Comerciais
Fiat Doblò celebra 25 anos com uma edição especial de aniversário
O Fiat Doblò celebra 25 anos de história, assinalando uma trajetória marcada pela fiabilidade, versatilidade e sucesso que o tornaram num dos modelos mais emblemáticos e duradouros da marca italiana.
Desde o seu lançamento, em 2000, o Doblò conquistou famílias, profissionais e empresas, adaptando-se continuamente às exigências da mobilidade moderna e às transformações do mercado dos furgões compactos e veículos multiuso.
Para assinalar este importante aniversário, a Fiat apresenta a Edição Especial de 25.º Aniversário do Doblò, já disponível para encomenda. Esta versão exclusiva distingue-se por um novo visual, com detalhes decorativos em verde e uma placa de proteção dianteira que realça a sua presença em estrada, conferindo-lhe uma imagem mais elegante e robusta.

A edição comemorativa está disponível com motorização Diesel e 100% elétrica, combinando tecnologia avançada, soluções inteligentes de armazenamento e sistemas de conectividade modernos. O resultado é um veículo concebido para responder às necessidades de profissionais e empresas que procuram eficiência, conforto e segurança no dia a dia.
Entre os destaques da nova edição está o sistema Advanced Grip Control, que otimiza a tração em diferentes tipos de piso, e um conjunto completo de sistemas de assistência à condução (ADAS), incluindo o Assistente de Manutenção na Faixa e a Travagem de Emergência Autónoma.
Em matéria de praticidade, o Doblò continua a ser referência no segmento. O seu inovador sistema Magic Cargo permite ampliar o comprimento útil de carga até 3,09 metros, oferecendo ainda um volume interior melhorado — ideal para quem precisa de transportar ferramentas, mercadorias ou equipamentos com facilidade e eficiência.
Apresentado pela primeira vez em 2000 e desenhado no Centro Stile Fiat, em Turim, o Doblò destacou-se desde o início pela arquitetura inteligente, espaço generoso e funcionalidade prática, qualidades que o tornaram num sucesso imediato.
Em 2006, o modelo recebeu uma atualização significativa e conquistou o prémio de “International Van of the Year”, reforçando o seu estatuto de referência entre os veículos comerciais ligeiros.
A segunda geração, lançada em 2010, trouxe um salto evolutivo em conforto e desempenho, consolidando o duplo papel do Doblò: tanto como veículo de trabalho fiável quanto monovolume familiar versátil.
Já em 2022, surgiu a terceira geração, assente na plataforma modular Stellantis EMP2, um avanço tecnológico que introduziu sistemas de assistência ao condutor de última geração e, pela primeira vez, uma versão totalmente elétrica – o E-Doblò, símbolo da transição da marca para uma mobilidade mais sustentável.
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Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter
Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.
Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.
“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.
Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.
Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.
Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.
Legislação
Respeitar a faixa de BUS
Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.
As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.
De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.
Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.
Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.
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