais avarias e problemas
O motor 1.6 HDI pode apresentar perdas de potência, fugas de óleo e de combustível e um consumo elevado de líquido de refrigeração. Já as unidades equipadas com o motor a gasolina 1.4i produzidas entre 1997 e 1998 podem ter algumas falhas na aceleração, problema que é resolvido com uma reprogramação do sistema de injeção.

Houve alguns casos de problemas com os travões nos modelos produzidos entre 1997 e 1999 mas que são facilmente resolvidos. A bomba da assistência da direção pode evidenciar um desgaste prematuro.

O fecho centralizado e os vidros elétricos podem apresentar anomalias no seu funcionamento.

Citroën Berlingo (1996-2011)
6.8 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Preço
Espaço disponível
Facilidade de condução
Contras
Equipamento
Alguns materiais
Motores Diesel ruidosos
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7.5
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira7.5
Segurança7
Conforto6.5
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico6.5
Performance6.5
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