Fiat Scudo regressa à ribalta e substitui Talento – Motorguia
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Fiat Scudo regressa à ribalta e substitui Talento

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A Fiat Professional volta ao nome histórico do veículo produzido até 2016 na fábrica da Stellantis em Hordain, França, substituindo o Talento.



Trata-se de um veículo moderno e evoluído, agora feito com base na plataforma de furgões médios da Stellantis, e está disponível com um propulsor 100% eléctrico ou com motor Diesel. Torna-se, assim, no segundo veículo comercial da Fiat Professional também disponível em versão eléctrica, juntando-se ao E-Ducato, lançado em abril deste ano.

O manifesto para a abordagem sem compromissos do Scudo reside nas características da versão eléctrica, com a melhor autonomia do seu segmento, com até 330 km no ciclo WLTP, ideal para aqueles que trabalham na cidade e nos subúrbios.

A versão de zero emissões também apresenta uma flexibilidade única na perspectiva da missão do cliente através de dois tamanhos de bateria – 50 e 75 kWh, uma capacidade de carga em AC até 11 kW e até 100 kW em CC, para carregar a bateria de maior capacidade até 80% em apenas 45 minutos.

A capacidade de carga não sofre quaisquer alterações independentemente do tipo de propulsor e a carga útil coloca-o no centro do segmento: até 6,6 m3 de volume do compartimento de carga, carga útil superior a 1 tonelada, bem como uma capacidade de reboque de 1 tonelada.
As próprias dimensões são outro dos pontos fortes do modelo: a altura de 1,90 metros permite aceder com facilidade a unidades de armazenamento situadas em caves.

Combinada com um comprimento de 5 metros – e até 5,3 metros na versão Maxi. Está também disponível a versão exclusiva “S” que reúne todas as vantagens do Scudo em apenas 4,6 metros.
Os volumes de carga são 4,6, 5,3 ou 6,1 m3 dependendo da distância entre eixos e uma capacidade de carga máxima de 1,4 toneladas garantem capacidades sem compromissos no novo Scudo.

Juntamente com a versão eléctrica, equipada com um motor eléctrico de 100 kW (136 CV) – também estão disponíveis quatro motores Diesel: 1,5 litros em versões de 100 ou 120 CV, com transmissão manual de 6 velocidades; 2,0 litros de 145 CV com transmissão manual, ou automática de 8 velocidades e com 180 CV, igualmente acoplado com a eficiente transmissão automática de 8 velocidades.

 

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Megacamiões vão crescer em peso e comprimento em Portugal

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Os chamados gigaliners, também conhecidos como megacamiões, vão passar a circular em Portugal com dimensões significativamente superiores às atuais. O Governo decidiu rever o regime aplicável aos veículos euro-modulares, abrindo a porta à utilização de camiões mais compridos e mais pesados na rede rodoviária nacional, numa medida que aproxima a legislação portuguesa das regras já em vigor em Espanha.

A decisão está integrada no Plano Mobilidade 2.0, aprovado em Conselho de Ministros, e prevê a atualização dos limites máximos de comprimento e peso destes veículos. Com a revisão agora anunciada, os supercamiões poderão atingir até 32 metros de comprimento, um aumento de quase sete metros face ao limite atual, bem como um peso máximo de 72 toneladas, quando atualmente estão limitados a 60 toneladas.

Os gigaliners, que já são utilizados por várias empresas a operar em Portugal — desde o setor florestal até à indústria automóvel — têm hoje um comprimento máximo de 25,25 metros. A alteração permitirá aumentar a capacidade de transporte por viagem, reforçando a eficiência logística em diferentes setores da economia.

A revisão do regime contempla ainda a possibilidade de estes veículos efetuarem o transporte de matérias perigosas, como combustíveis, embora apenas em percursos previamente definidos. Um dos exemplos referidos pelo Governo é o abastecimento do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, atualmente dependente do transporte rodoviário de combustível devido à inexistência de um pipeline dedicado.

Segundo o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, o aeroporto é atualmente abastecido por cerca de 44 mil viagens anuais de camiões de combustível. Com a utilização de veículos de maior capacidade, esse número poderá ser reduzido para cerca de metade, aliviando a pressão sobre a infraestrutura, que continuará em funcionamento durante a próxima década.

O Executivo sublinha que esta medida tem como objetivo gerar ganhos de eficiência económica e ambiental, ao permitir transportar maiores volumes com menos viagens. A redução do número de deslocações contribui não só para a diminuição dos custos operacionais das empresas, mas também para a redução das emissões poluentes associadas ao consumo de combustível.

Outro dos argumentos apresentados pelo Governo prende-se com a necessidade de harmonizar a legislação portuguesa com a espanhola, eliminando limitações à circulação de gigaliners entre os dois países. Até agora, as diferenças regulamentares colocavam entraves à operação dos supercamiões espanhóis em Portugal e criavam desvantagens para os operadores nacionais em território espanhol.

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Comerciais

Scania lança campanha com condições especiais em peças essenciais

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A Scania anunciou a sua primeira campanha de serviços de 2026, centrada em componentes-chave para a operacionalidade e segurança de camiões e autocarros. A iniciativa abrange alternadores, motores de arranque e injetores, com condições comerciais especiais que incluem preços fechados e mão de obra incluída.

Sob o novo slogan “Original como no primeiro dia. Peças de reposição Scania a preços convincentes”, a marca reforça o seu posicionamento na qualidade e fiabilidade das peças originais, aliando desempenho técnico a uma proposta competitiva para os clientes profissionais.

A campanha decorre até 31 de março de 2026 e está disponível em toda a rede de oficinas Scania Ibérica. Para os alternadores e motores de arranque, a Scania oferece preços fixos com mão de obra incluída, garantindo maior transparência nos custos de manutenção. Já os injetores beneficiam de descontos exclusivos, tanto nas substituições realizadas em oficina como na aquisição de dispositivos anti-roubo de combustível.

Segundo a marca, os alternadores e motores de arranque Scania distinguem-se pelo elevado desempenho elétrico, tecnologia avançada e adaptação específica aos motores da marca, assegurando uma melhor proteção da bateria e dos sistemas eletrónicos, menor risco de avarias e uma eficiência energética superior. Os injetores originais garantem uma injeção de combustível precisa, maior durabilidade e proteção do motor contra danos e consumos excessivos.

Estas características contribuem para a redução dos custos operacionais e para a minimização de paragens imprevistas, fatores determinantes para a rentabilidade das frotas.

Esta campanha insere-se no novo conceito estratégico da marca para a área de serviços em 2026. O claim “Original como no primeiro dia. Peças de reposição Scania a preços convincentes” será o fio condutor das várias ações ao longo do ano, reforçando a aposta da Scania na excelência técnica, proximidade com o cliente e competitividade de preços.

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