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Caddy camper é a mini California da Volkswagen

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Desde que a Caddy viu a luz do dia, em fevereiro deste ano, que a marca alemã já havia prometido várias surpresas, entre elas uma versão camper que anteriormente se chamava Beach e que agora passa a chamar-se California, seguindo a lógica da designação de caravanas da marca alemã.



Uma herança sem precedentes

Disponível em dois comprimentos de 4,50 e 4,85 m, esta California mini inclui um nível de equipamento muito completo e que está disponível nas duas opções, curta e longa. A única diferença é que a cama rebatível com colchão incluído que equipa a Caddy longa alcança os 1,98 m de comprimento por 1,07 m de largura, enquanto a carroçaria curta se conforma com um mais discreto.

Nos dois casos, esta camper propõe uma excelente alternativa em forma de tenda independente de grande superfície que é acoplada ao portão traseira de forma a que possamos estender a nossa “vivenda” uns valiosos metros extra.

Tal como acontece com outros veículos deste tipo, a mesa dos lugares traseiros desta nova VW Caddy California é opcional e totalmente desmontável e é sobre a mesma que se “arma” a cama que divide o habitáculo em dois níveis de altura para assegurar o descanso dos passageiros.

Na parte superior é onde se encontra a dita cama e é, sem dúvida, um local privilegiado graças ao teto panorâmico de 1,4 m2 que garante uma visão perfeito do céu. Debaixo da cama, há espaço de sobra para guardarmos os bens e produtos que levamos de viagem.

No interior encontramos várias cortina com um sistema de imans fixos, permitem fechar as janelas e garantir um nível de intimidade e isolamento extra. Nas janelas traseiras encontramos um sistema de armazenamento que permite acomodar objetos de até 5 kg de cada lado, enquanto nas dianteiras existem práticas cortinas mosquiteiras para aproveitarmos o ar mais fresco do exterior.

Mas, o que merece maior destaque é o móvel de cozinha de tamanho reduzido e que é muito engenhoso pois divide-se em duas partas, uma superior com placa de gás para cozinhar e uma inferior com espaço para um pequeno lava-loiças. Naturalmente há uma mesa e duas cadeiras guardadas num espaço debaixo da cama.

Só com Diesel

No capítulo mecânico, a Volkswagen Caddy California vai chegar ao mercado apenas com motor TDI mas com dois níveis de potencia, 75 e 122 CV, tração dianteira e caixa manual de seis velocidades. Existe a possibilidade de optar pela tração integral 4Motion.

Se a tudo isto juntarmos um nível de equipamento de última geração com conetividade para smartphones e ecrã de 10″ ou ainda assistente de condução com o Travel Assist, que funciona quase como um piloto automático em estrada. Este é um veículos estradista e ideal para as férias em confinamento e com distância social, mas também para umas férias pela Europa fora.

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Ford SuperVan do século XXI tem 2000 CV… elétricos

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A Ford abre hoje o primeiro capítulo da eletrificação da sua lendária série de Supervans, com a apresentação global da Ford Pro SuperVan Elétrica, dotada de superperformances, no Goodwood Festival of Speed 2022, no Reino Unido.



A Ford Pro SuperVan Elétrica utiliza todo o potencial deo desempenho da propulsão elétrica e da conectividade melhorada para alcançar a mais elevada performance de sempre de um furgão Ford, sublinhando o enorme empenho na eletrificação que a marca está a realizar.

Quatro motores elétricos, uma bateria com refrigeração líquida de 50 kWh e um sistema de controlo específico resultam numa potência de cerca de a 2.000 CV para uma aceleração de 0- 100 km/h inferior a dois segundos.

O desempenho de um chassis especificamente concebido para o efeito e apto a andar em pista, integrando componentes da recentemente apresentada E-Transit Custom – a primeira versão 100% elétrica do furgão mais vendido na Europa 2,3 – é complementado pela tecnologia Ford SYNC 4, com touchscreen integrado na cabina, herdada de modelos Ford de estrada, bem como funcionalidades adicionais para controlo das aptidões únicas da SuperVan Elétrica.

A primeira SuperVan da Ford foi revelada em 1971 e apresentava um motor em posição central, retirado do Ford GT40 vencedor de Le Mans, originando uma Transit Mk. 1 diferente de todas outras.

A fórmula foi elevada para outro patamar na SuperVan 2; uma versão em fibra de vidro da Transit Mk. 2 foi montada sobre a monocoque e o V8 Cosworth de 590 CV do carro de competição Ford C100. Este veículo renasceu mais tarde no facelift da Transit Mk.3 (SuperVan 3), equipado com um motor Cosworth HB de 650 CV utilizado pelos carros de Fórmula 1 da época.

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Opel reforça aposta no Vivaro-e HYDROGEN para longo curso

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O Opel Vivaro-e HYDROGEN é o comercial ligeiro ideal para os clientes de frotas que desejem cobrir longas distâncias ou necessitem de reabastecimentos feitos em poucos minutos.



Trata-se de um veículo elétrico com pilha de combustível de hidrogénio com bateria plug-in. A instalação da tecnologia é tão compacta que não compromete o espaço de carga, em comparação com as motorizações convencionais. A sua autonomia até aos 400 km (WLTP1) e o reabastecimento com hidrogénio demora apenas 3 minutos, aproximadamente o mesmo tempo necessário para atestar um veículo convencional com gasóleo ou gasolina.

O veículo oferece um volume de carga máximo de 6,1 metros cúbicos e uma carga útil de 1.000 kg, para além de uma capacidade de reboque de 1.000 kg. O Vivaro-e HYDROGEN está disponível em dois comprimentos L2 e L3 (4,95 m e 5,30 m) e já integra a frota da Miele, fabricante alemão de eletrodomésticos premium.

O princípio de funcionamento é simples: a partir de hidrogénio e ar, a pilha de combustível gera eletricidade para alimentar o motor elétrico. O único produto desta reação é vapor de água que sai pelo escape.
O conceito de pilha de combustível plug-in permite a integração de todo o sistema de pilha de combustível com o motor elétrico debaixo do capô. Além disso, a bateria do Vivaro-e BEV (veículo elétrico a bateria) é substituída por três depósitos de hidrogénio, de 700 bar, com uma capacidade de 4,4 kg.

A pilha de combustível de 45 kW pode gerar energia suficiente para trajetos mais longos de condução em autoestrada, enquanto a bateria de iões de lítio de 10,5 kWh, localizada sob os bancos dianteiros, proporciona uma potência dinâmica de pico sempre que necessário, por exemplo, nos arranques e em aceleração. Uma vez que a bateria cobre as necessidades energéticas nestas situações, a pilha de combustível pode operar em condições de funcionamento ideais.

O Vivaro-e HYDROGEN também possui travagem regenerativa, enquanto a capacidade plug-in permite recarregar a bateria externamente, se necessário, por exemplo, numa estação de carregamento, fornecendo 50 km de autonomia pura pela bateria elétrica. São de série o carregador trifásico (11 kW) e um cabo de carregamento de modo 2, presentes a bordo.
A Opel irá oferecer uma versão elétrica de cada modelo da gama de passageiros e comerciais até 2024.

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