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Jaguar reinventa-se
A Jaguar acaba de anunciar uma mudança radical na imagem e no posicionamento da marca que se coloca agora num patamar ainda mais elevado e luxuoso.
Seguindo a filosofia do seu fundador, Sir William Lyons”, que defendia uma postura de “copy nothing”, ou seja, “não copiar nada”, a Jaguar decidiu seguir um caminho de rutura e reinventar-se. A imagem da marca vai mudar e seguir uma linha apelidada de modernismo exuberante onde aparentemente a criatividade terá carta aberta no seio desta nova Jaguar.
Segundo Gerry McGovern, Chief Creative Officer da marca, “a Jaguar baseia-se na originalidade. Sir William Lyons, o nosso fundador, acreditava que “um Jaguar não deve copiar nada de ninguém”. Atualmente, acreditamos que a Jaguar se baseia nessa filosofia. A nova marca Jaguar foi criada com um modernismo exuberante na sua essência. A imaginação, a audácia e a arte estão incorporadas em todos os seus componentes. É uma marca única e destemida. Esta reinvenção recupera a essência da Jaguar, regressando aos valores que tocaram o coração de tantas pessoas sem perder de vista o público atual. Estamos a criar a Jaguar do futuro com a intenção de recuperar o seu estatuto de marca que enriquece a vida dos seus clientes e impulsiona a comunidade Jaguar”.
Em termos concretos, a marca irá apostar agora em criar modelos que vão além do segmento premium onde enfrentava os modelos alemães da Audi, BMW e Mercedes, passando a focar-se no segmento dos modelos de luxo onde marcas como a Bentley ou a Rolls-Royce têm o seu feudo.
Esta nova Jaguar será apresentada internacionalmente no dia 2 de dezembro no evento Miami Art Week através de uma instalação denominada “Copy Nothing” onde será levantado o véu sobre este espírito de modernismo exuberante que passará a dominar o rumo da marca britânica devidamente apimentado pela presença do Design Vision Concept, o primeiro protótipo desta nova era. Para já, a Jaguar lançou um vídeo enumerando um pouco os seus novos princípios criativos:
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Os preços do novo XPENG P7+
A marca chinesa XPENG continua a sua implementação no mercado nacional e agora reforça a sua gama com chegada da berlina elétrica XPENG P7+ que já tem preços definidos e já está disponível para entrega.
Com umas linhas fluídas e elegantes, o novo XPENG P7+ posiciona-se no segmento premium das berlinas elétricas oferecendo conforto, bom nível de equipamento e várias soluções tecnológicas que utilizam Inteligência Artificial para facilitar a vida ao condutor e melhorar o ambiente a bordo para todos os ocupantes.
O XPENG P7+ surge em três versões, duas com tração traseira, a RWD Standard Range com 245 cv de potência alimentada por uma bateria de 61,7 kWH e uma autonomia de 455 quilómetros e a RWD Long Range com 313 cv e uma bateria com 74,9 kWh, uma maior capacidade que lhe permite uma autonomia que ascende aos 530 quilómetros. Além destas duas propostas há ainda a AWD Performance que tem tração integral, uma potência de 503 cv, uma bateria de 74,9 kWh e uma autonomia de 500 quilómetros.
Em termos de preços a gama do XPENG P7+ fica assim alinhada:
XPENG P7+ RWD Standard Range – 46.997€
XPENG P7+ RWD Long Range – 50.997€
XPENG P7+ AWD Performance – 56.997€


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Condução autónoma vai ser testada em Portugal
Já a partir do próximo mês de julho vai entrar em vigor o regime de licenciamento de testes de condução autónoma nas estradas nacionais.
Ainda não é para já que teremos veículos a andar sozinhos nas nossas estradas, mas o diploma aprovado na Assembleia da República e agora publicado no Diário da República estabelece condições para o início dos testes de condução autónoma nas estradas portuguesas.
Segundo o texto do diploma, a condução autónoma irá “permitir a democratização da mobilidade, promovendo a inclusão de cidadãos impossibilitados de conduzir, por limitações de ordem física ou de outra natureza”, por exemplo, ao mesmo tempo que poderá criar novas realidade económicas e novas soluções de mobilidade individual e coletiva.
Como seria de esperar os testes não decorrerão sem regras e entre algumas restrições destaca-se a necessidade dos testes serem feitos por condutores e operadores com pelo menos seis anos de carta de condução e que nos últimos cinco não tenham cometido nenhuma infração. Os testes só serão feitos após a aprovação de um pedido prévio e nas vias onde sejam feitos serão aplicados os limites de velocidade estabelecidos pelo Código da Estrada, mas com uma diminuição de 20 km/h. Se a via for de 80 km/h no teste a velocidade permitida pelo veículo autónomo será de 60 km/h, por exemplo.
Os seguros aplicados a estes veículos terão uma cobertura quatro vezes superior à normal e os veículos utilizados devem ter um sistema de registo de dados onde todos os elementos importantes fiquem reportados.
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