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O Mustang europeu mais potente está aí
Já está disponível para encomenda aquela que é a versão mais potente do Ford Mustang para o mercado europeu, o Mach 1.
Equipado com um motor V8 a gasolina em alumínio com 5.0 litros de capacidade, este Mustang tem uma potência máxima de 460 cv às 7.250 rpm e um binário de 529 Nm às 4.900 rpm.
Partilhando alguns componentes com o Shelby GT350, tais como o radiador ou o sistema de injeção, este Mustang Mach 1 tem todo o pedigree que se espera do mais potente dos Mustang “europeus”.
Pode ser equipado com uma caixa manual de seis velocidades Tremec com duplo disco de embraiagem ou em opção uma caixa automática de dez relações desenvolvida pela própria Ford.
A aceleração dos 0 aos 100 km/h é feita em 4,4 segundos na versão com caixa automática ou em 4,8 segundos na versão de caixa manual. A velocidade máxima é de 267 km/h (caixa manual) ou de 249 km/h (caixa automática).
Para parar este Mustang ele conta com um sistema de travagem com pastilhas Brembo e para o “colar” ao chão ele está equipado com um conjunto de apêndices aerodinâmicos que lhe dão um downforce 22% superior ao do Mustang GT e ainda com uma suspensão MagneRide 2 controlada de forma eletrónica à qual se juntam umas molas e barra estabilizadora com maior rigidez desenvolvidas especificamente para o Mach 1.
Os bancos desportivos em pele, o logótipo Mach 1 acompanhado do número de produção no interior e as riscas negras no capot e nas laterais reforçam o seu caráter exclusivo e desportivo.
Este Mustang Mach 1 já está disponível no nosso mercado mediante encomenda e o seu preço começa nos 116.210 euros.
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O adeus à AC Schnitzer
A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.
Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.
Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”
O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.
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Mais radares de velocidade média
O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.
Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.
A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.
Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.
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