Comerciais
Ineos Grenadier à venda em Portugal desde ontem
O Ineos Grenadier pode ser encomendado em Portugal desde o dia 19 de maio com preços a partir dos 61.990 euros, estando previstas três configurações de carroçaria e duas motorizações originárias da BMW. Todas as versões do Grenadier contam com sistema 4X4 com aptidões de condução em estrada melhoradas e um interior funcional e moderno.

O Grenadier está disponível como um modelo ‘Utility Wagon’ de dois ou cinco lugares e um modelo Station Wagon de cinco lugares. A versão do Grenadier Utility Wagon está homologada como veículo comercial, assumindo-se como uma ‘folha em branco’ pronta a ser configurada segundo as necessidades do cliente, construído para quem precisa um veículo de trabalho despojado e prático, mas com conforto e bem equipado, consoante os desejos do condutor.
A versão de dois lugares apresenta um piso plano em toda a extensão, capaz de receber uma Euro Palete padrão (1200 mm x 800 mm), enquanto a versão de cinco lugares pauta-se pelo equilíbrio entre carga útil e capacidade de transporte de passageiros. O cliente pode optar por uma janela lateral traseira em vez do painel opaco de série, sem qualquer encargo adicional.

Já o Grenadier Station Wagon é um veículo de passageiros de cinco lugares, disponível no lançamento da gama numa das duas edições Belstaff. A ênfase é ligeiramente maior no conforto dos passageiros do que na capacidade de espaço de carga, com mais espaço para as pernas para os passageiros da segunda fila quando comparado com o Utility Wagon de cinco lugares.
Além das especificações de série, a marca também oferece duas edições do veículo pré-configuradas que refletem a filosofia partilhada da Belstaff e da INEOS quanto à produção de produtos para durarem. A criar vestuário exterior premium desde 1924, a Belstaff é conhecida pelos seus blusões emblemáticos em algodão encerado e o seu espírito percursor e inovador.
As edições Grenadier Trialmaster e Grenadier Fieldmaster foram ambas cuidadosamente concebidas a pensar em finalidades específicas e construídas para enfrentarem atividades ao ar livre.

Desde o chassis de longarinas e travessas de secção retangular à carroçaria galvanizada e resistente à corrosão, todos os componentes no Grenadier foram desenvolvidos para serem resistentes e construídos para durarem. A INEOS recorreu àquilo que considera serem o melhor motor e a melhor caixa de velocidades possíveis, a que se junta a combinação avançada de eixo e caixa de transferências para o Grenadier, afinados especificamente para este modelo.
Em termos de imagem, também se pensou na simplificação: os faróis dianteiros e traseiros redondos indicam a resistência de um tubo maciço que une a frente à traseira, sendo os faróis unidades idênticas de ambos os lados do veículo, o que facilita a manutenção e a disponibilidade de peças de substituição. Do mesmo modo, as luzes traseiras formam uma unidade comum. As Luzes de Máximos Auxiliares LED centrais (incluídas de série) estão integradas na grelha frontal e oferecem 1080 lúmens adicionais em todo-o-terreno.
O Grenadier é alimentado por uma seleção de dois motores BMW de 3.0 litros e seis cilindros em linha, um a gasolina de 286 CV e 450 Nm e outro turbodiesel de 249 CV e 550 Nm, ambos melhorados pela equipa de desenvolvimento da INEOS Automotive para se adequarem aos desafios da estrada e dos percursos fora dela. Os dois motores contam com sistema start/stop incorporado e estão associados a caixa automática de oito velocidades proveniente da ZF (de especificação ZF8HP). Para os condutores que pretendem assumir o comando, é possível selecionar o modo manual.
A caixa de transferência manual de duas velocidades é resistente e tem um diferencial central incorporado bloqueável tanto na gama alta como na gama baixa. Fabricada pela Tremec, mas concebida pela Ineos Automotive, foi ensaiada nos ambientes mais inóspitos e a sua relação de gama baixa de 2,5:1 oferece maior precisão, controlo e binário mais elevado. Equipada com um sistema externo de arrefecimento de óleo, foi otimizada para garantir um funcionamento suave e fiabilidade em quaisquer condições.
O configurador online em ineosgrenadier.com permite que os clientes acompanhem passo a passo a montagem do respetivo Grenadier para os clientes na maioria dos principais mercados de lançamento (nos quais se inclui Portugal), sendo o preço do veículo é atualizado em tempo real. Um calculador de financiamento online também faz parte do processo.

Assim que tenha decidido a configuração, o cliente poderá escolher o local de levantamento do veículo – um mapa interativo, que mostra os concessionários mais próximos, estará disponível no website. Um depósito de 2500€ – reembolsável até à assinatura do contrato de encomenda do veículo – assegura o agendamento da montagem do veículo.
Assim que tenham recebido o respetivo Grenadier, os clientes terão a segurança de um apoio pós-venda abrangente. Os concessionários serão a espinha dorsal da rede de serviço, prestando serviço de manutenção, de reparação e de peças. Cobertura geográfica adicional será prestada por oficinas Bosch Car Service independentes, especializadas em 4X4, criteriosamente selecionadas e certificadas pela INEOS. O objetivo é que a maioria dos clientes esteja sempre num raio de 50 quilómetros de um ponto de assistência autorizado.
A Ineos Automotive recomenda um intervalo regular de manutenção de 12 meses para o Grenadier ou manutenção a cada seis meses no caso de utilização contínua em ambientes severos.
Comerciais
Volkswagen ID. Buzz Cargo recebe versão mista de cinco lugares
O Volkswagen ID. Buzz Cargo passa a estar disponível numa nova versão mista de cinco lugares (2+3), graças à introdução de uma divisória fixa entre a cabina e o compartimento de carga. Esta solução está disponível tanto na versão de chassis curto como longo, alargando a versatilidade do modelo elétrico da marca alemã..
A nova configuração foi desenvolvida em parceria com a empresa dos Países Baixos Spoeks Automotive e permite conjugar, de forma eficiente, o transporte de passageiros e de carga. A divisória pode ser selecionada diretamente no configurador do modelo e é instalada de fábrica, imediatamente atrás da segunda fila de bancos.
Com esta solução, o compartimento de carga fica completamente separado da cabina, podendo ser utilizado de forma semelhante à versão Cargo tradicional, incluindo a possibilidade de carregar até ao tejadilho.

De acordo com a marca alemã, uma das principais vantagens é o isolamento eficaz da sujidade e do ruído, que deixam de se propagar para a zona dos passageiros. A divisória integra ainda um óculo, assegurando a visibilidade traseira.
Outro benefício apontado prende-se com a maior eficiência do sistema de climatização, já que o volume a aquecer ou arrefecer no habitáculo é reduzido, contribuindo para um melhor conforto térmico e potencial poupança energética.
A divisória produzida pela Spoeks Automotive é fabricada em Compex, um material compósito leve, resistente e com acabamento suave de elevada qualidade. Na face dianteira, do lado do compartimento de carga, encontra-se um espaço aberto destinado à arrumação do cabo de carregamento.
A Volkswagen garante que a instalação desta divisória não interfere com os cintos de segurança nem com os airbags laterais, mantendo intactos os padrões de segurança do modelo. A opção está disponível para ambas as variantes de carroçaria e, no mercado alemão, tem um preço de 1.856 euros.
Comerciais
UE enfrenta falta de 500 mil condutores profissionais do volante
A União Europeia enfrenta uma escassez estrutural de cerca de meio milhão de postos de trabalho por preencher entre condutores profissionais de camiões e autocarros.
Esta situação crítica levou a Comissão Europeia a encomendar um estudo à Organização Internacional do Transporte Rodoviário (IRU), que valida a contratação regulada de condutores extracomunitários como uma medida complementar essencial para mitigar o problema.
A análise revela que os percursos para integrar condutores provenientes de países terceiros variam significativamente entre os Estados-Membros. Os processos combinam diretivas europeias com regulamentações nacionais, originando duplicações administrativas. Em consequência, os trâmites podem prolongar-se entre seis e doze meses, com custos que podem atingir 20 mil euros por condutor.
Existem ainda estrangulamentos críticos em duas áreas fundamentais. Em primeiro lugar, a carta de condução necessita de ser trocada por uma licença da UE, podendo implicar exames adicionais. Em segundo lugar, a qualificação profissional (CAP/CPC) obtida fora da UE não é reconhecida, obrigando à realização da formação inicial completa no Estado-Membro de acolhimento, incluindo uma residência mínima de 185 dias.
A Espanha destaca-se positivamente no estudo por permitir o acesso através de visto de estudante para a realização da formação CAP, facilitando significativamente o percurso quando comparado com outras vias administrativas. É igualmente valorizada a coordenação formal entre ministérios, concretizada através de um protocolo de cooperação assinado em 2023.
A Polónia recebe também reconhecimento pelo seu sistema ágil. Concretamente, cidadãos da Ucrânia, Bielorrússia, Arménia, Geórgia e Moldávia podem trabalhar durante dois anos mediante uma declaração escrita registada, em substituição do tradicional visto de trabalho.
O estudo propõe a simplificação e harmonização dos percursos administrativos entre os Estados-Membros, bem como a implementação de vias rápidas (fast track) sem comprometer os padrões de segurança. Defende ainda o desenvolvimento de projetos-piloto no âmbito da iniciativa SDM4EU, promovida pela IRU, que transforma a análise política em esquemas operacionais reais, garantindo uma mobilidade de condutores segura e regulada.
Ramón Valdivia, vice-presidente executivo da ASTIC e membro do Comité Executivo da IRU, sublinha que “esta publicação representa um apoio institucional a uma tese que temos defendido há anos”. Em síntese, a contratação corretamente gerida de condutores de países terceiros consolida-se como uma ferramenta complementar fundamental para enfrentar a escassez estrutural, tanto em Espanha como no conjunto da União Europeia.
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