Comerciais
Edição DAF XG+ exclusiva assinala 75 anos de produção de camiões
A DAF foi fundada em 1928 como fábrica de máquinas de Hub van Doorne. Alguns anos mais tarde, a empresa produziu os seus primeiros e revolucionários semirreboques ligeiros.

A partir daí, foi um passo lógico até ao desenvolvimento do primeiro camião da DAF, que viu a luz do dia em 1949. O veículo não era muito mais do que um chassis com um motor, uma grelha, travões e um mecanismo de direção. Nos primeiros anos, os clientes tinham de adquirir a cabina a empresas especializadas na construção de camionetas.
Atualmente, o cenário não podia ser mais diferente. Além de os mais recentes camiões da nova geração DAF serem os camiões mais eficientes e seguros do mercado, as suas cabinas destacam-se pelo conforto e espaço. O XG+ é, sem dúvida, o modelo emblemático da DAF, com um volume de cabina de nada menos do que 12,5 m3.
O DAF XG+ constitui a base do modelo de special edition, que celebra os “75 anos de produção de camiões DAF”. O camião dispõe de um potente motor PACCAR MX-13 (480 CV/355 kW) que pode ser opcionalmente equipado com o MX Engine Brake, reconhecido como o travão do motor mais potente da indústria de camiões.
Para uma eficiência ideal, cada veículo está equipado com um kit aerodinâmico completo, que inclui defletores, guarda-lamas e abas laterais. Juntamente com o sistema de visão digital DAF e as câmaras digitais Corner Eye (instaladas de série), a melhor aerodinâmica e a maior eficiência de combustível estão garantidas.
Para maior conforto, o modelo de Special Edition está equipado com luxuosos bancos giratórios aquecidos com forro em pele. O sistema de áudio topo de gama com 8 altifalantes inclui um subwoofer para uma experiência auditiva inigualável. Além disso, a fantástica cama de relaxamento com 80 centímetros de largura é também disponibilizada de série neste XG+ exclusivo.
Cada camião desta série é fornecido com um “pacote do condutor” apelativo, que inclui, entre outros, o DAF Night Lock, um micro-ondas, um conjunto completo de tapetes do chão sofisticados e um saco de brindes bem recheado.
A special edition para celebrar os “75 anos de produção de camiões DAF” é pintada numa elegante cor prateada metálica, com riscas pretas e amarelas exclusivas que assinalam o marco de produção da DAF. As jantes Alcoa Dura-Bright conferem o toque final.
Esta edição especial exclusiva pode ser encomendada a partir de agora e estará disponível para entrega após o verão.
Comerciais
Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter
Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.
Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.
“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.
Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.
Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.
Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.
Legislação
Respeitar a faixa de BUS
Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.
As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.
De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.
Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.
Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.
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