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A luta entre a Audi e a Lancia nos ralis agora em filme
No mundo automóvel muitas são as histórias que alimentam a paixão dos fãs pelos motores e uma delas foi a luta pelo Campeonato do Mundo de Ralis de 1983 entre a Lancia e a Audi.
Numa espécie de confronto entre David e Golias, a “pequena” equipa da Lancia enfrentou a fortíssima Audi e a luta entre os Lancia 037 e os Audi Quattro animaram o público durante toda a temporada.
Esta história passou agora para a grande tela pelas mãos do realizador Stefano Mordini e conta com os atores Volker Bruch, no papel de Walter Rohl, Daniel Brühl que faz de diretor desportivo da Audi e Riccardo Scamarcio, no papel do diretor de equipa da Lancia, Cesare Fiorio.
Scamarcio refere que “O filme ‘Race for Glory’ conta uma história maravilhosa de sucesso italiano. Uma equipa muito pequena de especialistas e entusiastas bateu uma grande empresa, tecnologicamente avançada, graças ao espírito de equipa italiano e à paixão da Lancia Squadra Corse. Cesare Fiorio foi um homem que tornou possível o impossível, simplesmente aproveitando as melhores capacidades misturadas com paixão.”
Já o próprio CEO atual da Lancia, Luca Napolitano, mostrou-se “orgulhoso pelo facto de a Lancia e o Lancia Rally 037 terem sido escolhidos como protagonistas do filme ‘Race for Glory’. O Lancia Rally 037 representa plenamente o espírito da Marca, um modelo de formas geométricas radicais, combinadas com um design elegante e exclusivo, que deram vida a um automóvel sempre apto a ultrapassar qualquer obstáculo, alcançando uma vitória notável no Campeonato do Mundo de Ralis de 1983. Com 15 Campeonatos do Mundo de Ralis, três Campeonatos do Mundo de Construtores de Resistência, uma 1000 Miglia, duas Targa Florio e uma Carrera Panamericana, a Lancia continua a ser a marca mais bem-sucedida de todos os tempos nos ralis. E não é por acaso que o Lancia Rally 037 é um dos nove carros que inspiraram o design dos nossos futuros modelos”.
O filme Race for Glory estreia no início do próximo ano de 2024. Até lá aqui fica o trailer oficial:
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Mclaren recupera o seu primeiro modelo de estrada
O McLaren M6GT de 1969 foi o primeiro modelo de estrada desenhado por Bruce McLaren mas não passou de um protótipo. Contudo, foi ele que de certa forma definiu a base de inspiração para os futuros modelos de produção e agora a McLaren construiu de novo este M6GT com base nos desenhos e moldes do original.
Será no próximo Festival of Speed em Goodwood que o público poderá ver ao vivo e a cores este McLaren M6GT construido pela McLaren Special Operations. O modelo original foi feito por Bruce McLaren como primeiro passo em direção à criação de uma gama de modelos de produção, algo que só muitos anos depois viria a ser concretizado já com o McLaren F1.
Em 1969 nasceu o M6GT, um desportivo de linhas fluídas aerodinâmicas e elegantes baseado no chassis do McLaren M6A Can-Am, de competição. Contava com um motor V8 small block da Chevrolet com 5.7 litros de cilindrada e cerca de 370 cv de potência. Só seria construído o protótipo por Bruce McLaren, mas este passaria a ser o carro com que o britânico se deslocava para reuniões ou para os circuitos.
Numa espécie de tributo às origens da ideia da McLaren passar das pistas também para a estrada, a divisão McLaren Special Operations pegou num chassis original de um M6A, tal como Bruce McLaren também havia feito, no mesmo motor V8 e utilizando os desenhos e os próprios moldes criados na altura para o M6GT jogou mãos à obra e deu de novo vida a este desportivo. Depois do modelo original ter sido abandonado pela McLaren em 1970, após a morte trágica de Bruce McLaren num acidente quando testava o M8D precisamente na pista de Goodwood, o construtor britânico recupera agora o M6GT preservando um legado icónico da McLaren.









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Dacia Striker chega abaixo dos 25.000 euros
A nova aposta da Dacia dá pelo nome de Striker e é uma carrinha com ares de SUV que parece ser uma nova tendência no mercado, a junção de dois conceitos familiares numa só solução.
O novo Dacia Striker deverá chegar no início do próximo ano aos concessionários nacionais e será mais um trunfo da Dacia no segmento C, juntando-se ao seu “irmão” Bigster, com o qual até partilha vários elementos, como o desenho do habitáculo por exemplo. O Striker tem 4,62 metros de comprimento e oferece uma generosa bagageira com 600 litros de capacidade. O interior foi alvo de um maior cuidado, tendo sido reforçado o isolamento acústico face so Bigster, por exemplo.
As motorização terão todas uma componente elétrica e a gama começa com o Mild Hybrid-G 140 equipado com um motor, a gasolina ou GPL, tricilíndrico com 1.2 litros de cilindrada, turbocomprimido, capaz de debitar 140 cv de potência, seguindo-se a Hybrid 155 com um motor de quatro cilindros com 1.8 litros de cilindrada ao qual se juntam dois motores elétricos que lhe dão uma potência combinada de 155 cv. Por fim surge uma versão de tração integral, o Hybrid 150 4×4 que utiliza o motor 1.2 turbo associado a um motor elétrico colocado no eixo traseiro. Em conjunto debitam 150 cv de potência.
As encomendas para o novo Dacia Striker deverão começar a partir de outubro deste ano.




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