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Land Cruiser HDJ80 – A Referência!

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Para os mais aventureiros e habituados a estas coisas do todo-terreno, a nomenclatura “HDJ80” representa o que de melhor alguma vez se fez no mundo do Todo-Terreno! É um ícone e, ao mesmo tempo, um modelo mítico. Para muitos, a máquina perfeita, longe dos componentes electrónicos e com uma fiabilidade garantida a toda a prova. As suas capacidades offroad parecem não ter limites, apesar do seu tamanho e peso. Pertence claramente a outra dimensão!

Antes que perguntem: então, e o Mercedes G? Posso adiantar que decorria o ano de 1990 quando a série 8 do Land Cruiser viu a luz do dia, exactamente no mesmo ano que o Mercedes G W463 se apresentou mais burguês ao público, em detrimento da versão anterior agrícola W461. Ambos contavam com tração permanente às 4 rodas, redutoras e bloqueios nos 3 diferenciais, mas o HDJ80 rematava isto tudo com um chassis mais evoluído, proporcionando melhores rebatimentos da suspensão, mesmo contando com barras estabilizadoras em ambos eixos, ao contrário do G que tinha apenas no eixo dianteiro. O 80 contava com 4 discos ventilados (o G usava apenas discos na frente e tambores atrás) e rematava com uma motorização plena de energia. O modelo contava com um motor diesel de 6 cilindros em linha de 4200 cc e 160 cv e um binário de 365 NM às 1800 rpm. Utilizava o famoso Turbo CT26 que equipava também, o bastante conhecido da época, Toyota Supra. Frente a isto e esquecendo os diesel, para não enxovalhar mais o G, o melhor que a Mercedes conseguiu na altura para equipar o seu modelo, foi aplicado o motor M103, um 6 cilindros em linha atmosférico de 3 litros e 170 cv às 5500 rpm e 240 NM de binário às 4500 rpm, ou seja um motor quase inútil para TT com uma faixa de utilização muito reduzida e com consumos que facilmente chegavam aos 30 litros em andamentos alegres. Como tal, ficam aqui referidas as principais diferenças, sem entrar em comparativos de dimensões, etc.

Voltando ao 80 e à sua denominação HD, refere-se ao motor usado o 1HD-T sendo o H de HEXA ou 6 para o número de cilindros e o D para o ciclo Diesel J8 ou J80 refere-se à série do Land Cruiser. Existem várias séries e dificilmente conseguiria explicar todas as denominações aqui, mas para referência temos a série 40, como o BJ40, a série 70 como BJ73 que foi construído nalgumas versões em Portugal, tal como o BJ40. Mais recentemente a série 10 com o HDJ100 e a atual a série 200 com o VDJ200. As séries dos Land Cruisers não representam gamas mais ou menos pobres nem são hierarquizadas ao contrário do que se pensa. Representam sim filosofias e utilizações diferentes. É perfeitamente possível um Land Cruiser 70 Pick-up com motores nobres V8, isto claro noutros mercados que não o Europeu. Para registo, salientar ainda que atualmente o motor 1HD-T é utilizado na série 70. Convém relembrar que a Salvador Caetano em Ovar produz atualmente a série 70 no formato pickup com 2 ou 4 portas e além do V8 diesel continua a montar o motor 1HD-T. Estas viaturas têm como destino o mercado da África do Sul.

Para falarmos de vez de motores e naqueles que mais interessam no nosso mercado de referir que em 1995 o modelo sofreu algumas alterações estéticas e contou com uma revisão do motor que passou a contar com uma cabeça de 24 válvulas em detrimento da anterior de 12v. Na prática ficou um motor com menos baixas apesar do binário crescer para os 378 NM atingidos somente às 2200 rpm e uma potência de 170 cv às 3600 rpm (nome de código 1HD-FT). Mais desenvolto em altas e mais anémico em baixas, característica dos motores multiválvulas, mas nada de preocupante. Contudo, o motor deixava muita margem para personalizações de todo o género que permitiam tirar potências bastante elevadas do mesmo. Basta referir que nenhum dos 2 motores falados tinham intercooler de série, dando ainda a possibilidade de uma evolução maior a nível de prestações aos futuros proprietários.

Esteticamente as versões de 90 e 95 distinguiam-se pelos alargamentos das cavas das rodas, o uso de jantes 16” e a grelha dianteira, onde a primeira ainda usava a palavra TOYOTA e no caso da segunda, onde imperava apenas o símbolo da marca ainda em vigor que é o das 3 ovais. Como curiosidade, o símbolo são três ovais que se unem de modo simétrico e horizontal e as duas ovais perpendiculares dentro da maior representam dois corações: o do cliente e o da empresa. Os mesmos são sobrepostos de modo a representar um relacionamento mutuamente benéfico e de confiança. Já a oval exterior simboliza o mundo a abraçar a Toyota.

De referir que o modelo teve algumas alterações em 1994, contando com melhores acabamentos e travões de maiores dimensões e mais equipamento.
Equipamento era o que não faltava neste modelo. Se bem que a primeira geração com o motor de 12v não foi comercializada diretamente em Portugal, existiram algumas unidades importadas. Seja como for e sem fazer distinção entre a versão de 90 e 95, este modelo já contava nas versões VX e VX Limited, com equipamentos como: 4 vidros elétricos, teto de abrir elétrico, climatizador, altímetro, bússola, bancos de regulação elétrica, regulação lombar elétrica, ar condicionado e nalguns casos climatizador e ventilador traseiro, cruise control, ABS, fecho centralizado, airbags dianteiros, direção assistida progressiva, retrovisores elétricos aquecidos e retrácteis, lotação entre 5 e 8 lugares, estofos em pele ou veludo, antena elétrica, airbags dianteiros, cintos reguláveis em altura, em opção caixa automática, apoio de braços dianteiro e traseiro, depósitos suplementares, consola central frigorífica, sistema de som completo 2DIN com subwoofer, suspensão regulável em dureza, bancos aquecidos, lava-faróis, barras de tejadilho, guincho, etc., etc.

O aspecto imponente, independentemente do ângulo por onde se olhe, deixa qualquer um a pensar que precisará de carta de pesados para conduzir um veículo destes. Na verdade, e apesar de ser uma viatura relativamente confortável em estrada, não permite grandes emoções no asfalto. Está mais perto de um pequeno Bus que de um ligeiro. O melhor é deixar rolar com calma e ir ao ritmo do veículo. A direção é vaga e com uma tendência subvirador quando se força mais o ritmo. As prestações são razoáveis (170 km/h e 12s dos 0-100 km/h) e o peso de quase 2,5 toneladas não gera grande confiança nas curvas mais apertadas. Não há nada a fazer contra as leis da física. A travagem é assegurada por 4 discos, tem um bom tato e é potente. Nas unidades após 1995 contava também com o sistema ABS.

Com tudo isto junto poder-se-ia pensar que estaríamos ao volante de mais um jipe com consumos estratosféricos, mas não. Os consumos oscilam entre os 9,5 e os 15,5 conforme seja estrada a 90 km/h e urbano/tt. Associado a um depósito de quase 100 litros permite autonomias bastante elevadas para um jipe, aproximadamente 600/750 km conforme as situações.

Contudo chegado a este ponto ainda não leram o que vieram à procura, ou seja, que este modelo é uma besta do todo terreno e que é um símbolo de eficácia offroad, de fiabilidade, de robustez, de bom gosto e até de status na comunidade offroad por esse mundo fora e em Portugal não é exceção. Se a palavra Land Cruiser já é sinal de uma viatura que é bastante valorizada, então o HDJ80 atinge valores impensáveis para viaturas com cerca 25 a 30 anos às costas e quase sempre com quilometragens acima dos 300.000 km. Mas chega de teoria, pois na prática descobrimos um veículo completamente diferente daquele que conduzimos em estrada quando engrenamos as redutoras. Quando isto acontece o diferencial central fica imediatamente bloqueado impedindo que o veículo se possa deter por ter uma roda no ar. Do mesmo modo o ABS é desativado para evitar alongar travagens em pisos escorregadios. Quando o piso se encontra muito deslizante o HDJ80 conta com um precioso auxiliar: do lado esquerdo do tablier existe um botão circular que aciona o bloqueio traseiro e posteriormente o dianteiro à vontade do condutor. Com os bloqueios ativados impressiona pelo poder de tração e o limite só é dado pelo piso que possam ter os pneus e pelas medidas desmesuradas da sua carroçaria que conta 4,82 mt de comprimento, 1,93 mt de largura, 1,89 mt de altura e uma distância entre eixos de 2,85 mt. A nível de ângulos todo terreno conta com 37o de ângulo de ataque, 26o de ângulo de saída (penalizado pela colocação do pneu suplente debaixo do piso da bagageira no exterior, 1º ponto a resolver se pensar adquirir um modelo deste original; a solução passa por colocar um suporte no interior), 154o de ângulo ventral e uma altura ao solo de 22,8 cm. Apesar de na teoria os valores não serem espetaculares na prática é bem diferente. Não é fácil encontrar um obstáculo que pare este veículo pois apesar da já comentada volumosa carroçaria, conta com um curso de suspensão espetacular, pois o eixo rígido dianteiro possuí 60 cm de curso e o eixo rígido traseiro possui 67 cm de curso. Como tal a adaptabilidade ao terreno é máxima e levantar uma roda é caso raro neste veículo mesmo nos obstáculos mais trialeiros. Em zonas sinuosas não é o veículo ideal pelo seu tamanho, prefere claramente espaços mais abertos.

Contudo as mais valias que este veículo oferece para os mais viajados é algo mais do que o que está à vista. Além da valorização que representa o espaço e conforto interior, ideal para grandes viagens em autonomia, há que contar que tudo neste veículo foi pensado para oferecer o melhor que havia na altura. Uma peça de engenharia quase perfeita para o pretendido, a sua mecânica está sobredimensionada como se de um veículo pesado se tratasse. O chassis deste veículo de série permite carregar 800 kgs de carga útil e manter a sua integridade, passadas mais de duas décadas e muitos quilómetros fora de estrada, pelos pisos mais demolidores. Visto não usar eletrónica é possível reparar com algumas ferramentas e peças sobressalentes em qualquer lugar por mais remoto que seja. O seu chassis permite acoplar dezenas e dezenas de acessórios de todo o género e ao contrário do Mercedes G, que não passou de um projeto falhado no seu início de carreira, o HDJ80 foi integralmente construído para fazer perdurar o legado dos modelos que o antecederam como FJ55 ou o HJ61. Mesmo com quase 30 anos o HDJ80 é continua e continuará a ser uma base fiável e em que vale a pena investir.

O que verificar em unidades usadas, se pretender adquirir uma
1º perceber que na grande maioria dos casos o mercado dos jipes não se rege como o dos normais veículos. A idade é um fator secundário e os valores em grande parte não irão baixar com o passar dos anos, muito pelo contrário. A tendência atual é de subida ainda mais em modelos raros como este. Como tal para aceder a um modelo destes só abrindo os cordões à bolsa.
2º O tempo por si só desgasta bastantes materiais, fazendo com que todo o tipo de borrachas e casquilhos se deteriorem. Como tal perceber em que ponto está tudo o que é borrachas. (incluindo tubos de refrigeração, tubos de combustível, etc.)

3º Carroçaria: a qualidade de montagem e fabricação deste Toyota é muito elevada. Contudo um uso intensivo em offroad pode provocar alguns problemas. Deverá ser verificada a base do para-brisas dianteiro e verificar se existe alguma infiltração de água na moldura do para-brisas. Os encaixes da carroçaria no chassis também devem ser verificados. Verificar a parte inferior do veículo. Dado o seu tamanho, verificar pancadas na carroçaria ou sinais de reparações mal feitas e que possam esconder ferrugem, apenas pela razão de terem sido mal reparadas, pois a carroçaria do HDJ80 é bastante resistente à corrosão. Corrosão também é algo que não falta no chassis das unidades portuguesas importadas pelo mercado paralelo, visto que vinham na sua grande maioria da Alemanha. Não é de descartar a necessidade de uma pintura de chassis e eixos para maior longevidade da viatura.
4º Chassis: Dado o peso do conjunto, os amortecedores e os travões são os mais castigados com o passar dos anos e km. Uma verificação de pastilhas e estado dos amortecedores pode evitar despesas maiores. Aqui poderá também passar por um upgrade de ambos os sistemas.

5º Transmissões: Neste campo o 80 é uma referência. Existe registo de avarias em caixas de velocidades manuais devido ao uso de valvulinas com especificações incorretas. De referir que os cardans e cruzetas da transmissão devem ser lubrificadas cada 5000 km. Verificar também o funcionamento dos bloqueios. Tomar atenção às homocinéticas dianteiras e verificar se fazem barulho a curvar em alcatrão. Verificar também o estado dos vedantes, facilmente visíveis pelo aspeto das bolas em cada ponta do diferencial onde trabalham as homocinéticas.
6º Motor: O bloco 4.2 tem uma reputada fama de longevidade, contudo existem regras obrigatórias que convém saber se foram cumpridas pelo anterior proprietário. Entre elas a mudança dos 6 injetores e também da correia de distribuição a cada 100.000 km. Nas unidades 12v convém confirmar se os casquilhos das bielas foram alguma vez substituídos e se não tiver a certeza é uma operação a efetuar também para breve, pois pode levar à rotura completa do motor, tal como as outras duas manutenções atrás descritas.

Resumindo: Costumo dizer que nunca somos verdadeiramente donos de um HDJ80. É um jipe que vai passando de mão e mão de alguns felizardos, espalhando a sua mística e a sua maneira de ser, mostrando como eram feitos os veículos todo terreno no final do século XX, quase como uma montra tecnológica do que melhor havia na altura no campo dos offroads. O conselho que dou é que cada proprietário perceba que tem um papel primordial na conservação destas viaturas únicas. O proprietário deverá conhecer a viatura que tem, de modo que consiga manter o seu 80 mecanicamente irrepreensível e renovar cada elemento que se possa ir deteriorando com o acumular de quilómetros e décadas. Deste modo está a contribuir para a fiabilidade e longevidade do modelo e a perpetuar um mito. A somar a isto o proprietário irá com certeza fazer parte de uma pequena comunidade unida por este modelo e quando digo pequena é mesmo pequena, sendo que grande parte dos proprietários atuais ou antigos se conhecem todos uns aos outros e trocam informações em prol do bom estado das viaturas. Como tal boa procura, pois se pensam partir à descoberta de Portugal e efetuar grandes viagens pelo planeta fora esta é a máquina a ter!

Texto e fotos: Alexandre Carvalho

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Mercedes G poderá passar a elétrico

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O mítico Mercedes Classe G já com mais de 40 anos de historial tem sido apontado como um dos modelos que a marca alemã irá deixar de produzir.

Tratando-se de um dos modelos mais competentes fora de estrada, mas com consumos muito elevados, o Classe G é um modelo complexo de encaixar nas tendências atuais e futuras do mercado.

No entanto Sasha Pallenberg, um dos responsáveis pela parte de transformação digital da Daimler fez um Tweet que deixa esperançosos os fãs desde modelo já que refere que Ola Kallenius, o CEO da Daimler, deseja fazer do Classe G um bem sucedido modelo todo-o-terreno elétrico, mantendo assim os pergaminhos do G, mas enquadrando-o nos novos desígnios da mobilidade, perpetuando assim o legado de uma das mais respeitadas siglas do fora de estrada.

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SEAT aposta nas duas rodas

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A marca espanhola do grupo Volkswagen, a SEAT, parece apostada em atacar outras formas de mobilidade que não envolvam, obrigatoriamente, o automóvel.



Neste caso, falamos mesmo um concept de uma scooter com propulsão elétrica, que será apresentada no próximo dia 19 de novembro, em Barcelona, no Smart City Expo World Congress.

Segundo CEO da marca de Martorell, Luca de Meo, a SEAT pretende ter uma nova abordagem à mobilidade, “fruto do constante crescimento das grandes cidades, o que torna a mobilidade eficiente num dos maiores desafios dos próximos tempos.”

Em 2021, a SEAT promete também lançar o seu rival do Renault Twizy, a desenvolvido a partir do Minimo Concept. Tal como o Renault, é um bilugar, tendo a capacidade de estacionar nos lugares destinados a motociclos e conseguindo percorrer 100 quilómetros com apenas uma carga de bateria.

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Radares em novembro

Não se deixe apanhar em infração. Dizemos-lhe onde vão estar os radares.

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Além dos radares fixos, temos de ter cuidado com os móveis. Por isso, a PSP informa que até final do mês de novembro irá efetuar ações de fiscalização rodoviária – RADAR nos seguintes locais:


AÇORES

07/nov/19 07H00 Estrada Regional – Ilha do Faial
07/nov/19 12H45 Estrada Regional n.º 1 de 1ª – Ilha Terceira
11/nov/19 06H45 Eixo Sul SCUT – Ilha São Miguel
12/nov/19 12H45 Estrada Regional n.º 1 de 1ª – Ilha Terceira
13/nov/19 09H00 Estrada Regional n.º 1 – Ilha São Miguel
16/nov/19 08H00 Estrada Regional – Lugar de Atalhada – Ilha São Miguel
21/nov/19 07H00 Caminho do Meio – Ilha do Faial
25/nov/19 06H45 Avenida Natália Correia – Ilha São Miguel
26/nov/19 12H45 Estrada Regional n.º 1 de 1ª – Ilha Terceira
30/nov/19 16H00 Eixo Norte SCUT – Ilha São Miguel

AVEIRO

06/nov/19 08H00/14H00 Av. da Universidade
07/nov/19 08H00/14H00 EN 16, KM 0,5
11/nov/19 14H00/20H00 EN 16, KM 0,5
18/nov/19 15H00/19H00 Ovar – Av. Sá Carneiro
20/nov/19 09H00/13H00 Santa Maria da Feira – Rua da Circunvalação
20/nov/19 15H00/19H00 São João da Madeira – Rua António José de Oliveira Júnior
25/nov/19 09H00/13H00 Espinho – Av. 32
27/nov/19 09H00/13H00 Santa Maria da Feira – Rua Eduardo Vaz

BEJA

07/nov/19 09H00 Rua Zeca Afonso – Beja
14/nov/19 09H00 EN 255 – Moura
20/nov/19 09H00 Rua Zeca Afonso – Beja
26/nov/19 09H00 Av. Salgueiro Maia – Beja

BRAGA

07/nov/19 10H00 Av. João Paulo II – Braga
19/nov/19 14H00 Variante EN. Nascente – V.N. Famalicão
26/out/19 09H00 Circular Urbana – Guimarães

BRAGANÇA

13/nov/19 08H30 Av. Abade de Baçal, Bragança
14/nov/19 08H30 Rua Engº. Machado Vaz, Mirandela
20/nov/19 08H30 Av. das Cantarias, Bragança
21/nov/19 08H30 Av. das Comunidades Europeias, Mirandela

CASTELO BRANCO

19/nov/19 09H00/11H00 Cruz do Montalvão – Castelo Branco
21/nov/19 08H00/10H00 EN 230 – Covilhã

COIMBRA

08/nov/19 09H00 Av. Guarda Inglesa
08/nov/19 14H00 IC1 – Ponte Edgar Cardoso
13/nov/19 15H30 Av. Fernando Namora
14/nov/19 08H00 Av. Dr. Mário Soares – Figueira da Foz
28/nov/19 09H00 Banhos Secos

ÉVORA

06/nov/19 09H00 Estrada Regional 114-4 – Évora
20/nov/19 09H30 EN 18 ao Gil -Estremoz

FARO

06/nov/19 14H30/17H00 Estrada Moinho da Palmeira – Faro
07/nov/19 09H00/12H00 Av. de castro Marim – Vila Real de Santo António
08/nov/19 15H30/19H30 Av. 5 de Outubro – Olhão
13/nov/19 09H00/12H00 Rua da Cruz Vermelha – Tavira
27/nov/19 09H00/12H00 Av. da Fonte Coberta – Lagos

GUARDA

07/nov/19 08H00 VICEG-Via de Cintura Externa da Guarda
14/nov/19 14H00 EM 577 -Guarda
21/nov/19 14H00 VICEG-Via de Cintura Externa da Guarda

LEIRIA

07/nov/19 09H00/12H00 Av. Monsenhor Bastos – Peniche
07/nov/19 09H00/12H00 EN 113 Km 7,300 – Leiria

LISBOA

08/nov/19 14H00/18H00 EN 10, Km 123,7 – Alhandra
12/nov/19 09H00/11H00 EN 250-1 – Algueirão
12/nov/19 14H30/16H00 EN 117 – Belas
13/nov/19 09H00/12H00 Av. Nicolau Breyner, Loures
13/nov/19 14H00/17H00 Av. Dr. Armando dos Santos Ferreira – Santo António dos Cavaleiros
15/nov/19 14H00/18H00 Av. Infante D. Henrique, Santa Apolónia – Lisboa
16/nov/19 01H00/05H00 Av. Ivens – Dafundo, sentido Lisboa / Cascais
18/nov/19 08H00/18H00 Av. Marginal – Hotel Miragem, Estoril
20/nov/19 14H00/18H00 Av. Padre Cruz – Lisboa
25/nov/19 14H00/18H00 Av. Marechal Gomes da Costa – Lisboa

MADEIRA

07/nov/19 14H00 Estrada Monumental e Av. do Infante
07/nov/19 19H00 ER 222 (Canhas) e VE3 Km 6.9 Túnel Ponta do Sol / Madalena do Mar
08/nov/19 08H00 Av. Mário Soares e Estrada da Vitória
13/nov/19 14H00 Estrada da Ponte da Oliveira
28/nov/19 17H00 VE1 – Moínhos – Faial / VE1 – Túnel do Cortado – Santana
29/nov/19 13H00 VR1 Km 9.4 Este-Oeste e VR1 Km 6.0 Quinta Grande

PORTALEGRE

11/nov/19 15H00 Av. de Badajoz – Portalegre
14/nov/19 14H00 Av. de Badajoz – Portalegre
18/nov/19 08H0 Av. do Dia de Portugal – Elvas
22/nov/19 08H00 Av. do Dia de Portugal – Elvas
29/nov/19 14H00 EN 372, KM 72 – Elvas

PORTO

07/nov/19 14H00/18H00 Rua Ribeiro Cambado – Valongo
08/nov/19 08H00/12H00 Estrada D. Miguel – Gondomar
11/nov/19 20H00/24H00 EN nº 14 – Matosinhos
14/nov/19 08H00/12H00 Estrada da Circunvalação – Porto
18/nov/19 14H00/18H00 Estrada da Circunvalação – Porto
19/nov/19 08H00/12H00 Av. Gago Coutinho – Gulpilhares
21/nov/19 08H00/12H00 Av. Marechal Gomes da Costa – Porto
25/nov/19 20H00/24H00 Estrada da Circunvalação – Porto
26/nov/19 08H00/12H00 Rua Gomes Amorim – Póvoa do Varzim
28/nov/19 14H00/18H00 Estrada da Circunvalação – Porto
29/nov/19 08H00/12H00 Av. da Boavista – Porto

SANTARÉM

13/nov/19 07H30/11H30 Circular Urbana D. Luis I – Santarém
14/nov/19 09H00/13H00 Av.ª D. Manuel I – Abrantes
21/nov/19 08H00/12H00 Av.ª Bombeiros Voluntários – Ourém
22/nov/19 07H30/11H30 EN 3 / Calçadinha – Santarém
25/nov/19 08H00/12H00 EN 110 – Alvito – Tomar
25/nov/19 13H00/17H00 Rua Serpa Pinto – Cartaxo
28/nov/19 09H00/13H00 EM 1179 – Entroncamento

SETÚBAL

06/nov/19 08H00 EN 10.1 – Barreiro
11/nov/19 09H00 Circular externa – Montijo
14/nov/19 16H00 Av. Arsenal do Alfeite, sentido Almada/Corroios
20/nov/19 08H00 EN 10.4 – Setúbal

VIANA DO CASTELO

11/nov/19 10H00 Av. Capitão Gaspar de Castro-Viana do Castelo
21/nov/19 10H00 Via Foral D. Teresa – Ponte de Lima
26/nov/19 10H00 Rua dos Sobreiros – Viana do Castelo

VILA REAL

06/nov/19 09H00 Av. da Unesco – Vila Real
08/nov/19 21H00 Av. Rainha Dona Mafalda – Chaves
13/nov/19 09H00 Av. da Europa – Vila Real
15/nov/19 14H00 Rua da Paz – Chaves
27/nov/19 14H00 Av. Aureliano barrigas – Vila Real
29/nov/19 14H00 Av. do Tâmega – Chaves

VISEU

07/nov/19 08H30 Av. Europa- Viseu
11/nov/19 14H00 Av. Professor Reinaldo Cardoso – Viseu
16/nov/19 09H00 Av. D. Egas Moniz – Lamego
20/nov/19 08H30 Av. Europa – Viseu
30/nov/19 09H00 Av. D. Egas Moniz – Lamego

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