BYD Seal já chegou ao mercado e já tem preços – Motorguia
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BYD Seal já chegou ao mercado e já tem preços

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Continuando o seu crescimento a nível mundial onde foi a marca que em 2023 liderou nos modelos elétricos e híbridos, a BYD reforça a sua posição no mercado nacional com o novo Seal que vem aumentar a oferta do construtor chinês com uma proposta para o segmento D.



Desenvolvido com base na plataforma denominada pela BYD como e-Platform 3.0, o Seal tem a bateria integrada na própria estrutura da plataforma o que melhora a sua solidez e rigidez torcional e potencia o seu espaço interior.

O Seal surge disponível em duas versões de equipamento que correspondem a duas opções de motorização, ambas equipadas com uma bateria de 82,5 kWh. A versão base Design conta com um motor elétrico com tração traseira, uma potência máxima de 313 cv e anuncia uma autonomia que pode ir até aos 570 quilómetros. Já a versão Excellence mais potente está equipada com dois motores elétricos, um em cada eixo, conta com tração integral (AWD), uma potência combinada de 530 cv e uma autonomia que pode ascender aos 520 quilómetros.

Em termos de prestações o Seal base pode acelerar dos 0 aos 100 km/h em 5,9 segundos, ao passo que a versão AWD acelera dos 0 aos 100 km/h em 3,8 segundos. Para o Seal a BYD dá uma garantia de seis anos ou 150 mil quilómetros para todas as versões e oito anos ou 200 mil quilómetros para a bateria e o motor elétrico.

Os preços para o mercado nacional são de 46.990€ para o Seal Design e 47.990€ para o Seal Excellence sendo que até ao final de Fevereiro a marca tem uma oferta de lançamento de um ano de carregamentos gratuitos.

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O adeus à AC Schnitzer

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A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.


Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.

Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”

O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.

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Mais radares de velocidade média

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O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.


Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.

A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.

Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.

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