Citroën C4 Picasso (2013-2018) – Motorguia
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Citroën C4 Picasso (2013-2018)

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Esta geração do C4 Picasso é marcadamente distinta das anteriores em termos estéticos, mas não deixou cair muitas das virtudes que sempre caracterizaram esta família de monovolumes.



Bem equipado, com um preço competitivo e muito espaçoso o C4 Picasso oferece uma boa posição de condução e uma modularidade à altura dos pergaminhos desta família de monovolumes. Apenas se lamenta que a ergonomia não seja a melhor com alguns comandos a poderem revelar-se algo confusos numa fase inicial de adaptação. De resto, os ocupantes deste gaulês encontram um ambiente moderno com linhas fluídas e bons materiais.

O conforto é outro dos pontos forte deste Citroën, com uma suspensão que suprime bem as irregularidades do piso e assegura que qualquer viagem é feita de forma tranquila. Só a insonorização é que podia ser mais eficaz, especialmente nos modelos equipados com motores a gasóleo, já que o ruído do motor entra com alguma facilidade no habitáculo.

Quando a estrada se torna mais exigente com as curvas a sucederem-se o C4 Picasso cumpre, mas não se espere grandes entusiasmos de condução pois o seu foco é mesmo o conforto. A direção é leve, mas pouco informativa e a suspensão com uma afinação suave não permite que este monovolume seja muito incisivo, mas também, não é o que se espera dele.

Motores
As motorizações disponíveis neste C4 Picasso começam nos motores a gasolina 1.2 PureTech com 110 e 130 cv e 1.6 THP com 155 e 165 cv de potência. Já na oferta Diesel este monovolume está equipado com o 1.6 nas versões HDI de 110 cv e 115 cv, BlueHDI de 100 cv e 120 cv e o 2.0 BlueHDI com 150 cv

Principais avarias e problemas
Nos motores 1.6 HDI podem surgir problemas com a válvula EGR e a distribuição pode ganhar alguns ruídos. Na versão de 115 cv deste motor os injetores são propensos a falhas elétricas. Foram ainda registados alguns casos de turbos gripados e de problemas no arranque a frio.

Nos modelos produzidos até março de 2014 o ecrã tátil pode apresentar algumas anomalias de funcionamento. Também nos modelos fabricados até esta data os amortecedores traseiros podem tornar-se ruidosos.

A embraiagem pode apresentar um desgaste prematuro no volante motor e também foram registadas algumas falhas com o fecho centralizado.

Citroën C4 Picasso (2013-2018)
6.8 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Conforto
Equipamento
Habitabilidade
Contras
Ergonomia
Insonorização
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção6
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira7.5
Segurança7
Conforto7.5
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico6.5
Performance6.5
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Nissan Micra (2011-2018)

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Esta geração do Nissan Micra perdeu muito do charme que o desenho algo irreverente dos seus antecessores tinha e que cativou muita gente e isso refletiu-se nas vendas. Mesmo sendo um modelo mais racional, fácil de conduzir e mais espaçoso, este Micra não conquistou tantos corações como as gerações anteriores.



Muito fácil de conduzir, especialmente em cidade, graças a uma direção leve, a um bom diâmetro de viragem e a uma boa visibilidade, este Micra revela-se o companheiro ideal para quem anda maioritariamente em circuito urbano.

Já para as viagens mais longas o motor mostra as suas limitações e a velocidades mais elevadas a insonorização também não é muito eficaz, deixando que alguns ruídos aerodinâmicos se sintam no habitáculo.

O interior tem um desenho simples e os materiais não exibem uma qualidade ao mesmo nível de alguns do seus rivais que estavam já um passo à frente no ambiente a bordo. Com quatro portas a acessibilidade é facilitada e o espaço interior é generoso para o condutor e ocupantes. O conforto é assegurado por uma suspensão com uma afinação suave que garante uma boa supressão das irregularidades.

O seu preço mostra-se equilibrado considerando o equipamento que oferece de série e o que propõe, mas já os custos de manutenção não são tão simpáticos.

Motores
Este Micra conta apenas com uma proposta em termos de motor, o tricilíndrico com 1.2 litros de cilindrada nas suas versões de 80 e 98 cv de potência máxima. Em ambos os casos são motores comedidos nos consumos e para quem faça mais quilómetros em viagens mais longas recomenda-se o 1.2 com 98 cv que revela ser mais expedito nas recuperações e acelerações.

Principais avarias e problemas
Sem grandes problemas mecânicos a assinalar o Micra mostra-se um modelo fiável, sendo apenas de referir algumas fugas de combustíveis nas primeiras unidades produzidas que levou a um regresso à assistência para corrigir o problema.

A embraiagem e os rolamentos do eixo traseiro podem evidenciar um desgaste superior ao esperado.

Nissan Micra (2011-2018)
6.4 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Preço
Habitabilidade
Facilidade de condução
Contras
Insonorização
Alguns materiais
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção6
Desvalorização6
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7
Conforto6.5
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico6
Performance6
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Renault Kangoo (1997-2007)

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Nascido como um furgão para todo o tipo de serviço, o Renault Kangoo teve, e ainda tem, uma longa história como comercial, tendo sido lançada também uma versão de passageiros com cinco lugares que no nosso país talvez não tenha tido o sucesso esperado precisamente por ser esteticamente muito igual ao furgão.



Contando com espaço para dar e vender o Kangoo é muito generoso no seu habitáculo tanto para os cinco ocupantes para a bagagem que estes tenham para transportar. Além disso a sua porta lateral deslizante facilita o acesso aos bancos traseiros e dá-lhe uma versatilidade muito própria.

Com uma boa relação entre preço e equipamento, o Kangoo de passageiros pouco difere da versão comercial no que diz respeito ao desenho e qualidade dos materiais utilizados o que o torna um pouco espartano no seu ambiente, apesar de ser funcional. Este facto também acaba por explicar uma insonorização do habitáculo menos conseguida.

Suficientemente confortável o Kangoo tem uma suspensão que filtra relativamente bem as irregularidades, apesar do eixo traseiro sofrer um pouco mais com o mau piso. Com boa visibilidade graças às amplas superfícies vidradas e uma direção leve o Kanggo mostra-se um modelo muito fácil de conduzir e manobrar.

Motores
O Kangoo oferece uma gama de motores que começa com as unidades a gasolina 1.2 de 75 cv, 1.4 também com 75 cv e 1.6 de 95 cv.
Nas propostas a gasóleo este Renault conta com o 1.5 dCi nas suas versões com 60, 65, 70, 80 e 85 cv, o 1.9 D com 55 e 65 cv e o 1.9 dTi com 80 cv.

Principais avarias e problemas
Os modelos equipados com o motor Diesel 1.5 dCi construídos até Junho de 2002 foram alvo de um recall para substituir a correia do alternador e um dos tensores.

O regulador de pressão da gasolina nos motores 1.2 e 1.4 pode dar problemas nos modelos fabricados até 1998. Nas primeiras unidades 1.2 podem surgir dificuldades no arranque a frio por causa de falhas nos injetores.

Já os 1.9 D construídos até 2001 podem revelar algumas complicações no sistema de refrigeração devido a um mau funcionamento do termostato.

Renault Kangoo (1997-2007)
5.8 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Preço
Espaço
Versatilidade
Contras
Insonorização
Qualidade dos materiais
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção6.5
Desvalorização5.5
Qualidade dos materais5.5
Habitabilidade e bagageira7.5
Segurança6.5
Conforto6.5
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico6.5
Performance0
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Chevrolet Cruze (2009-2016)

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O Chevrolet Cruze é um modelo que conseguiu uma boa fatia do mercado pois é um produto muito bem conseguido no seu todo e que ser um familiar médio que praticamente custa o preço de um pequeno familiar.



O preço é claramente o argumento mais forte do Cruze, mas não se pense que estamos perante um modelo low cost, nada disso. Bem equipado este familiar oferece uma boa habitabilidade e uma excelente bagageira com os seus 450 litros de capacidade.

O desenho do interior é bem conseguido com linhas modernas e a posição de condução é fácil de encontrar. Se por um lado os materiais do tablier são bons, por outro lado há alguns elementos cuja qualidade não está ao mesmo nível e alguns acabamentos não são muito refinados, o que compromete um pouco a sensação de solidez.

Confortável quanto baste, o Cruze revela uma suspensão com uma afinação suave o que lhe permite viagens tranquilas e confortáveis, mas que em piso mais degradado deixa passar algumas vibrações e ruídos para o interior. Quando o trajeto é mais exigente este Chevrolet mostra-se previsível, mas não entusiasma.

Motores
O Cruze conta com uma gama de motores composta por três unidades a gasolina, o 1.4T com 140 cv, o 1.6 com 124 cv e o 1.8 com 141 cv e os mais procurados motores a gasóleo 1.7 CDTI com 110 e 130 cv e o 2.0 CDTI com 150 e 163 cv. Estes últimos um pouco ruidosos, mas com boa relação entre prestações e consumos.

Principais avarias e problemas
O motor 2.0 CDTI pode apresentar problemas com os injetores e algumas unidades foram alvo de uma chamada à assistência para substituição de um tudo de combustível defeituoso.

Foram registados casos de alguns modelos em que as luzes de alerta no tablier acendem sem justificação, nomeadamente a de falha no motor e a de problema com os airbags.

A pintura pode revelar-se frágil com o passar do tempo e o mesmo pode ser dito sobre o forro do volante que pode deteriorar de forma prematura.

Chevrolet Cruze (2009-2016)
6.3 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Preço
Bagageira
Habitabilidade
Contras
Alguns acabamentos
Facilidade de condução
Fiabilidade6
Custos de manutenção7
Desvalorização5.5
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7
Conforto6
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico6
Performance6
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