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Jaguar reinventa-se
A Jaguar acaba de anunciar uma mudança radical na imagem e no posicionamento da marca que se coloca agora num patamar ainda mais elevado e luxuoso.
Seguindo a filosofia do seu fundador, Sir William Lyons”, que defendia uma postura de “copy nothing”, ou seja, “não copiar nada”, a Jaguar decidiu seguir um caminho de rutura e reinventar-se. A imagem da marca vai mudar e seguir uma linha apelidada de modernismo exuberante onde aparentemente a criatividade terá carta aberta no seio desta nova Jaguar.
Segundo Gerry McGovern, Chief Creative Officer da marca, “a Jaguar baseia-se na originalidade. Sir William Lyons, o nosso fundador, acreditava que “um Jaguar não deve copiar nada de ninguém”. Atualmente, acreditamos que a Jaguar se baseia nessa filosofia. A nova marca Jaguar foi criada com um modernismo exuberante na sua essência. A imaginação, a audácia e a arte estão incorporadas em todos os seus componentes. É uma marca única e destemida. Esta reinvenção recupera a essência da Jaguar, regressando aos valores que tocaram o coração de tantas pessoas sem perder de vista o público atual. Estamos a criar a Jaguar do futuro com a intenção de recuperar o seu estatuto de marca que enriquece a vida dos seus clientes e impulsiona a comunidade Jaguar”.
Em termos concretos, a marca irá apostar agora em criar modelos que vão além do segmento premium onde enfrentava os modelos alemães da Audi, BMW e Mercedes, passando a focar-se no segmento dos modelos de luxo onde marcas como a Bentley ou a Rolls-Royce têm o seu feudo.
Esta nova Jaguar será apresentada internacionalmente no dia 2 de dezembro no evento Miami Art Week através de uma instalação denominada “Copy Nothing” onde será levantado o véu sobre este espírito de modernismo exuberante que passará a dominar o rumo da marca britânica devidamente apimentado pela presença do Design Vision Concept, o primeiro protótipo desta nova era. Para já, a Jaguar lançou um vídeo enumerando um pouco os seus novos princípios criativos:
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A Galloper vai voltar
A Galloper vai ser mais uma marca que vai regressar ao mercado, seguindo os mesmos passos de outros ressurgimentos de conhecidas marcas de outrora, este será também um projeto que conta com o apoio de uma construtor chinês.
No final dos anos noventa numa parceria com, a Mitsubishi a Hyundai criou o Galloper que não era mais do que um Pajero de primeira geração com um restyling mais atualizado, mas que mantinha as virtudes do original japonês. Foi produzido na Coreia do Sul até 2005 e desde então a marca Galloper não mais esteve presente no nosso mercado apesar de ainda se verem muitos Galloper nas nossas estradas, sejam de asfalto ou de terra.
Agora a marca vai voltar, fruto de uma nova parceria, mas desta vez entre a Anhui Coronet e a DongFeng Nissan e surgirá com dois modelos, o SUV S 15, baseado no Nissan Terra, equipado com motor Diesel Mitsubishi 2.0 Turbo com 228 cv e a pick-up P 15 que utiliza o mesmo motor numa plataforma com origem na Nissan Navara. A marca recupera o espírito original de proporcionar modelos todo-o-terreno de tração integral “tradicionais” com preços competitivos no mercado, tal como acontecia com o Galloper quando foi lançado.
A distribuição para Portugal, Andorra, Marrocos, Itália e Espanha estará a cargo da Galloper Ibérica havendo a possibilidade destes novos Galloper serem fabricados em solo espanhol.
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Toda a produção do Ferrari Luce para 2026 está vendida
O primeiro modelo totalmente elétrico da Ferrari não tem sido consensual nas opiniões, mas isso não afetou o seu sucesso no mercado uma vez que a produção prevista para 2026 já está toda vendida.
Praticamente poucos dias passaram do meio do ano e a Ferrari já vendeu todas as unidades do Luce que tinha previsto produzir neste ano, cerca de 500. A aposta numa nova clientela e no facto de não ser necessário ao interessado ter já um Ferrari anterior para poder ter “prioridade” na compra ajudou a que o Luce rapidamente tivesse compradores que esgotaram a produção de 2026.
A marca de Maranello prevê uma produção de cerca de 600 unidades por ano, estimando vender cerca de 2500 Luce até 2030 e pelo comportamento do mercado neste primeiro ano parece que tal será conseguido sem grande esforço.
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