Miguel Oliveira termina em 12º na Índia – Motorguia
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Miguel Oliveira termina em 12º na Índia

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Na estreia de um novo circuito no MotoGP, Miguel Oliveira terminou nos pontos, no 12º lugar, numa corrida ganha pelo italiano Marco Bezzecchi.



Foi um fim de semana difícil para o piloto de Almada, começando logo na qualificação onde não conseguiu mais do que a 19ª posição, acabando depois de beneficiar da desistência do espanhol Alex Marquez para subir um lugar e partir de 18 na grelha.

Na Sprint Race de sábado um bom arranque levou-o a subir alguns lugares na classificação, mas acabaria por terminar fora dos pontos, em 12º, comprovando que o fim de semana na Índia não iria ser nada fácil.

Na corrida principal de domingo, Miguel Oliveira não repetiu o bom arranque de sábado e acabou por fazer uma corrida em que foi subindo lugares pouco a pouco, beneficiando também de quedas e problemas técnicos dos seus adversários. No final cruzou a meta em 12º e ainda amealhou alguns pontos para o campeonato.

Marco Bezzecchi dominou a prova indiana com a sua Ducati e garantiu a vitória, com Jorge Martín em segundo e Fabio Quartararo em terceiro. Francesco Bagnaia caiu e não pontuou, o que fez com que Jorge Martín se aproximasse dele nas contas do campeonato. Agora Bagnaia lidera com 292 pontos, apenas mais 13 que o seu perseguidor Jorge Martín, enquanto que Miguel Oliveira está na 13ª posição com 69 pontos.

A próxima prova terá lugar no Japão, no circuito de Motegi e decorrerá já no próximo fim de semana.

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Boas indicações para Miguel Oliveira

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Nos testes do WSBK que decorreram no circuito de Philip Island durante dois dias o piloto português foi sempre melhorando a sua adaptação e prestação aos comandos da BMW M 1000 RR e no final terminou os testes com o sétimo tempo de todos os participantes o que deixa boas perspetivas para o que aí vem.


Foram dois dias em que o “Falcão” conseguiu ter boas condições climatéricas em pista para explorar a sua BMW e conseguir desenvolver um trabalho consistente com a equipa. O circuito australiano de Phillip Island foi o palco deste testes para as equipas do Campeonato Mundial de Superbikes (WSBK) e no primeiro dia Miguel Oliveira fechou a sessão com o 11º melhor tempo, fazendo 1m30s620, menos 1,2 segundos aproximadamente que o líder da sessão, o italiano Nicolò Bulega na sua Ducati. Já no segundo dia Miguel Oliveira conseguiu um tempo de 1m29s676, quase menos um segundo que o seu tempo do dia anterior, o que viria a colocá-lo com o sétimo melhor tempo destes testes. Ainda assim ficou a um segundo de Bulega que voltou a dominar o segundo dia de testes.

Tendo ficado à frente do seu colega de equipa, Danilo Petrucci, Miguel Oliveira teve uma prestação em crescendo e que termina dentro do “top ten”, algo que deixa boas indicações para o futuro no campeonato que arranca já amanhã neste circuito australiano.

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FIM vai inaugurar “museu das campeãs”

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A Federação Internacional de Motociclismo vai inaugurar oficialmente ao público no próximo dia 18 um museu onde só estão máquinas campeãs de motociclismo, um espaço que promete ser um local de romaria para todos os apaixonados pelas duas rodas.


Dá pelo nome de FIM Racing Motorcycle Museum e está situado nos arredores de Genebra, na Suíça, num edifício que foi no passado a sede da Federação Internacional de Motociclismo (FIM). Neste museu foram reunidas apenas motos que foram campeãs nas várias modalidades do motociclismo e falamos de verdadeiras campeãs, não réplicas. Estas motos foram mesmo conduzidas por campeões e estão repletas de história, vitórias e emoções de várias épocas marcantes do motociclismo mundial.

Neste museu das motos de competição podemos acompanhar a evolução histórica e também técnica ao longo dos tempos. Por exemplo encontramos a vencedora do primeiro Campeonato Mundial de 500cc que se disputou em 1949 e que foi ganho pela AJS Porcupine de Leslie Graham, ou a Honda RC166 de 1967 de Mike Hailwood até às vencedoras das temporadas de 2025 de MotoGP, WSBK, Rally-Raid, EnduroGP ou MXGP, TrialGP e Speedway GP. Todas as grandes categorias de desporto motorizado estão representadas num museu com uma coleção de mais de 40 motos distribuídas por nove espaços temáticos, 49 exposições, um arquivo da FIM e muita memorabilia.

De acordo com Jorge Viegas, o Presidente da FIM, o “Museu de Motociclismo de Competição da FIM é realmente uma coleção notável e passear entre as peças em exposição é como fazer uma viagem pela ilustre história das corridas de motociclismo, desde os seus primórdios até aos dias atuais. Muito mais do que apenas uma exibição de máquinas clássicas, o Racing Motorcycle Museum oferece aos visitantes uma visão valiosa e interativa da herança do desporto que todos amamos, ajudando a desenvolver uma melhor compreensão das emoções e inovações envolvidas”.

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