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Covid-19 dá nova vida aos Drive-ins
A pandemia do novo Coronavírus que afeta a população mundial tem levado à busca de alternativas seguras para as mais variadas atividades, na tentativa de manter alguma normalidade nas rotinas das sociedades. Nesse sentido assistimos hoje ao regresso do conceito dos Drive-ins.
Com os limites impostos pelo Covid-19, nomeadamente no que diz respeito às reuniões de caráter social, que levaram ao encerramento de cinemas, teatros e locais de culto como as igrejas, por exemplo, o conceito de Drive-in volta a ganhar força com a reunião de espetadores em torno de um ecrã gigante de cinema para assistirem a um filme, ou no parque de estacionamento de igrejas para a celebração de uma missa.

Assim, na segurança dos seus veículos os presentes garantem o distanciamento social que a segurança impõe, mas continuam a poder celebrar o seu culto ou apenas aliviar a mente com um bom filme. Compreensivelmente, este fenómeno está a ter uma forte implementação nos Estados Unidos onde o conceito está bem enraizado na cultura norte-americana. Foi neste país que o primeiro Drive-in surgiu em 1915 sendo a década de 50 a responsável pela sua forte implementação graças ao aumento da aquisição de automóveis por parte dos americanos.
O papel do automóvel como elemento de segurança e de contenção da transmissão já tinha surgido com os testes ao Covid-19 feitos em instalações estilo “Drive-thru” como aliás já temos algumas em funcionamento no nosso país, mas agora com este “regresso” dos Drive-ins é curioso verificarmos que o automóvel reforça o seu papel fundamental na liberdade do homem, indo neste caso mais além da sua função primária que é garantir a mobilidade.
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Audi diz adeus ao A1 e ao Q2
A Audi despediu-se do A1 e do Q2, modelos que vão sair da gama da marca e que viram as últimas unidades saírem das respetivas fábricas onde são produzidos.
Dando passos em direção a uma estratégia mais virada para modelos premium de maiores dimensões, a Audi terminou a produção do A1 e do Q2. Tratam-se de dois modelos com alguns anos de comercialização e um bom registo de vendas, o A1 foi lançado em 2010 e ao fim de 16 anos vendeu 1.389.658 modelos ao passo que Q2 que “nasceu” em 2016 e após praticamente 10 anos vendeu 887,231 unidades.
Agora a fábrica de Ingolstadt, na Alemanha, onde era fabricado o Audi Q2 vai receber a produção do elétrico A2 e-Tron enquanto que a unidade de Martorell em Espanha onde o A1 era produzido vai passar a fabricar outros modelos do grupo como o Cupra Raval, o Skoda Epiq e ainda os Volkswagen ID Polo e Volkswagen ID Cross.
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Smart revela o #2, o novo “Fortwo”
A Smart mostrou ao mundo o seu Concept #2 que recupera o conceito original do Smart, um pequeno citadino de dois lugares, fácil de conduzir e adaptado na perfeição ao ambiente urbano que nesta próxima geração será um elétrico que promete 300 quilómetros de autonomia.
Foi no Global Brand Event que teve lugar em Pequim, na China que a Smart mostrou ao mundo o seu Concept #2 que antecipa o que virá a ser o Smart #2, o modelo da marca agora pertencente ao grupo chinês Geely e à Mercedes-Benz que vem recuperar o legado do Smart ForTwo.
Esteticamente, está na cara a relação com o ForTwo. Foi desenhado pela equipa de design da Mercedes-Benz e pode mesmo considerar-se como um regresso do Smart que originou toda a história da marca desde os seus primórdios. Para o CEO da Smart Europa, Wolfgang Ufer, “é um momento muito especial apresentar o smart Concept #2 como a primeira visão concreta da reinvenção do nosso icónico modelo de dois lugares. O Global Brand Event marca um ponto de partida importante para este novo capítulo da smart, que culminará num momento forte na Europa este outono. O Concept #2 combina a criatividade e paixão da nossa equipa de design da Mercedes-Benz e oferece uma visão clara das futuras qualidades do smart #2. É um veículo moldado pela forma como os clientes europeus da smart realmente vivem e se deslocam — de forma simples, ágil e eficiente.”
Não havendo ainda muitos dados técnicos pois estamos apenas perante um concept, ainda assim a marca revela a sua intenção de conseguir uma autonomia próxima dos 300 quilómetros para o Smart #2 dando-lhe ainda a capacidade de fazer carregamentos rápidos DC capazes de ir dos 10% aos 80% num tempo inferior a 20 minutos.



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