Legislação
Respeitar a faixa de BUS
Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.
As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.
De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.
Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.
Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.
Comerciais
Túnel do Monte Branco fechado ao trânsito de setembro a dezembro de 2025
De 1 de setembro a 12 de dezembro de 2025, o Túnel do Monte Branco estará totalmente fechado ao trânsito para renovação da abóbada. Os veículos pesados serão afetados.
O túnel do Monte Branco, que liga França e Itália através dos Alpes, é utilizado diariamente por 3600 veículos ligeiros e 1700 camiões. Esses milhares de utilizadores terão de passar por um itinerário alternativo, uma vez que o túnel estará fechado em ambos os sentidos durante 15 semanas, a partir da próxima segunda-feira, 17h (1 de setembro), até 12 de dezembro, 17h.
Mais de 60 anos após a sua construção, o operador prossegue assim a obra de renovação das duas partes da abóbada, com o objetivo de garantir a sua durabilidade por cem anos. Trata-se agora de realizar a segunda obra-teste de renovação. Ela abrange duas partes da abóbada, representando um total de 254 m. Este projeto dá continuidade à primeira obra-teste realizada no outono de 2024, que já havia causado um encerramento de longa duração. Essas obras representam um investimento total de 50 milhões de euros. «É o primeiro grande túnel europeu a iniciar uma renovação estrutural dessa magnitude», explica a ATMB, administradora do túnel.
«A natureza das obras, a profunda renovação da abóbada, a geometria do túnel, a desmontagem completa dos equipamentos tecnológicos e a segurança das equipas não permitem a passagem de veículos, mesmo pontual, durante a obra», precisa o gestor do túnel.
O período de encerramento foi escolhido pela ATMB em colaboração com as câmaras municipais da Alta Saboia e do Vale de Aosta, sendo o outono menos impactante para o turismo. Em 2024, 75% do tráfego do túnel era composto por veículos ligeiros.
O mapa das rotas alternativas, elaborado com as respetivas entidades da Alta Saboia e do Vale de Aosta, está disponível em www.tunnelmb.net e na aplicação TMB Mobility.
Os veículos pesados podem utilizar o Túnel do Fréjus, após a recente abertura do segundo “tubo” entre a França e a Itália.
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Astara fornece 48 unidades da Isuzu D-Max à ANEPC
A Astara, representante em Portugal da Isuzu, estabeleceu um contrato com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) para fornecimento de 48 unidades Isuzu D-Max, cuja entrega está prevista até ao próximo mês de abril.

Os modelos que serão adquiridos ao abrigo do acordo dispõem todos de tração integral e destinam-se a diversas finalidades, designadamente comando tático, combate a incêndios, reconhecimento e avaliação da situação e operações específicas.
A cerimónia de assinatura do contrato, que decorreu nas Caldas da Rainha, contou, entre outras entidades, com a participação do ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, da secretária de Estado da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, e do presidente da ANEPC, Duarte Costa.
O diretor-geral da Astara Portugal, Francisco Geraldes, salientou: “É para nós um motivo de satisfação firmar este contrato, que na prática significa um importante reforço da capacidade de auxílio da ANEPC à sociedade civil. Estamos certos que a Isuzu D-Max estará à altura dos desafios complexos que são próprios de uma intensa ação no terreno, em prol da segurança e do bem-estar das populações”.
A Isuzu D-Max é uma pick-up que goza de elevada reputação no mercado nacional, vendo com este novo acordo reconhecido um conjunto de caraterísticas que lhe têm assegurado um lugar de destaque no seu segmento, nomeadamente fiabilidade, robustez e capacidade de adaptação às mais exigentes tarefas de âmbito profissional ou de lazer.
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