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Os Lotus vão ser só elétricos
A Lotus prepara-se para uma das maiores mudanças no seu longo historial com mais de 70 anos dedicados à construção de modelos desportivos. No próximo ano será lançado o último modelo da marca com motor de combustão e a Lotus passará a dedicar-se em exclusivo ao desenvolvimento e construção de desportivos elétricos.
Com a revelação do hiperdesportivo Evija totalmente elétrico a Lotus já deixara antever como seria o futuro da marca. Mas a aposta não será só em modelos de edição limitada como o Evija do qual apenas serão construídas 130 unidades com cada uma a custar mais de 2,6 milhões de euros. Haverá outros modelo não tão exclusivos.
Seja como for assinale-se o facto da Lotus passar diretamente dos motores a combustão para a propulsão elétrica, abdicando do “passo intermédio” da propulsão híbrida, que os responsáveis da marca consideram como uma solução que não encaixa com os pergaminhos da marca que sempre se focaram no peso dos seus modelos como fator determinante. A luta para conseguir o menor peso possível é algo que as soluções híbridas dificultam bastante pela inclusão de um motor a combustão, outro elétrico e ainda as baterias, o que tornam o desafio do peso ainda mais complicado de solucionar.

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Chama-se Striker e será a nova aposta da Dacia
O novo modelo da Dacia, a Striker tem apresentação agendada para o dia 10 de março, mas a marca romena já divulgou um pequeno vídeo teaser para aguçar a curiosidade para o dia da revelação.
A Striker será o novo topo de gama da Dacia e parece que a aposta vai recair numa carrinha com ares de crossover, já que é maior e mais alta que o atual Jogger, por exemplo e ao mesmo tempo tem uma altura ao solo ligeiramente maior que uma carrinha “normal”. Tal como toda a gama Dacia, também a Striker deverá ter um preço muito competitivo quando chegar ao mercado.
A apresentação está prevista para o dia 10 de março, mas para já a Dacia partilhou um vídeo teaser onde podemos ver alguns pormenores da nova Striker:
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Crise no Médio Oriente pode trazer a Fórmula 1 para Portugal
A perigosa situação que se vive no Médio Oriente devido ao conflito dos Estados Unidos e Israel com o Irão poderá obrigar ao cancelamento das provas de Fórmula 1 no Bahrein e na Arábia Saudita e a solução para manter o calendário da competição poderá passar por Portugal.
A operação militar “Fúria Épica” desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão resultou num conflito que se estendeu aos países árabes vizinhos do Irão entre os quais o Bahrein e a Arábia Saudita que deveriam receber a Fórmula 1 no próximo mês de abril. A instabilidade na região e a incerteza quanto à duração desta crise leva os responsáveis da Federação Internacional do Automóvel (FIA), em conjunto com a proprietária dos direitos da Fórmula 1, a Liberty Media, a equacionarem o cancelamento destes dois Grandes Prémios e a sua substituição noutra localização. Neste contexto o Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, surge como uma forte solução pois, além de já estar no calendário de Fórmula 1 de 2027, ele tem a homologação máxima de Grau 1 da FIA e é um circuito muito bem visto tanto por pilotos como por equipas. A solução portuguesa surge como a mais rápida, simples e eficaz de concretizar pelo que é bem possível que venhamos a ter a Fórmula 1 em Portugal já em 2026.
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