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Chama-se XBUS, é uma caravana elétrica e já pode ser adquirida em Portugal

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O mundo camper está a viver uma etapa dourada. O surgimento de novo veículos e de avançados sistemas com eles relacionados faz que possamos assistir a lançamento tão interessante como a da Electric Brands XBUS Camper.


Esta marca alemã levou tempo a lançar no mercado um veículo elétrico polivalente. Uma espécie de canivete suíço da mobilidade numa escala reduzida e que é capaz de se adaptar a distintas soluções, tarefas ou necessidades. Já a conhecemos em formato furgão ou até monovlume, mas é a primeira vez que é desvendada como solução autocaravana.

Antes de detalhar os acessórios que esta XBUS Camper traz, é preciso conhecer como é este polivalente furgão. Com medias exteriores de apenas 3,94 m de comprimento, 1,63 m de largura e 1,92 m de altura, o XBUS é mais pequeno que um… Toyota Yaris, mas foi desenhado para enfrentar terrenos mais sinuosos pelo facto de ter caraterísticas tão especiais como a tração integral ou a altura livre ao solo de 20 cm.
Mecanicamente falando conta com um motor elétrico que debita 56 kW, 75 CV.

É alimentado por uma bateria de 10 kWh de capacidade que oferece um máximo de 200 km de autonomia. Opcionalmente pode-se triplicar a capacidade da bateria até aos 30 kWh e, nesse caso, a autonomia suplantará os 500 km. Com um sistema de carregamento de baixa potência, até 3,6 kW em corrente alterna, permite passar dos 10 para os 80% em apenas três horas.
Como já foi referido, o XBUS pode ser configurado com várias carroçarias, desde uma combinação chassis cabina até uma solução para o transporte de carga ou mesmo um pequeno autocarro. Pode ainda ser adquirido em formato cabrio ou pick-up. As soluções são várias, mas a versão Camper será uma das mais atrativas graças ao muito que é capaz de proporcionar num limite de espaço muito reduzido. Graças a um teto elevável e a uma secção traseira extensível, a habitabilidade está garantida.

Conta com cama, cozinha, lava-loiças e frigorífico. Tudo comprimido num espaço minímo. Para além disso, disponibiliza ainda um ecrã multimédia de 10,2″, conetividade para smartphones ou um teto solar. Na lista de opções encontramos elementos como o ar condicioonado, câmara de estacionamento, carregador rápido de 11 kW ou o pacote de baterias adicionais. Custa em Portugal a partir de 30 470 euros com tração dianteira e 32 744 euros para o tração integral.
As encomendas podem ser feitas em electricbrands.de e será redirecionado para um site em português com os parceiros que comercializam este modelo no nosso país.

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Volkswagen comemora os 70 anos da fábrica de Hannover

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A Volkswagen assinalou no dia 8 de março os 70 anos da sua fábrica de Hannover, uma das principais unidades de produção da Volkswagen Veículos Comerciais. Foi precisamente nesta fábrica alemã que, em 1956, começou a produção do lendário Volkswagen T1 Transporter, conhecido popularmente como “Pão de Forma”.

Atualmente considerada uma das fábricas automóveis mais modernas da Europa, a unidade prepara-se para atingir em 2026 a marca de 11 milhões de veículos produzidos. Segundo Oliver Blume, presidente do conselho de administração da Volkswagen AG, Hannover representa uma combinação entre tradição e inovação tecnológica, assumindo hoje um papel central na estratégia de mobilidade elétrica e autónoma do grupo.

A fábrica produz atualmente modelos como a Volkswagen Multivan (nas versões diesel e híbrida plug-in) e os elétricos Volkswagen ID. Buzz e Volkswagen ID. Buzz Cargo. Ao mesmo tempo, a unidade já iniciou a pré-produção de uma versão totalmente autónoma do ID. Buzz, cuja produção em série está prevista para 2027. Este modelo deverá tornar-se o primeiro veículo autónomo produzido em larga escala na Europa.


Além da aposta na mobilidade elétrica e autónoma, a Volkswagen está também a investir na sustentabilidade da fábrica. A estratégia inclui o uso exclusivo de eletricidade verde e uma central de cogeração a biomassa, com o objetivo de alcançar produção neutra em carbono até 2040.

A história da fábrica está intimamente ligada às várias gerações do Transporter, do T1 ao T6.1. Atualmente, a nova geração da gama assenta em três modelos principais: ID. Buzz, Multivan e Transporter/Caravelle. Só em 2025, o ID. Buzz registou um crescimento de vendas superior a 100%, enquanto a Multivan aumentou 31%.

Hoje, a fábrica de Hannover emprega cerca de 13 mil trabalhadores e ocupa uma área de aproximadamente 1,1 milhões de metros quadrados, mantendo-se como um dos pilares da produção da Volkswagen na Europa.

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Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter

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Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.

Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.

“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.

Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.

Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.

Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.

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