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O novo Seat Leon já foi revelado
A Seat apresentou a muito aguardada quarta geração do Leon numa cerimónia transmitida internacionalmente via streaming dando assim a conhecer as novas formas de um dos modelos mais importantes da sua gama.
Com umas linhas bem fluídas o novo Leon tem uma silhueta curvilínea com umas cavas das rodas salientes que lhe dão um ar dinâmico logo ao primeiro olhar. A proeminente grelha frontal e as próprias linhas em relevo no capot dão-lhe um ar positivamente agressivo. A traseira fecha muito bem todo o conjunto reforçando a pose com uma linha de cintura muito marcada e destacada pela união entre os dois conjuntos óticos feita por uma linha de luz horizontal muito ao estilo do que já vimos no Tarraco.

A Seat revelou também a versão Sportstourer, a carrinha, que mantém os mesmos atributos que o Leon de cinco portas, mas acrescenta 237 litros de capacidade da mala, ascendendo aos 617 em comparação com os 380 litros do Leon.
No interior o desenho destaca-se por uma opção minimalista com superfícies lisas a dominar o habitáculo com o ecrã táctil de 8,25 polegadas a dominar a zona da consola central. A conectividade é uma das apostas e este Leon conta com comandos por voz que permitem controlar várias opções de entretenimento e informação como a navegação ou música. Conta ainda com a aplicação Seat Connect que permite controlar remotamente algumas funções.
A segurança foi um dos focos no desenvolvimento do novo Leon e os engenheiros e técnicos da marca de Martorell incorporaram no Leon o que de melhor a Seat tem nessa área. Assim esta geração contará com controlo de velocidade adaptativo, um controlo dinâmico do chassis um sistema de aviso de saída que alerta a presença de trânsito quando se abrem as portas.
Em termos de motores o Leon contará com o tricilíndrico 1.0 TSI com 90 e 110 cv de potência, o 1.5 TSI com 130 e 150 cv e o 2.0 TSI com 190 cv e caixa DSG fecha para já as propostas a gasolina. Na oferta Diesel o novo Leon terá disponíveis o bloco de 2.0 litros da família TDI com 115 e 150 cv de potência e ainda outra versão de 150 cv com caixa DSG disponível para a carrinha Sportstourer com tração integral 4Drive.
A Seat também aposta na criação de soluções alternativas e pela primeira vez o Leon terá uma versão híbrida, o eHybrid que contará com um motor 1.4 TSI a gasolina e um motor elétrico alimentado por uma bateria de 13 kWh que em conjunto lhe dará uma potência máxima de 204 cv permitindo que o Leon eHybrid circule até 60 quilómetros apenas em modo elétrico.
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O adeus à AC Schnitzer
A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.
Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.
Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”
O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.
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Mais radares de velocidade média
O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.
Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.
A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.
Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.
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