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Recolha de resíduos sólidos urbanos em Cascais é feita de Volvo elétrico

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O primeiro camião Volvo FE Electric de recolha de resíduos sólidos urbanos vai estar “à experiência” em Cascais para avaliação da sua performance, que em operação tem emissões de carbono nulas.



Cascais vai ser o primeiro município português a ter em operação um camião elétrico Volvo para recolha de resíduos sólidos urbanos. A iniciativa resultou de um projeto-piloto com a Auto Sueco Portugal para a realização de um teste em condições reais de operação. 
Para a Cascais Ambiente, empresa municipal encarregue da recolha de resíduos urbanos no concelho, este teste decorre dos seus próprios objetivos climáticos e operacionais, bem como da exigência por parte dos munícipes de Cascais, para a descarbonização, a diminuição de ruído e a proliferação de transportes mais amigos do ambiente, dentro do concelho. 
 “Temos como objetivo acelerar os processos tecnológicos que nos permitam reduzir a pegada ecológica da nossa operação. A Volvo apresentou-nos este projeto e a Cascais Ambiente assumiu o compromisso de fazer trabalhar o camião em condições reais”, afirma Luís Capão, presidente da Cascais Ambiente.

“Com os dados retirados deste teste, permitimos à Volvo ter o conhecimento necessário para melhorar o protótipo adaptado às circunstâncias portuguesas. Para a Cascais Ambiente, este primeiro contacto com um camião de recolha totalmente elétrico prenuncia um avanço que queremos fazer em direção à descarbonização da operação,” acrescenta o presidente da Cascais Ambiente.
Durante três semanas vai estar ao serviço da Cascais Ambiente na recolha de resíduos sólidos urbanos, um Volvo FE Electric 6×2, equipado com um motor elétrico que desenvolve uma potência em contínuo de 225 kW e um binário de até 850 Nm, o qual é alimentado por uma bateria com capacidade até 264 kW, que oferece uma autonomia de até 200 km.
O camião elétrico recebeu uma superestrutura de recolha de resíduos sólidos urbanos, também elétrica, do fabricante Terberg, representado pela empresa Resitul, e que é acionada pela tomada de força elétrica do camião. 
“Com base nas tarefas de transporte que a Cascais Ambiente necessita, a Auto Sueco Portugal ajudou a definir, de uma forma estruturada e eficiente, a instalação para as suas necessidades de carregamento, para que a viatura esteja o máximo de tempo em operação”, afirma Manuel Castro e Matos, diretor Comercial Camiões da Auto Sueco Portugal.
“Este é um trabalho em equipa, onde se tem em consideração fatores como rotas, capacidade das baterias, horários de carregamento disponíveis e tempos de trabalho. Tudo isto, no sentido de tirar o máximo partido de uma solução de transporte que cumpra com os objetivos definidos” sublinha o diretor Comercial Camiões da Auto Sueco Portugal.

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MAN quer vender mais de 30 mil furgões TGE em 2025

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Em apenas oito anos, a MAN partiu na estaca zero na gama ligeira TGE para 27 700 unidades vendidas em 2024. Para 2025, o objetivo é ultrapassar as 30 mil unidades do TGE Next Level.



As conversões próprias, MAN Individual, ou com recurso a parceiros são uma das grandes apostas, assim como a rede de assistência.
Com um posicionamento premium de camião entre os comerciais, a gama MAN TGE registou um crescimento de 3,5% em 2024 para 27 700 unidades e para 2025 o objetivo é vender, pela primeira vez, mais de 30 mil unidades.

A MAN refere que cerca de 10% dos veículos comercializados são objeto de um qualquer tipo de conversão, quer própria, quer de parceiros certificados. O MAN TGE, recorde-se, recebeu no ano passado uma profunda atualização de meio ciclo de vida que veio permitir cumprir o regulamento europeu de segurança (GSR2) que entrou em vigor a 7 de julho de 2024.

A atualização compreendeu a introdução de uma nova eletrónica, onze novos sistemas de assistência à segurança que se vieram juntar aos 16 anteriormente existentes, e um reforço do equipamento de série.

No habitáculo, a principal alteração consistiu na adoção de um novo Cockpit Digital, que compreende um painel de instrumentos digital com 10,4” ou ou 12,9”, cujos menus são acedidos através dos comandos localizados no igualmente novo volante multifunções, e o novo sistema de informação e comunicação denominado MAN Media Van, que consiste num funções do veículo e para o infoentretenimento, o qual estará disponível em três variantes: MAN Media Van com ecrã de 10,4″ , MAN Media Van Navigation, com o mesmo ecrã e mais algumas opções) e o MAN Media Navigation Business, com ecrã de 12,9″ e funções opcionais.

A gama é constituída por quatro modelos básicos – furgão, chassis-cabina, kombi e chassis-plataforma), a gama Crafter conta com três comprimentos de carroçaria (5,98 m, 6,83 m e 7,39 m), duas distâncias entre-eixos (3,64 m e 4,49 m) e três alturas de tecto (1,72 m, 1,96 m e 2,13 m).

Os furgões oferecem volumes úteis de carga dos 9,9 m3 aos 18,4 m3. No capítulo mecânico, a oferta assenta atualmente apenas em motorizações diesel de 2,0 litros, sendo disponibilizados quatro níveis de potência de 140 CV, 163 CV e 177 CV e 202 CV. Este último é novo e resultou de uma parceria com o preparador ABT que realizou uma reprogramação na centralina, mas o motor em si não conheceu quaisquer alterações

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MAN inicia produção da mais recente geração de motores Diesel

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Na fábrica de Nuremberga, a empresa alemã iniciou a produção do novo MAN D30, um motor diesel de 13 litros de alta eficiência que, após mais de um século de fabrico de motores diesel nesta fábrica, será o último do seu género.



Para que tal seja possível, a empresa investiu cerca de 220 milhões de euros neste local, bem como outros 30 milhões de euros para a produção de cambotas na fábrica de Salzgitter. O motor, desenvolvido em conjunto com as marcas que compõem o Grupo TRATON, estabelece novos padrões em termos de consumo de combustível e emissões de CO2. O D30 é o maior motor de produção em série do portfólio e será utilizado nos camiões TGS e TGX de 40 toneladas.

Por ocasião do arranque da produção, o Presidente da Câmara de Nuremberga, Marcus König, o CEO da TRATON, Christian Levin, o Diretor de I&D do Grupo TRATON, Niklas Klingenberg, o CEO da MAN, Alexander Vlaskamp, o membro do Conselho Executivo responsável pela Produção e Logística, Michael Kobriger, o diretor da fábrica, Matthias Meindl, e outros convidados reuniram-se nas instalações de última geração para celebrar o início da produção.

Após o início da produção, cerca de 160 funcionários altamente qualificados trabalharão no D30 em três turnos. A capacidade técnica permitirá a produção de cerca de 50.000 motores por ano. O D30 será o último motor diesel para veículos comerciais a ser desenvolvido inteiramente pela MAN, pois não está prevista uma nova geração. Este motor diesel servirá, portanto, como uma ponte na transição dos motores de combustão para os motores elétricos.

O início da produção na fábrica coincidirá quase em paralelo com o início da produção em série das baterias, que está previsto para a primavera. Isto significa também que os principais componentes dos sistemas de acionamento para veículos de combustão e eléctricos serão produzidos em Nürnberg durante muitos anos.
O D30 substitui as gamas de motores D26 e D15 anteriormente disponíveis. Está disponível em seis níveis de potência, variando de 380 a 560 hp (2100 a 2800 Nm).

O novo motor incorpora a experiência combinada das marcas do Grupo TRATON. Com uma eficiência máxima de mais de 50 % e um dos melhores consumos de combustível da sua classe, o D30 está entre os motores de veículos comerciais mais avançados do mundo.

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