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Tesla recolhe os primeiros 35 camiões que vendeu

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No passado dia 1 de dezembro, Elon Musk, presidente da Tesla, apresentou com pompa e circunstância o seu primeiro camião elétrico, o Semi.



Pois bem, quatro meses volvidos desde que começaram as primeiras entregas a clientes, e a Tesla já chemou à oficina os mesmos 35 camiões. A NHTSA, uma espécie de Euro NCAP para a América do Norte, referiu que vários Semi foram produzidos com um módulo defeituoso da válvula do travão de estacionamento controlado eletronicamente.
Este módulo que equipa alguns camiões Tesla Semi e que pertence ao fornecedor de Bendiz, podem falhar de forma intermitente na transição, quando se aciona ou desativa o travão de estacionamento, o que poderia provocar que os travões de estacionamento deixe de funcionar. Se os travões de estacionamento não estão acionados quando o condutor espera que estejam e o condutor solta os travões de serviço, o veículo pode mover-se de forma involuntária, aumentando o risco de colisão.
De acordo com a especificação do fornecedor, pode permitir uma fuga de ar excessiva, o que não permite que a pressão se acumule corretamente. Como resultado, o módulo de válvulas não funciona corretamente quando o condutor solicita estes travões de estacionamento.
A Tesla não é o único construtor que utiliza estes componentes, pelo que não é um problema exclusivo da marca. Convém assinalar que até à data, a marca não identificou nenhuma reclamação de garantia, acidente, lesão ou morte que possa estar relacionado com estas condições.

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Farizon reforça presença em Portugal com mais um furgão elétrico

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A Farizon entrou no segmento dos comerciais ligeiros elétricos com a V7E, um furgão desenvolvido de raiz para operação profissional e que começa agora a ser distribuído em mercados europeus como o português. A apresentação decorreu no ECar Show, onde o modelo foi mostrado como uma aposta direta no espaço em rápida transição entre motores a combustão e soluções elétricas para frotas.


Mais do que um produto de imagem, a V7E posiciona-se como uma proposta orientada para o cálculo frio do custo de utilização. A versão Max Range recorre a uma bateria de 67 kWh e assenta na plataforma elétrica dedicada GXA-M, do tipo “skateboard”, onde bateria e componentes estruturais são integrados de forma a libertar espaço útil de carga. O resultado é um furgão compacto no exterior — com cerca de 5 metros de comprimento, mas com um volume de carga que chega aos 6,95 m³, um valor competitivo face ao padrão do segmento.

A aposta da marca segue uma lógica clara: maximizar eficiência operacional. Com uma carga útil até 1.243 kg e uma altura de plataforma reduzida, o modelo foi pensado para facilitar operações de distribuição urbana e logística de última milha. As portas traseiras com abertura até 270 graus e a configuração interior reforçam essa vocação funcional, mais do que qualquer ambição de conforto ou refinamento.

Em termos de autonomia, a versão equipada com bateria LFP de 66,7 kWh anuncia até 475 km em ciclo urbano WLTP, embora esse valor dependa fortemente do tipo de utilização. O carregamento rápido em corrente contínua, até 97 kW, permite recuperar 20 a 80% da bateria em cerca de 18 minutos, um dado relevante para operações com tempo de paragem reduzido.


No interior, a V7E adota a linguagem típica dos comerciais modernos: digitalização funcional e sem excessos. O modelo inclui um ecrã central de 12,3 polegadas, painel de instrumentos digital e compatibilidade com Android Auto e Apple CarPlay, além de um conjunto de 18 sistemas de assistência à condução, posicionando-se no nível 2 de autonomia assistida.

A Farizon, marca do universo Geely, reforça assim a sua presença no mercado europeu de veículos comerciais elétricos com um produto claramente orientado para o custo total de propriedade. Em Portugal, a V7E chega já com versões de carga fechada e vidrada, e preços a partir dos 27.235 euros, mais IVA, um posicionamento agressivo num segmento cada vez mais competitivo e pressionado pela eletrificação das frotas.

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MAN Truck & Bus prepara nova sede em Portugal com foco na eletrificação e assistência

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A MAN Truck & Bus Portugal deu início à construção das futuras instalações em Castanheira do Ribatejo, num investimento que pretende reforçar a capacidade operacional da marca no mercado nacional e acompanhar o crescimento previsto para os próximos anos. A conclusão da obra está prevista para 2028.

A cerimónia de colocação da primeira pedra contou com representantes da MAN Truck & Bus e da autarquia de Vila Franca de Xira, assinalando o arranque oficial de um projeto que irá concentrar a sede da empresa, áreas administrativas, operação comercial, oficina e logística de peças.

As novas instalações serão construídas num terreno com cerca de 56 mil metros quadrados, propriedade da empresa há mais de duas décadas. A área coberta ocupará aproximadamente 4 mil metros quadrados.

Um dos destaques do projeto será a nova oficina, equipada com 16 linhas de assistência e uma largura total de 33 metros, permitindo trabalhar simultaneamente em dois autocarros. Segundo David Carlos, diretor-geral da MAN Truck & Bus Portugal, esta será “a maior oficina e a mais larga” da rede da marca.


O complexo incluirá também um novo armazém de peças com cerca de 500 metros quadrados e capacidade de armazenamento até seis metros de altura, reforçando a capacidade logística e de apoio pós-venda.

A futura sede terá ainda uma forte componente ligada à mobilidade elétrica. Estão previstos quatro postos de carregamento para camiões e autocarros elétricos com potência superior a 400 kW.

Os carregadores serão de acesso público e poderão ser utilizados tanto por veículos MAN como por modelos de outras marcas.

Além das áreas técnicas e administrativas, o novo centro irá acolher cerca de 70 colaboradores, sobretudo técnicos especializados em manutenção e reparação.

David Carlos sublinha que o objetivo do projeto vai além da construção de novas infraestruturas. “A ideia não é construir apenas edifícios, mas criar um espaço onde os colaboradores se sintam motivados e valorizados”, afirmou.


A MAN Truck & Bus Portugal matriculou cerca de 1800 veículos em 2025 e pretende aumentar esse volume em até 30% até ao final da década.

Além de Castanheira do Ribatejo, a marca prevê igualmente novos investimentos em instalações localizadas em Aveiro e no Porto.

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