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Teorema, a visão de futuro de Pininfarina
Com uma silhueta que parece uma bala, o Teorema foi desenhado pelos estúdios Pininfarina e abre a porta a uma nova visão do que poderá vir a ser o automóvel do futuro considerando a realidade da mobilidade elétrica e da condução autónoma.
Os carros elétricos abrem as portas para novas soluções de design pois elementos que sempre condicionaram o desenho de um automóvel como o compartimento do motor deixam de estar presentes, mas, na maioria dos casos, ainda estamos perante uma mudança tecnológica que não tem sido acompanhada pelo design que continua a seguir as linhas e a manter os volumes dos automóveis tal como são vistos tradicionalmente.
Os estúdios Pininfarina rompem um conjunto de conceitos com o Teorema. A começar pela ausência das tradicionais portas laterais pois o acesso é feito pela traseira e facilitado através de um tejadilho móvel. Depois assumindo uma realidade de condução autónoma também os comandos habituais como o volante deixam de estar presentes libertando uma nova configuração do espaço interior para cinco ocupantes.
Com 5,40 metros de comprimento o Teorema oferece uma disposição de bancos individuais com um dianteiro ao centro e os restantes quatro bem colocados nas laterais do habitáculo, sendo os dois dos bancos da “segunda fileira” podem ser totalmente rebatidos, criando duas chaise longue em conjunto com os dois bancos mais recuados.
Considerando uma realidade de condução autónoma total, o “banco do condutor” pode girar 180º permitindo que este fique virado para os restantes passageiros em amena cavaqueira durante a viagem.
Com o formato de uma bala, o Teorema apresenta silhueta muito aerodinâmica que termina numa traseira volumosa mas com muita presença. Este concept foi todo ele desenhado em realidade virtual e traz muitas novas ideias ao que pode ser o automóvel do futuro.
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Audi recriou o Auto Union Lucca de 1935
A Audi Tradition revelou em Itália a sua mais recente criação, ou recriação, o Auto Union Lucca de 1935, um modelo altamente aerodinâmico que bateu o recorde de velocidade nesse ano ao atingir os 326.975 km/h.
O Auto Union Lucca foi uma das armas que a a marca alemã desenvolveu na época de ouro do seu duelo com os flechas de prata da Mercedes-Benz nos anos 30 do século passado, no período que antecedeu a Segunda Guerra Mundial. Incrivelmente aerodinâmico e já testado em túnel de vento na altura, o Lucca tinha um coeficiente aerodinâmico de 0,43 o que para a época era um feito assinalável. Equipado com um motor de 16 cilindros em V turbocomprimido com 6.0 litros de cilindrada e alimentado por uma mistura de 50% de metanol, 40% de gasolina e 10% de tolueno, este Auto Union tinha uma potência de 500 cv. O seu peso ficava-se por apenas 980 kg.
Agora a Auto Tradition, divisão que trata dos clássicos da Audi, voltou a construir este Auto Union em parceria com os especialistas ingleses da Crosthwaite & Gardiner que praticamente construíram este Lucca totalmente à mão apenas baseados em desenhos técnicos e fotografias da época. Agora ao fim de três anos de construção ele foi apresentado em Itália e irá fazer uma volta na próxima edição do Goodwood Festival of Speed que terá lugar entre 9 e 12 de julho, onde então se poderá ver e, acima de tudo, ouvir esta incrível máquina de outrora so século passado.











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Europa vai apertar com emissões dos travões
A futura norma Euro 7 vai contemplar pela primeira vez a emissão de partículas dos travões e isso pode significar uma mudança tecnológica na indústria automóvel.
Até agora as normas que regulamentam as emissões poluentes dos veículos têm sido focadas nos gases de escape, mas a partir do final de 2026, altura em que a nova norma europeia Euro7 entra em vigor para a homologação de novos modelos, as partículas emitidas pelos sistemas de travagem também vão ser contempladas.
As novas regras irão definir que os modelos elétricos não poderão emitir mais de 3mg/km e os modelos a combustão até 3.500 quilos não podem ultrapassar as 7mg/km. Considerando os materiais utilizados hoje em dia nos travões, nomeadamente o ferro fundido dos discos essas metas serão muito difíceis de cumprir o que vai muito possivelmente levar a uma alteração tecnológica nos travões.
Várias marcas já estão a trabalhar nesse sentido e uma das soluções parece ser a utilização de aço inoxidável nos discos de travão. Será mais caro, mas a longevidade deste tipo de discos é também substancialmente maior.
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