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Teorema, a visão de futuro de Pininfarina
Com uma silhueta que parece uma bala, o Teorema foi desenhado pelos estúdios Pininfarina e abre a porta a uma nova visão do que poderá vir a ser o automóvel do futuro considerando a realidade da mobilidade elétrica e da condução autónoma.
Os carros elétricos abrem as portas para novas soluções de design pois elementos que sempre condicionaram o desenho de um automóvel como o compartimento do motor deixam de estar presentes, mas, na maioria dos casos, ainda estamos perante uma mudança tecnológica que não tem sido acompanhada pelo design que continua a seguir as linhas e a manter os volumes dos automóveis tal como são vistos tradicionalmente.
Os estúdios Pininfarina rompem um conjunto de conceitos com o Teorema. A começar pela ausência das tradicionais portas laterais pois o acesso é feito pela traseira e facilitado através de um tejadilho móvel. Depois assumindo uma realidade de condução autónoma também os comandos habituais como o volante deixam de estar presentes libertando uma nova configuração do espaço interior para cinco ocupantes.
Com 5,40 metros de comprimento o Teorema oferece uma disposição de bancos individuais com um dianteiro ao centro e os restantes quatro bem colocados nas laterais do habitáculo, sendo os dois dos bancos da “segunda fileira” podem ser totalmente rebatidos, criando duas chaise longue em conjunto com os dois bancos mais recuados.
Considerando uma realidade de condução autónoma total, o “banco do condutor” pode girar 180º permitindo que este fique virado para os restantes passageiros em amena cavaqueira durante a viagem.
Com o formato de uma bala, o Teorema apresenta silhueta muito aerodinâmica que termina numa traseira volumosa mas com muita presença. Este concept foi todo ele desenhado em realidade virtual e traz muitas novas ideias ao que pode ser o automóvel do futuro.
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BMW já mostrou o novo X5
A quinta geração do BMW X5 está repleta de tecnologia, segue a nova linguagem estética da marca bávara e dentro da oferta de motorizações terá pela primeira vez uma versão totalmente elétrica e uma versão a hidrogénio.
A BMW acaba de revelar ao mundo o seu novo X5, um nome que marcou a entrada da marca no universo SUV em 1999 com o E53 e que desde então tem mantido um percurso de sucesso chegando agora à sua quinta geração.
Este X5 surge com umas linhas definidas pela nova abordagem estética Neue Klasse já vista no iX3 e também no futuro i3, nota-se bem que se trata de um modelo de grandes dimensões, basta comparar as suas linhas com as do iX3 e de imediato vemos maiores superfícies laterais, uma linha de cintura mais alta e um ar mais largo e robusto. O interior também é totalmente novo e oferece um ambiente altamente tecnológico onde se destaca a projeção de informação diretamente numa faixa inferior do para-brisas.
Outra das grandes novidades está na oferta de motorizações. Esta nova geração do X5 oferece cinco tipos de soluções que passam pelas “tradicionais” versões a gasolina, gasóleo e híbrida Plug-in, mas terá pela primeira vez uma opção totalmente elétrica, o iX5 e no futuro estará disponível também uma versão a hidrogénio desenvolvida em conjunto com a Toyota. Focando-nos na proposta elétrica iX5, esta surge com uma bateria de 141 kWh de capacidade e dois motores elétrico que em conjunto lhe dão uma potência combinada de 578 cv e um binário de 805 Nm. Esta versão iX5 60 xDrive tem uma autonomia de 845 quilómetros e em termos de prestações a sua aceleração dos 0 aos 100 km/h é de 4,6 segundos e a sua velocidade máxima está nos 210 km/h.
A produção do novo X5 começa já no próximo mês de agosto nos Estados Unidos, na unidade de Spartanburg e as versões a gasolina e a gasóleo deverão começar a ser comercializadas ainda este ano. Já os modelos híbridos Plug-in e totalmente elétricos só deverão chegar aos mercados no início de 2027. Nesse mesmo ano, mas mais para o final do mesmo está prevista a versão a hidrogénio.





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Chineses adoraram o Ferrari Luce
A Ferrari apresentou oficialmente o Luce na China e as 88 unidades destinadas ao mercado chinês esgotaram de imediato mostrando que os chineses adoraram este Ferrari elétrico que tanta discussão tem gerado.
Depois de ter sido revelado, o primeiro Ferrari 100% elétrico não foi nada consensual junto da opinião pública e muita discussão foi gerada em torno do Luce, em muitos casos pouco abonatória para a casa de Maranello. Contudo, além de ter boa procura por parte dos colecionadores, o que é compreensível e natural, o Luce foi muito bem recebido na China o que anima um pouco as expetativas.
Depois de ter sido apresentado, as 88 unidades numeradas esgotaram num ápice, sendo que cada modelo custa cerca de 515.000 euros (menos do que na Europa), o que é significativo, especialmente quando o mercado chinês de superdesportivos elétricos está cada vez mais difícil fruto das boas propostas das próprias marcas chinesas.
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