Os Lotus vão ser só elétricos – Motorguia
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Os Lotus vão ser só elétricos

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A Lotus prepara-se para uma das maiores mudanças no seu longo historial com mais de 70 anos dedicados à construção de modelos desportivos. No próximo ano será lançado o último modelo da marca com motor de combustão e a Lotus passará a dedicar-se em exclusivo ao desenvolvimento e construção de desportivos elétricos.



Com a revelação do hiperdesportivo Evija totalmente elétrico a Lotus já deixara antever como seria o futuro da marca. Mas a aposta não será só em modelos de edição limitada como o Evija do qual apenas serão construídas 130 unidades com cada uma a custar mais de 2,6 milhões de euros. Haverá outros modelo não tão exclusivos.

Seja como for assinale-se o facto da Lotus passar diretamente dos motores a combustão para a propulsão elétrica, abdicando do “passo intermédio” da propulsão híbrida, que os responsáveis da marca consideram como uma solução que não encaixa com os pergaminhos da marca que sempre se focaram no peso dos seus modelos como fator determinante. A luta para conseguir o menor peso possível é algo que as soluções híbridas dificultam bastante pela inclusão de um motor a combustão, outro elétrico e ainda as baterias, o que tornam o desafio do peso ainda mais complicado de solucionar.

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O adeus à AC Schnitzer

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A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.


Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.

Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”

O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.

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Mais radares de velocidade média

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O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.


Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.

A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.

Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.

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