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Land Cruiser HDJ80 – A Referência!

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Para os mais aventureiros e habituados a estas coisas do todo-terreno, a nomenclatura “HDJ80” representa o que de melhor alguma vez se fez no mundo do Todo-Terreno! É um ícone e, ao mesmo tempo, um modelo mítico. Para muitos, a máquina perfeita, longe dos componentes electrónicos e com uma fiabilidade garantida a toda a prova. As suas capacidades offroad parecem não ter limites, apesar do seu tamanho e peso. Pertence claramente a outra dimensão!

Antes que perguntem: então, e o Mercedes G? Posso adiantar que decorria o ano de 1990 quando a série 8 do Land Cruiser viu a luz do dia, exactamente no mesmo ano que o Mercedes G W463 se apresentou mais burguês ao público, em detrimento da versão anterior agrícola W461. Ambos contavam com tração permanente às 4 rodas, redutoras e bloqueios nos 3 diferenciais, mas o HDJ80 rematava isto tudo com um chassis mais evoluído, proporcionando melhores rebatimentos da suspensão, mesmo contando com barras estabilizadoras em ambos eixos, ao contrário do G que tinha apenas no eixo dianteiro. O 80 contava com 4 discos ventilados (o G usava apenas discos na frente e tambores atrás) e rematava com uma motorização plena de energia. O modelo contava com um motor diesel de 6 cilindros em linha de 4200 cc e 160 cv e um binário de 365 NM às 1800 rpm. Utilizava o famoso Turbo CT26 que equipava também, o bastante conhecido da época, Toyota Supra. Frente a isto e esquecendo os diesel, para não enxovalhar mais o G, o melhor que a Mercedes conseguiu na altura para equipar o seu modelo, foi aplicado o motor M103, um 6 cilindros em linha atmosférico de 3 litros e 170 cv às 5500 rpm e 240 NM de binário às 4500 rpm, ou seja um motor quase inútil para TT com uma faixa de utilização muito reduzida e com consumos que facilmente chegavam aos 30 litros em andamentos alegres. Como tal, ficam aqui referidas as principais diferenças, sem entrar em comparativos de dimensões, etc.

Voltando ao 80 e à sua denominação HD, refere-se ao motor usado o 1HD-T sendo o H de HEXA ou 6 para o número de cilindros e o D para o ciclo Diesel J8 ou J80 refere-se à série do Land Cruiser. Existem várias séries e dificilmente conseguiria explicar todas as denominações aqui, mas para referência temos a série 40, como o BJ40, a série 70 como BJ73 que foi construído nalgumas versões em Portugal, tal como o BJ40. Mais recentemente a série 10 com o HDJ100 e a atual a série 200 com o VDJ200. As séries dos Land Cruisers não representam gamas mais ou menos pobres nem são hierarquizadas ao contrário do que se pensa. Representam sim filosofias e utilizações diferentes. É perfeitamente possível um Land Cruiser 70 Pick-up com motores nobres V8, isto claro noutros mercados que não o Europeu. Para registo, salientar ainda que atualmente o motor 1HD-T é utilizado na série 70. Convém relembrar que a Salvador Caetano em Ovar produz atualmente a série 70 no formato pickup com 2 ou 4 portas e além do V8 diesel continua a montar o motor 1HD-T. Estas viaturas têm como destino o mercado da África do Sul.

Para falarmos de vez de motores e naqueles que mais interessam no nosso mercado de referir que em 1995 o modelo sofreu algumas alterações estéticas e contou com uma revisão do motor que passou a contar com uma cabeça de 24 válvulas em detrimento da anterior de 12v. Na prática ficou um motor com menos baixas apesar do binário crescer para os 378 NM atingidos somente às 2200 rpm e uma potência de 170 cv às 3600 rpm (nome de código 1HD-FT). Mais desenvolto em altas e mais anémico em baixas, característica dos motores multiválvulas, mas nada de preocupante. Contudo, o motor deixava muita margem para personalizações de todo o género que permitiam tirar potências bastante elevadas do mesmo. Basta referir que nenhum dos 2 motores falados tinham intercooler de série, dando ainda a possibilidade de uma evolução maior a nível de prestações aos futuros proprietários.

Esteticamente as versões de 90 e 95 distinguiam-se pelos alargamentos das cavas das rodas, o uso de jantes 16” e a grelha dianteira, onde a primeira ainda usava a palavra TOYOTA e no caso da segunda, onde imperava apenas o símbolo da marca ainda em vigor que é o das 3 ovais. Como curiosidade, o símbolo são três ovais que se unem de modo simétrico e horizontal e as duas ovais perpendiculares dentro da maior representam dois corações: o do cliente e o da empresa. Os mesmos são sobrepostos de modo a representar um relacionamento mutuamente benéfico e de confiança. Já a oval exterior simboliza o mundo a abraçar a Toyota.

De referir que o modelo teve algumas alterações em 1994, contando com melhores acabamentos e travões de maiores dimensões e mais equipamento.
Equipamento era o que não faltava neste modelo. Se bem que a primeira geração com o motor de 12v não foi comercializada diretamente em Portugal, existiram algumas unidades importadas. Seja como for e sem fazer distinção entre a versão de 90 e 95, este modelo já contava nas versões VX e VX Limited, com equipamentos como: 4 vidros elétricos, teto de abrir elétrico, climatizador, altímetro, bússola, bancos de regulação elétrica, regulação lombar elétrica, ar condicionado e nalguns casos climatizador e ventilador traseiro, cruise control, ABS, fecho centralizado, airbags dianteiros, direção assistida progressiva, retrovisores elétricos aquecidos e retrácteis, lotação entre 5 e 8 lugares, estofos em pele ou veludo, antena elétrica, airbags dianteiros, cintos reguláveis em altura, em opção caixa automática, apoio de braços dianteiro e traseiro, depósitos suplementares, consola central frigorífica, sistema de som completo 2DIN com subwoofer, suspensão regulável em dureza, bancos aquecidos, lava-faróis, barras de tejadilho, guincho, etc., etc.

O aspecto imponente, independentemente do ângulo por onde se olhe, deixa qualquer um a pensar que precisará de carta de pesados para conduzir um veículo destes. Na verdade, e apesar de ser uma viatura relativamente confortável em estrada, não permite grandes emoções no asfalto. Está mais perto de um pequeno Bus que de um ligeiro. O melhor é deixar rolar com calma e ir ao ritmo do veículo. A direção é vaga e com uma tendência subvirador quando se força mais o ritmo. As prestações são razoáveis (170 km/h e 12s dos 0-100 km/h) e o peso de quase 2,5 toneladas não gera grande confiança nas curvas mais apertadas. Não há nada a fazer contra as leis da física. A travagem é assegurada por 4 discos, tem um bom tato e é potente. Nas unidades após 1995 contava também com o sistema ABS.

Com tudo isto junto poder-se-ia pensar que estaríamos ao volante de mais um jipe com consumos estratosféricos, mas não. Os consumos oscilam entre os 9,5 e os 15,5 conforme seja estrada a 90 km/h e urbano/tt. Associado a um depósito de quase 100 litros permite autonomias bastante elevadas para um jipe, aproximadamente 600/750 km conforme as situações.

Contudo chegado a este ponto ainda não leram o que vieram à procura, ou seja, que este modelo é uma besta do todo terreno e que é um símbolo de eficácia offroad, de fiabilidade, de robustez, de bom gosto e até de status na comunidade offroad por esse mundo fora e em Portugal não é exceção. Se a palavra Land Cruiser já é sinal de uma viatura que é bastante valorizada, então o HDJ80 atinge valores impensáveis para viaturas com cerca 25 a 30 anos às costas e quase sempre com quilometragens acima dos 300.000 km. Mas chega de teoria, pois na prática descobrimos um veículo completamente diferente daquele que conduzimos em estrada quando engrenamos as redutoras. Quando isto acontece o diferencial central fica imediatamente bloqueado impedindo que o veículo se possa deter por ter uma roda no ar. Do mesmo modo o ABS é desativado para evitar alongar travagens em pisos escorregadios. Quando o piso se encontra muito deslizante o HDJ80 conta com um precioso auxiliar: do lado esquerdo do tablier existe um botão circular que aciona o bloqueio traseiro e posteriormente o dianteiro à vontade do condutor. Com os bloqueios ativados impressiona pelo poder de tração e o limite só é dado pelo piso que possam ter os pneus e pelas medidas desmesuradas da sua carroçaria que conta 4,82 mt de comprimento, 1,93 mt de largura, 1,89 mt de altura e uma distância entre eixos de 2,85 mt. A nível de ângulos todo terreno conta com 37o de ângulo de ataque, 26o de ângulo de saída (penalizado pela colocação do pneu suplente debaixo do piso da bagageira no exterior, 1º ponto a resolver se pensar adquirir um modelo deste original; a solução passa por colocar um suporte no interior), 154o de ângulo ventral e uma altura ao solo de 22,8 cm. Apesar de na teoria os valores não serem espetaculares na prática é bem diferente. Não é fácil encontrar um obstáculo que pare este veículo pois apesar da já comentada volumosa carroçaria, conta com um curso de suspensão espetacular, pois o eixo rígido dianteiro possuí 60 cm de curso e o eixo rígido traseiro possui 67 cm de curso. Como tal a adaptabilidade ao terreno é máxima e levantar uma roda é caso raro neste veículo mesmo nos obstáculos mais trialeiros. Em zonas sinuosas não é o veículo ideal pelo seu tamanho, prefere claramente espaços mais abertos.

Contudo as mais valias que este veículo oferece para os mais viajados é algo mais do que o que está à vista. Além da valorização que representa o espaço e conforto interior, ideal para grandes viagens em autonomia, há que contar que tudo neste veículo foi pensado para oferecer o melhor que havia na altura. Uma peça de engenharia quase perfeita para o pretendido, a sua mecânica está sobredimensionada como se de um veículo pesado se tratasse. O chassis deste veículo de série permite carregar 800 kgs de carga útil e manter a sua integridade, passadas mais de duas décadas e muitos quilómetros fora de estrada, pelos pisos mais demolidores. Visto não usar eletrónica é possível reparar com algumas ferramentas e peças sobressalentes em qualquer lugar por mais remoto que seja. O seu chassis permite acoplar dezenas e dezenas de acessórios de todo o género e ao contrário do Mercedes G, que não passou de um projeto falhado no seu início de carreira, o HDJ80 foi integralmente construído para fazer perdurar o legado dos modelos que o antecederam como FJ55 ou o HJ61. Mesmo com quase 30 anos o HDJ80 é continua e continuará a ser uma base fiável e em que vale a pena investir.

O que verificar em unidades usadas, se pretender adquirir uma
1º perceber que na grande maioria dos casos o mercado dos jipes não se rege como o dos normais veículos. A idade é um fator secundário e os valores em grande parte não irão baixar com o passar dos anos, muito pelo contrário. A tendência atual é de subida ainda mais em modelos raros como este. Como tal para aceder a um modelo destes só abrindo os cordões à bolsa.
2º O tempo por si só desgasta bastantes materiais, fazendo com que todo o tipo de borrachas e casquilhos se deteriorem. Como tal perceber em que ponto está tudo o que é borrachas. (incluindo tubos de refrigeração, tubos de combustível, etc.)

3º Carroçaria: a qualidade de montagem e fabricação deste Toyota é muito elevada. Contudo um uso intensivo em offroad pode provocar alguns problemas. Deverá ser verificada a base do para-brisas dianteiro e verificar se existe alguma infiltração de água na moldura do para-brisas. Os encaixes da carroçaria no chassis também devem ser verificados. Verificar a parte inferior do veículo. Dado o seu tamanho, verificar pancadas na carroçaria ou sinais de reparações mal feitas e que possam esconder ferrugem, apenas pela razão de terem sido mal reparadas, pois a carroçaria do HDJ80 é bastante resistente à corrosão. Corrosão também é algo que não falta no chassis das unidades portuguesas importadas pelo mercado paralelo, visto que vinham na sua grande maioria da Alemanha. Não é de descartar a necessidade de uma pintura de chassis e eixos para maior longevidade da viatura.
4º Chassis: Dado o peso do conjunto, os amortecedores e os travões são os mais castigados com o passar dos anos e km. Uma verificação de pastilhas e estado dos amortecedores pode evitar despesas maiores. Aqui poderá também passar por um upgrade de ambos os sistemas.

5º Transmissões: Neste campo o 80 é uma referência. Existe registo de avarias em caixas de velocidades manuais devido ao uso de valvulinas com especificações incorretas. De referir que os cardans e cruzetas da transmissão devem ser lubrificadas cada 5000 km. Verificar também o funcionamento dos bloqueios. Tomar atenção às homocinéticas dianteiras e verificar se fazem barulho a curvar em alcatrão. Verificar também o estado dos vedantes, facilmente visíveis pelo aspeto das bolas em cada ponta do diferencial onde trabalham as homocinéticas.
6º Motor: O bloco 4.2 tem uma reputada fama de longevidade, contudo existem regras obrigatórias que convém saber se foram cumpridas pelo anterior proprietário. Entre elas a mudança dos 6 injetores e também da correia de distribuição a cada 100.000 km. Nas unidades 12v convém confirmar se os casquilhos das bielas foram alguma vez substituídos e se não tiver a certeza é uma operação a efetuar também para breve, pois pode levar à rotura completa do motor, tal como as outras duas manutenções atrás descritas.

Resumindo: Costumo dizer que nunca somos verdadeiramente donos de um HDJ80. É um jipe que vai passando de mão e mão de alguns felizardos, espalhando a sua mística e a sua maneira de ser, mostrando como eram feitos os veículos todo terreno no final do século XX, quase como uma montra tecnológica do que melhor havia na altura no campo dos offroads. O conselho que dou é que cada proprietário perceba que tem um papel primordial na conservação destas viaturas únicas. O proprietário deverá conhecer a viatura que tem, de modo que consiga manter o seu 80 mecanicamente irrepreensível e renovar cada elemento que se possa ir deteriorando com o acumular de quilómetros e décadas. Deste modo está a contribuir para a fiabilidade e longevidade do modelo e a perpetuar um mito. A somar a isto o proprietário irá com certeza fazer parte de uma pequena comunidade unida por este modelo e quando digo pequena é mesmo pequena, sendo que grande parte dos proprietários atuais ou antigos se conhecem todos uns aos outros e trocam informações em prol do bom estado das viaturas. Como tal boa procura, pois se pensam partir à descoberta de Portugal e efetuar grandes viagens pelo planeta fora esta é a máquina a ter!

Texto e fotos: Alexandre Carvalho

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Toyota renova líder Hilux

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Há mais de 50 anos que o nome Hilux tem solidificado a sua imagem como pick-up sólida e capaz de dar resposta a todos os desafios. Agora a Toyota revelou as primeiras imagens da nova geração da Hilux, a pick-up que tem liderado as vendas no nosso mercado nos últimos anos.



Com uma imagem mais agressiva e moderna, especialmente com o novo desenho da grelha frontal e a iluminação em LED, a nova Hilux traz novidades não apenas estéticas mas também debaixo do capot. Contará com o novo motor turbodiesel de 2.8 litros de cilindrada capaz de debitar uma potência máxima de 204 cv e um binário de 500 Nm. Com esta unidade a Hilux consegue acelerar dos 0 aos 100 km/h em 10 segundos e apresentar um consumo médio na casa dos 7,8 l/100km.

O interior foi alvo da atenção dos técnicos, engenheiros e desenhadores da Toyota e conta com um novo painel de instrumentos e um ecrã multi funções táctil de 8″ na consola central.

A nova gama da Hilux irá estrear a versão Invincible que se destaca das demais pelo elevado nível de equipamento que a coloca como topo de gama das propostas e por uma decoração que inclui várias referências a momentos marcantes da história desta pick-up como a vitória no Dakar de 2019, ou as aventuras ao Pólo Norte ou à Antártida.

Como seria de esperar a nova Hilux estará disponível com três tipos de carroçaria: cabine simples, cabine extra e cabine dupla.

Esta nova geração da Toyota Hilux deverá chegar ao nosso mercado no início do próximo ano.

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Novo BMW Série 4 divide opiniões

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Devido às limitações que a precaução impõe nestes tempos de pandemia do vírus Covid-19, a BMW apresentou online o seu novo Série 4 e confirmou que o Concept 4 apresentado no Salão de Frankfurt do ano passado foi efetivamente a forte inspiração para as linhas deste coupé.



Obviamente que o primeiro elemento que salta à vista é a grelha frontal, o “eterno” duplo rim da BMW que neste Série 4 além de ter um formato diferente do habitual tem também umas dimensões enormes, o que tem dividido a opinião dos aficionados da marca e não só. Este novo desenho marca uma rotura com a linha a que a BMW nos habituou e as dúvidas em relação a esta grelha não são apenas fruto de uma certa resistência à mudança, são mesmo estéticas pois o seu formato não agrada a todos.

Já visto de perfil e olhando para a traseira, este BMW Série 4 é bem mais consensual, com uma silhueta típica de um coupé que termina em harmonia com a secção traseira bem conseguida.

No fundo a BMW acaba por afastar o Série 4 da imagem do Série 3 muito à conta da opção estética em torno da grelha frontal, o que se entende, mas veremos qual o veredicto do mercado.

Partilhando a mesma plataforma da BMW denominada CLAR e que é utilizada pelo Série 3, este coupé está mais comprido, largo e alto que a anterior geração do Série 4 e tem cerca de mais 41mm de distância entre eixos. Tem um centro de gravidade mais baixo, umas vias mais largas e mantém a tradicional distribuição de peso dos modelos da marca bávara de 50/50 entre os dois eixos.

Em termos de motores a BMW aposta nas unidades a gasolina com o M440i xDrive de tração integral a ser, para já, o mais potente com o seu motor de seis cilindros a debitar 347 cv de potência. Estarão ainda disponíveis o 430i com 258 cv e o 420i com 190 cv de potência, ambos a gasolina. Neste arranque do Série 4 no mercado a BMW aposta ainda no 420d a gasóleo com 190 cv e no próximo ano as opções Diesel deverão ser alargadas com a chegada do 430d com 286 cv. O sistema Mild Hybrid que incorpora um motor de arranque gerador com 48 volts capaz de adicionar uma potencia extra de 11 cv estará presente no M440i xDrive e nas versões Diesel.

No interior a lotação é de quatro lugares e este Série 4 adota algumas das tecnologias do Série 5 como o Head Up Display, o painel de instrumentos digital 3D ou o sistema de navegação. Além disso inclui o sistema de informação e entretenimento Live Cockpit Plus.

Este novo Série 4 chegará ao nosso país no próximo mês de Outubro e os preços começam nos 49.500€ para o 420i. Segue-se o 420d por 52.800€, o 430i por 56.600€ e o M440i xDrive por 84.800. Em Março do próximo ano a gama deverá receber o 430d xDrive e o M440d xDrive

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Radares em junho

Não se deixe apanhar em infração. Dizemos-lhe onde vão estar os radares.

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Além dos radares fixos, temos de ter cuidado com os móveis. Por isso, a PSP informa que até final do mês de junho irá efetuar ações de fiscalização rodoviária – RADAR nos seguintes locais:



AÇORES
04-jun-20 13H00 Estrada 25 de Abril, Santa Cruz, e Est. Reg. Vila Nova – Praia da Vitória
08-jun-20 06H45 Av. Alberto I Príncipe do Mónaco
09-jun-20 14H45 Av. Natália Correia
10-jun-20 14H45 Eixo Sul (junto ao Centro de Saúde)
13-jun-20 06H45 Calhetas – Rabo de Peixe
14-jun-20 14H45 Eixo Sul – junto viaduto da Av. Natália Correia
15-jun-20 07H00 Gruta do Vale, S. Bento, e Est. Reg. Feteira – Angra do Heroísmo
18-jun-20 06H45 Eixo Sul/Norte (Ligação Lagoa/Ribeira Grande)
19-jun-20 14H45 Eixo Norte (junto Centrovia RGR)
20-jun-20 14H45 Eixo Sul (antes do acesso a Lagoa)
29-jun-20 0H00 Estrada Regional – Freguesia de Pedro Miguel – Ilha do Faial
30-jun-20 07H00 Caminho da Vila e Caminho da Esperança, Porto Judeu – Angra do Heroísmo

AVEIRO
04-jun-20 08H00 EN 16 – Km 0,5 (Av. Europa) – Aveiro
12-jun-20 08H00 EN 16 – Km 0,5 (Av. Europa) – Aveiro
17-jun-20 09H00 Av. 32 – Espinho
17-jun-20 15H00 Rua do Sobral – Ovar
18-jun-20 09H00 Av. Dr. Renato Araújo/Posto de Combustível – São João da Madeira
18-jun-20 15H00 Rua Dr. Eduardo Vaz – Santa Maria da Feira
24-jun-20 09H00 Rua Família Colares Pinto (EN 327) – Ovar
25-jun-20 09H00 Rua da Circunvalação – Santa Maria da Feira
25-jun-20 15H00 Av. António José de Oliveira Júnior – São João ​da Madeira​
25-jun-20 14H00 Av. Dr. Sá Carneiro – Aveiro
26-jun-20 08H00 EN 16 – Km 0,5 (Av. Europa) – Aveiro

BEJA
03-jun-20 09H00 Av. Salgueiro Maia – Beja
09-jun-20 09H00 Rua Francisco Miguel Duarte – Beja
16-jun-20 09H00 Rua Manuel Joaquim Delgado – Beja
24-jun-20 09H00 Rua Zeca Afonso – Beja

BRAGA
02-jun-20 08H00 Circular Urbana – Guimarães
09-jun-20 08H00 Circular Urbana – Guimarães
15-jun-20 10H00 EN 101 (Nogueira) – Braga
16-jun-20 14H00 Circular de Barcelos
18-jun-20 14H30 Variante EN 14 – V.N. de Famalicão
23-jun-20 08H00 Circular Urbana – Guimarães
30-jun-20 15H00 Av. Frei Bartolomeu dos Mártires – Braga

BRAGANÇA
04-jun-20 08H00 – 13H00 EN – 15 – Mirandela
08-jun-20 08H00 – 13H00 Av. das Cantarias – Bragança
17-jun-20 08H00 – 13H00 Av. Abade Baçal – Bragança
18-jun-20 08H00 – 13H00 Rua Olímpio Guedes de Andrade – Mirandela.

CASTELO BRANCO
05-jun-20 08H00 Chão de S. André – Castelo Branco
09-jun-20 08H00 EN 230 – Covilhã
09-jun-20 08H00 IC 1 Ponte Edgar Cardoso, – Figueira da Foz
24-jun-20 10H00 Av. da Europa – Castelo Branco
25-jun-20 16H00 Alameda Pêro da Covilhã – Covilhã

COIMBRA
03-jun-20 09H00 Estrada Vale Figueira – Coimbra
09-jun-20 15H00 Ponte Rainha Santa Isabel – Coimbra
16-jun-20 09H00 Estrada da Guarda Inglesa – Coimbra
17-jun-20 08H00 Av. Dr. Mário Soares (Centro Escolar) – Figueira da Foz
19-jun-20 09H00 Av. Inês de Castro – Coimbra
​23-jun-20 08H00 IC 1 Ponte Edgar Cardoso – Figueira da Foz
25-jun-20 09H00 IC 2 – Banhos Secos – Sentido Sul/Norte – Coimbra
30-jun-20 14H00 Av. Dr. Mário Soares (Centro Escolar) – Figueira da Foz

ÉVORA
04-jun-20 09H30 EN 18 ao Gil – Estremoz
09-jun-20 09H00 CM 1094 – Estrada do Bairro de Almeirim – Évora
17-jun-20 09H00 EN 254 ao Bairro da Comenda – Évora
25-jun-20 09H30 EN 18 ao Gil – Estremoz
30-jun-20 09H00 Avenida Lino de Carvalho – Évora

FARO
09-jun-20 09H00 Rua da Cruz Vermelha – Tavira
18-jun-20 09H00 Av. de Castro Marim – Vila Real de Santo António
20-jun-20 17H00- EN 125 – junto Bombas da BP – Faro
24-jun-20 09H00 Av. Dom João VI – Olhão
24-jun-20 09H00 Av. V2 – Portimão
26-jun-20 09H00 Rua da Cruz Vermelha – Tavira
26-jun-20 09H30 Av. Da Fonte Coberta – Lagos
30-jun-20 09H00 Av. V6 – Portimão

GUARDA
09-jun-20 07H00 Via de Cintura Externa da Guarda
17-jun-20 07H00 EM 577
25-jun-20 17H00 Via de Cintura Externa da Guarda
29-jun-20 07H00 Via de Cintura Externa da Guarda

LEIRIA
02-jun-20 09H00 N 237 – Souto -Pombal
04-jun-20 14H30 N 242 KM 6,000 – Leiria
08-jun-20 09H00 N 356-1 KM 5,600 – Leiria
12-jun-20 14H30 N 113 KM 8,000 – Leiria
16-jun-20 09H00 Av. Monsenhor Bastos – Peniche
18-jun-20 14H00 Av. Paiva e Sousa – Caldas da Rainha
18-jun-20 15H00 N 242 KM 6,000 – Leiria
26-jun-20 09H00 Av. da Comunidade Europeia – Leiria

LISBOA
03-jun-20 14H00 Av. Lusíada – Lisboa
04-jun-20 09H00 Estrada dos Salgados – Amadora
05-jun-20 13H30 Estrada dos Salgados – Amadora
13-jun-20 14H00 Av. Eusébio Silva Ferreira – Lisboa
16-jun-19 09H00 Mem Martins – Av. Capitães de Abril
16-jun-19 14H30 Rio de Mouro – Rua Elias Garcia
17-jun-20 09h00 Av. Marginal – Estoril
18-jun-20 07H00 Av. Ivens – Dafundo, sentido Lisboa/Cascais
18-jun-20 13H00 EN 249-3 Porto Salvo, Norte/Sul
21-jun-20 07H00 Av. da República – Lisboa
24-jun-20 09H00 Rua Comandante Ramiro Correia – Unhos
24-jun-20 14H00 Rua Doutor Armindo Santos Ferreira – Santo António dos Cavaleiros
25-jun-20 14H00 EN 10, Km 125.3(piscinas Alhandra) sentido Sobralinho/Alhandra
29-jun-20 20H00 IP 7 (zona de Sete Rios) – Lisboa

MADEIRA
02-jun-20 14H00 Rua Eng.º Santos Costa – Machico
04-jun-20 08H00 Av. do Infante e Av. Mário Soares
05-jun-20 13H00 VR 1 Km 9.4 Este-Oeste – Câmara de Lobos
13-jun-20 19H00 ER 222 – Canhas e VE3 Km 3.8 Lugar de Baixo – Ponta do Sol
15-jun-20 14H00 Rua 5 de Outubro e Estrada Comandante Camacho de Freitas
24-jun-20 08H00 Estrada Monumental e Caminho de Santo António
25-jun-20 13H00 VE3 Km 18.7 Túnel do Jardim pelado – Calheta
30-jun-20 14H00 Av. Mário Soares e Rua Dr. Pestana Júnior

PORTALEGRE
05-jun-20 14H00 Av. Extremadura Espanhola – Bombeiros- Portalegre
12-jun-20 08H00 Av. do Badajoz – Portalegre
19-jun-20 08H30 Av.do Dia de Portugal.- Elvas
24-jun-20 09H00 Av. da Europa- Elvas

PORTO
02-jun-20 14H00 Estrada da Circunvalação – 9389 – Porto
04-jun-20 08H00 Av. Dr. Antunes Guimarães – Leça da Palmeira
05-jun-20 08H00 Estrada D. Miguel – Gondomar
08-jun-20 08H00 Av. D. João II – Oliveira do Douro
09-jun-20 14H00 Rua Ribeiro Cambado – Valongo
12-jun-20 14H00 Estrada da Circunvalaçã0 – 10036 – Matosinhos
16-jun-20 08H00 Av. Marechal Gomes da Costa – Porto
18-jun-20 14H00 Estrada da Circunvalação – 10012 – Porto
23-jun-20 08H00 Estrada Municipal Nº 556 – Santo Tirso
26-jun-20 14H00 Av. Eng.º Duarte Pacheco – Baguim do Monte
29-jun-20 08H00 Rua Gomes Amorim – Póvoa de varzim
30-jun-20 14H00 Via Eng.º Edgar Cardoso – Vila Nova de Gaia

SANTARÉM
02-jun-20 08H00 EN 365 – Entroncamento
08-jun-20 08H00 EN 3 / Calçadinha – Santarém
08-jun-20 08H00 Barreira Alva – Torres Novas
11-jun-20 08H30 Alameda do Vinho – Cartaxo
16-jun-20 08H00 Santa Marta – Tomar
22-jun-20 08H00 Av. António Farinha Pereira – Abrantes
25-jun-20 08H30 Rua Serpa Pinto – Cartaxo
25-jun-20 08H00 Av. Bombeiros Voluntários – Ourém
29-jun-20 08H00 Circular Urbana N/S – Santarém

SETÚBAL
18-jun-20 10H00 Av. do Mar – Amora – Seixal
23-jun-20 08H30 Estrada Nacional 10 – Setúbal
24-jun-20 08H00 Circular Externa – Montijo
26-jun-20 08H00 Av. Arsenal do Alfeite, sentido Corroios – Almada

VIANA DO CASTELO
​08-jun-20 10H00 Av. Maria Auxiliadora – Areosa – Viana do Castelo
18-jun-20 10H00 Rua de Portuzelo – Viana do Castelo
21-jun-20 17H00 Av. do Cabedelo – Darque – Viana do Castelo

VILA REAL
03-jun-20 09H00 Rua Vasco Sameiro – Vila Real
04-jun-20 14H00 Rua Rainha Dona Mafalda – Chaves
12-jun-20 09H00 Av. da Noruega – Vila Real
16-jun-20 09H00 Av. Dr. Mário Soares – Chaves
24-jun-20 14H00 Av. da Europa – Vila Real
26-jun-20 09H00 Rua da Paz – Chaves

VISEU
02-jun-20 08h00 Av. Professor Reinaldo Cardoso – Viseu
04-jun-20 08H00 Av. Dom Egas Moniz – Lamego
04-jun-20 08h00 Av. Da Europa – Viseu
11-jun-20 08h00 Estrada de Nelas – Viseu
13-jun-20 08H00 Av. Dom Egas Moniz – Lamego
18-jun-20 08H00 Av. Dom Egas Moniz – Lamego
23-jun-20 08h00 Estrada de Nelas – Viseu
27-jun-20 08H00 Av. Dom Egas Moniz em Lamego

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