Notícias
Portugueses elegem Toyota como a marca mais verde
Os leitores da revista Selecções dos Reader’s Digest elegeram a Toyota como a “Marca de Confiança Ambiente” com uma expressiva votação de 54% nesta iniciativa da conhecida publicação.
Este galardão mostra o crédito que a Toyota tem granjeado junto dos portugueses com uma boa imagem como marca verde, não apenas no sector automóvel como também noutras áreas da sua actividade. Para esta imagem muito tem ajudado o foco deste construtor nipónico na electrificação do automóvel, tendo lançado o seu primeiro modelo híbrido, o Prius, em 1997 e mantendo sempre um importante foco nesse tipo de modelos que levaram a uma gama actual com várias soluções alternativas nesse campo.
Considerando apenas a sua actividade na área automóvel então os portugueses dão uma clara vantagem à Toyota com 52,8% dos votos quando a marca eleita em segundo lugar apenas consegue 6%. Esta posição de primeira escolha “verde” na opinião dos leitores é algo que a marca japonesa já consegue há 11 anos consecutivos.
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Chama-se Striker e será a nova aposta da Dacia
O novo modelo da Dacia, a Striker tem apresentação agendada para o dia 10 de março, mas a marca romena já divulgou um pequeno vídeo teaser para aguçar a curiosidade para o dia da revelação.
A Striker será o novo topo de gama da Dacia e parece que a aposta vai recair numa carrinha com ares de crossover, já que é maior e mais alta que o atual Jogger, por exemplo e ao mesmo tempo tem uma altura ao solo ligeiramente maior que uma carrinha “normal”. Tal como toda a gama Dacia, também a Striker deverá ter um preço muito competitivo quando chegar ao mercado.
A apresentação está prevista para o dia 10 de março, mas para já a Dacia partilhou um vídeo teaser onde podemos ver alguns pormenores da nova Striker:
Notícias
Crise no Médio Oriente pode trazer a Fórmula 1 para Portugal
A perigosa situação que se vive no Médio Oriente devido ao conflito dos Estados Unidos e Israel com o Irão poderá obrigar ao cancelamento das provas de Fórmula 1 no Bahrein e na Arábia Saudita e a solução para manter o calendário da competição poderá passar por Portugal.
A operação militar “Fúria Épica” desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão resultou num conflito que se estendeu aos países árabes vizinhos do Irão entre os quais o Bahrein e a Arábia Saudita que deveriam receber a Fórmula 1 no próximo mês de abril. A instabilidade na região e a incerteza quanto à duração desta crise leva os responsáveis da Federação Internacional do Automóvel (FIA), em conjunto com a proprietária dos direitos da Fórmula 1, a Liberty Media, a equacionarem o cancelamento destes dois Grandes Prémios e a sua substituição noutra localização. Neste contexto o Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, surge como uma forte solução pois, além de já estar no calendário de Fórmula 1 de 2027, ele tem a homologação máxima de Grau 1 da FIA e é um circuito muito bem visto tanto por pilotos como por equipas. A solução portuguesa surge como a mais rápida, simples e eficaz de concretizar pelo que é bem possível que venhamos a ter a Fórmula 1 em Portugal já em 2026.
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