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Um carro elétrico por 7500 euros
Chama-se Ora R1 e vai ser lançado na China pela marca de automóveis Great Wall e custará aos chineses cerca de 7500 euros.
O Ora R1 é pequeno citadino muito parecido com o Smart forfour, tem 3,4 metros de comprimento e um motor de 35 kW que atinge a velocidade máxima de 100 km/h. A autonomia anunciada é de 310 km.
Com este modelo a marca chinesa Great Wall avança para uma nova frente no mercado chinês e conta com o apoio do governo de Pequim. Um dos objetivos do agora lançado Ora R1 é o de chegar ao mercado europeu e concorrer com modelos carismáticos como o Nissan Leaf e o Renault Zoe.
Para já a estratégia passa por testar as qualidades do Ora R1 no imenso mercado chinês e afinar ao máximo este modelo para o tornar uma referência entre os veículos elétricos produzidos na China, onde a aposta na produção de baterias e automóveis elétricos está a ganhar balanço.
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Chama-se Striker e será a nova aposta da Dacia
O novo modelo da Dacia, a Striker tem apresentação agendada para o dia 10 de março, mas a marca romena já divulgou um pequeno vídeo teaser para aguçar a curiosidade para o dia da revelação.
A Striker será o novo topo de gama da Dacia e parece que a aposta vai recair numa carrinha com ares de crossover, já que é maior e mais alta que o atual Jogger, por exemplo e ao mesmo tempo tem uma altura ao solo ligeiramente maior que uma carrinha “normal”. Tal como toda a gama Dacia, também a Striker deverá ter um preço muito competitivo quando chegar ao mercado.
A apresentação está prevista para o dia 10 de março, mas para já a Dacia partilhou um vídeo teaser onde podemos ver alguns pormenores da nova Striker:
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Crise no Médio Oriente pode trazer a Fórmula 1 para Portugal
A perigosa situação que se vive no Médio Oriente devido ao conflito dos Estados Unidos e Israel com o Irão poderá obrigar ao cancelamento das provas de Fórmula 1 no Bahrein e na Arábia Saudita e a solução para manter o calendário da competição poderá passar por Portugal.
A operação militar “Fúria Épica” desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão resultou num conflito que se estendeu aos países árabes vizinhos do Irão entre os quais o Bahrein e a Arábia Saudita que deveriam receber a Fórmula 1 no próximo mês de abril. A instabilidade na região e a incerteza quanto à duração desta crise leva os responsáveis da Federação Internacional do Automóvel (FIA), em conjunto com a proprietária dos direitos da Fórmula 1, a Liberty Media, a equacionarem o cancelamento destes dois Grandes Prémios e a sua substituição noutra localização. Neste contexto o Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, surge como uma forte solução pois, além de já estar no calendário de Fórmula 1 de 2027, ele tem a homologação máxima de Grau 1 da FIA e é um circuito muito bem visto tanto por pilotos como por equipas. A solução portuguesa surge como a mais rápida, simples e eficaz de concretizar pelo que é bem possível que venhamos a ter a Fórmula 1 em Portugal já em 2026.
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