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Os Lotus vão ser só elétricos
A Lotus prepara-se para uma das maiores mudanças no seu longo historial com mais de 70 anos dedicados à construção de modelos desportivos. No próximo ano será lançado o último modelo da marca com motor de combustão e a Lotus passará a dedicar-se em exclusivo ao desenvolvimento e construção de desportivos elétricos.
Com a revelação do hiperdesportivo Evija totalmente elétrico a Lotus já deixara antever como seria o futuro da marca. Mas a aposta não será só em modelos de edição limitada como o Evija do qual apenas serão construídas 130 unidades com cada uma a custar mais de 2,6 milhões de euros. Haverá outros modelo não tão exclusivos.
Seja como for assinale-se o facto da Lotus passar diretamente dos motores a combustão para a propulsão elétrica, abdicando do “passo intermédio” da propulsão híbrida, que os responsáveis da marca consideram como uma solução que não encaixa com os pergaminhos da marca que sempre se focaram no peso dos seus modelos como fator determinante. A luta para conseguir o menor peso possível é algo que as soluções híbridas dificultam bastante pela inclusão de um motor a combustão, outro elétrico e ainda as baterias, o que tornam o desafio do peso ainda mais complicado de solucionar.

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Certificação de clássicos pelo Museu do Caramulo
No próximo dia 23 de maio o Museu do Caramulo vai certificar modelos clássicos nas cidades de Chaves, Lisboa e Portalegre.
Como tem sido hábito nos últimos anos, o Museu do Caramulo vai realizar um conjunto de certificações de Veículos de Interesse Histórico em algumas oficinas no país. No dia 23 de maio os interessados poderão dirigir-se à Garagem Jorge Delgado em Chaves, ou no Concessionário C.Santos VP em Lisboa, ou ainda na Oficina Multiribeiro KIA em Portalegre. Para ver o seu modelo certificado basta fazer a sua marcação online aqui.
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Audi recriou o Auto Union Lucca de 1935
A Audi Tradition revelou em Itália a sua mais recente criação, ou recriação, o Auto Union Lucca de 1935, um modelo altamente aerodinâmico que bateu o recorde de velocidade nesse ano ao atingir os 326.975 km/h.
O Auto Union Lucca foi uma das armas que a a marca alemã desenvolveu na época de ouro do seu duelo com os flechas de prata da Mercedes-Benz nos anos 30 do século passado, no período que antecedeu a Segunda Guerra Mundial. Incrivelmente aerodinâmico e já testado em túnel de vento na altura, o Lucca tinha um coeficiente aerodinâmico de 0,43 o que para a época era um feito assinalável. Equipado com um motor de 16 cilindros em V turbocomprimido com 6.0 litros de cilindrada e alimentado por uma mistura de 50% de metanol, 40% de gasolina e 10% de tolueno, este Auto Union tinha uma potência de 500 cv. O seu peso ficava-se por apenas 980 kg.
Agora a Auto Tradition, divisão que trata dos clássicos da Audi, voltou a construir este Auto Union em parceria com os especialistas ingleses da Crosthwaite & Gardiner que praticamente construíram este Lucca totalmente à mão apenas baseados em desenhos técnicos e fotografias da época. Agora ao fim de três anos de construção ele foi apresentado em Itália e irá fazer uma volta na próxima edição do Goodwood Festival of Speed que terá lugar entre 9 e 12 de julho, onde então se poderá ver e, acima de tudo, ouvir esta incrível máquina de outrora so século passado.











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