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Como se proteger a si e à sua moto do Covid-19

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O regresso a uma vida o mais próximo do normal possível após o confinamento causado pelo vírus Covid-19 trouxe as motos de novo à estrada e também elas e tudo o que as envolve requer alguns cuidados especiais nestes tempos ainda dominados pelo novo Coronavirus.



Analisando as formas de transporte, rapidamente percebemos que andar de moto até é uma das formas mais seguras de fazer qualquer deslocação nestes tempos que exigem muito cuidado. É necessário usar capacete, o que no caso dos capacetes fechados é logo uma proteção. Convém utilizar luvas, o que também protege de eventuais contaminações através do tato e em viagem está assegurada uma boa distância de segurança para os demais, exceção feita para quem ande com pendura pois aí já exige cuidados acrescidos.

Assim vejamos algumas regras de higienização importantes para circular de moto de forma a minimizar o risco de contágio neste contexto de pandemia do vírus Covid-19:

1 – Higienize o capacete
sendo o elemento que está mais em contacto próximo com as vias respiratórias é determinante que esteja bem higienizado. Para tal pode limpá-lo com os já habituais produtos à base de álcool, mas apenas nas zonas exteriores deixando de lado a viseira pois pode haver danos na mesma. No caso da viseira utilize outro tipo de desinfetantes e se não souber o que utilizar recorra a água com sabão neutro que também é eficaz e não é agressivo para os materiais. Já o forro interior do capacete deve ser removido e lavado seguindo as indicações do fabricante. Toda esta limpeza deve ser feita garantindo que as próprias mãos foram bem lavadas antes de começar a limpar tudo.

2 – Cuide bem das luvas
Com as luvas calçadas é inevitável tocar em quase tudo não só na moto como fora dela enquanto as temos calçadas, como tal há um elevado risco de contágio. Portanto, convém também lavar corretamente as luvas com sabão neutro e desinfetá-las bem, garantindo que não são causados danos nas luvas impermeáveis ou de couro pois nesse caso devem ser utilizados produtos próprios para esse tipo de materiais. O interior das mesmas também não deve ser esquecido.

3 – Limpar a moto
Com todo o equipamento individual devidamente limpo e desinfetado cuidar da moto é o próximo passo e todos os elementos de contacto devem ser bem limpos. Os punhos, o banco, ou o depósito devem ser higienizados também com produtos desinfetantes que sendo eficazes não sejam nocivos para as superfícies.

 

Como deve calcular, se viajar com pendura também ele deve ter o equipamento bem limpo e desinfetado e não se esqueça de manter comportamentos adequados pois numa moto o pendura vai praticamente “colado” a quem vai aos comandos da moto.

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Como manter a bateria da moto em bom estado

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As baterias das motos são um elemento determinante para manter em boas condições pois delas depende se temos moto para arrancar ou não, seja para ir trabalhar ou para viajar. Sendo menores que as dos automóveis, as baterias de moto carregam menos e ao mesmo tempo têm uma menor capacidade de carga. Por isso merecem uma maior atenção.

Se a sua moto está muito tempo parada, se está equipada com um sistema de alarme ou se se aproxima o inverno, estação do ano particularmente penalizadora para as baterias, então fique atento a estes conselhos para que possa manter a bateria da sua moto em condições:

1 – Verifique regularmente o estado da bateria
Ganhe o hábito de ver o estado da bateria tal como vê a pressão dos pneus ou o nível do óleo. Não tem de ser com tanta frequência, mas pelo menos de seis em seis meses veja como se encontra a bateria.

2 – Garanta o bom estado dos terminais
Uns terminais, ou mais vulgarmente chamados bornes da bateria, em mau estado e oxidados além de dificultarem a passagem de corrente elétrica podem também dar origem a fugas de corrente. Por isso deve garantir que estes estão limpos e que permitem um bom contacto com as ligações da moto. Limpe-os bem com um dos vários produto em spray que se encontram no mercado e que além de limparem e retirarem a oxidação também facilitam a passagem de corrente elétrica.

3 – Mantenha o descanso isolado
Sempre que tenha a moto estacionada assegure-se que o descanso repousa sobre uma madeira ou uma borracha. Assim evita que o descanso sendo em metal e estando em contacto direto com o chão permita que hajam descargas de energia.

4 – Evite longos períodos de paragem
Tente evitar que a moto fique parada muito tempo sem andar. O ideal seria que pelo menos a moto andasse cinco quilómetros por dia, pois é o suficiente para evitar que a bateria descarregue. Se necessitar de parar a moto por um período longo superior a três semanas, então desligue os terminais da bateria, o que prolongará a sua carga por mais tempo. Não se esqueça de desligar primeiro o negativo e depois o positivo.

5 – Tenha cuidado com os acessórios
Se equipar a sua moto com muitos acessórios elétricos adicionais tenha especial atenção com a capacidade da mesma. Elementos como iluminação extra, alarmes, sistemas de navegação podem sobrecarregar a bateria. Portanto tenha o cuidado de analisar bem o aumento de consumo de energia e equipe a moto com uma bateria com capacidade par dar resposta a esses equipamentos.

6 – Carregadores inteligentes
Se prevê uma longa paragem da sua moto, em especial durante o inverno, o ideal é pensar em adquirir uma carregador de manutenção inteligente.
Existem vários modelos e marcas de carregadores que podem ser utilizados em baterias de ácido, lítio ou gel. Estes carregadores possuem diversas funções e deve observar isso no momento de adquirir este equipamento. Podem apenas carregar a bateria, podem também regenerar e recuperar e fazer manutenção de carga. No caso dos carregadores de manutenção de carga, estes estão ligados à bateria em permanência (através de uma ficha própria e fácil de ligar e desligar) e monitorizam a carga e repõem sempre que esta baixa de uma determinada voltagem, evitando a quebra de carga da bateria.
Veja um carregador deste tipo como um investimento que lhe evitará comprar baterias novas sempre que imobiliza a sua moto por períodos mais prolongados.

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Proteja-se bem na sua moto

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Andar de moto é uma realidade completamente diferente de andar de automóvel. O motociclista está muito mais exposto a toda a envolvente que o rodeia e consequentemente a todos os riscos que isso acarreta.



Legalmente o único equipamento obrigatório para circular de moto nas nossas estradas é o capacete, mas para andar em duas rodas de uma forma minimamente protegida é necessário muito mais que isso.

Portanto aqui lhe indicamos quais os equipamentos de proteção que o bom senso define como básicos para andar de moto e ter o mínimo de segurança caso o azar lhe bata à porta.

 

Luvas
Logo a seguir ao capacete é um dos elementos mais importantes para o motociclista. Em caso de queda o instinto dita que as mãos são as primeiras a sofrer por isso é determinante que circule com luvas. Estas devem proteger os pulsos, a palma da mão e os nós dos dedos. Certifique-se que quando colocadas ficam por cima do blusão não deixando nenhuma parte do braço junto ao pulso exposta.

 

Blusão
O blusão é fundamental, especialmente se tiver proteção de coluna pois pode fazer a diferença entre uma lesão grave incapacitante ou não. Além disso é o principal protetor dos membros superiores e deve ter proteções para os ombros e cotovelos. Se for em pele melhora a resistência à abrasão e ao mesmo tempo reduz a resistência à deslocação do ar o que favorece o conforto, o que também é importante.

 

Calças
Tal como o blusão, as calças são determinantes para proteger os membros inferiores e devem incluir proteções nos joelhos e na anca. Além disso as pernas são normalmente, em conjunto com as mãos, a parte do corpo que mais sofre numa queda devido ao potencial deslizamento no asfalto causando sérias queimaduras. Por isso as calças devem ser resistentes à abrasão. A título de exemplo umas calças de ganga demoram uns meros 0,4 segundos a rasgar enquanto deslizam no alcatrão.

 

Botas
Sempre que um motociclista pára a sua moto, os pés são a primeira coisa a garantir o equilíbrio, logo a sola das botas deve ser antiderrapante para não escorregar no contacto com o solo. Além disso também é importante que não deslize nas peseiras, seletor e travão da moto. Os tornozelos e o calcanhar são outros pontos sensíveis a lesões e portanto devem ter proteções nessas zonas.

 

Em todos os equipamentos o motociclista deve garantir que se adequam à época do ano em que circula (verão ou inverno) e assegurar-se que são confortáveis pois conduzir com desconforto reduz o foco na condução o que aumenta o risco e diminui a segurança.

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Como escolher o seu capacete de moto

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O capacete é um dos elementos mais importantes para a segurança do motociclista e como tal é imperativo fazer uma boa escolha. A reforçar a sua importância, de acordo com a lei atual, o capacete é o único elemento de segurança obrigatório para poder andar de moto.



Logo à partida deve apenas escolher um capacete que seja homologado. A maioria dos modelos comercializados são homologados e para confirmar se o capacete que tem nas mãos cumpre as normas de segurança vigentes basta procurar a etiqueta que indica que o capacete é aprovado pela norma ECE 22, a norma seguida em Portugal e no resto da Europa. Esta certificação indica que o modelo do capacete foi aprovado em vários testes de impacto e de resistência da presilha, por exemplo e que a marca monitoriza permanentemente a qualidade dos modelos produzidos.

 

Tipos de capacete
Ter um capacete homologado é determinante e é o primeiro parâmetro a considerar na escolha. Depois vem a escolha do tipo de capacete. Existem vários, sendo o mais comum e conhecido o capacete fechado que assegura uma boa proteção da cabeça e do rosto e que normalmente se adequa aos vários tipos de moto, desde scooters a trails.

Depois há o capacete aberto (ou por vezes denominado jet) que segue um estilo mais retro pois os primeiros capacetes que surgiram para os motociclistas eram abertos na face. Normalmente são usados por quem anda de scooter em cidade por ser um capacete mais pequeno e simples de transportar ou pelos fãs do universo custom que assim recuperam uma imagem vintage. Tem o prazer acrescido de aumentar a sensação de conduzir com o ar a bater na cara, o que reforça a sensação de liberdade, mas tem o grande revés de não proteger a cara ou o queixo em caso de queda.

Numa espécie de fusão entre os dois tipos já indicados temos o capacete modular que é a junção de um capacete fechado com um aberto pois a sua viseira inclui a proteção do queixo. Quando fechada ele encaixa na base e garante a proteção de um capacete fechado. Quando se abre a viseira ela sobe com a proteção do queixo e assegura o ar fresco na face como um capacete aberto.

Existem ainda modelos que se adequam a uma utilização da moto mais específica, como os de Motocross, que são especialmente desenvolvidos para proteger quem gosta de andar com a sua moto mais tempo fora de estrada do que no asfalto.

Um ajuste correto

Na compra do capacete experimente-o sempre para se assegurar que este tem um bom encaixe. Não pode ficar apertado senão irá magoar, particularmente nas viagens mais longas e não pode ficar largo pois isso significa que oscilará com a deslocação do ar e em caso de acidente o facto de estar largo pode ter consequências graves.

Portanto coloque o capacete, veja se este encaixa de forma confortável e abane a cabeça garantindo que este não se move. Fique com ele alguns minutos e depois retire-o. Veja se não foi difícil tirar e se não ficou com marcas de pressão na face. Não esquecer que se usar óculos deve experimentar o capacete com os óculos postos.

Esteja atento que as medidas do capacete (S, M, L, por exemplo) podem não ser muito lineares de marca para marca pois o desenho do forro pode ser diferente. Logo, um L numa marca pode corresponder ao M noutra, daí a importância de experimentar ao vivo e a cores o capacete que quer adquirir.

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