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10 dicas para cuidar do seu clássico

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Ter um automóvel clássico é algo que tem sempre uma forte carga emocional, ou porque foi um modelo que tem história na família ou porque é um sonho concretizado com esforço. Isso só por si já é justificação para que se cuide destes modelos com especial carinho, mas junta-se também o fator idade a obrigar a algumas atenções especiais. Por isso aqui ficam 10 dicas que o podem ajudar a manter o seu clássico em boas condições.



1 – Guarde o seu clássico
Se tiver possibilidade guarde o seu clássico numa garagem. Os modelos de outrora sofrem muito com as condições climatéricas tanto em termos de pintura como em termos estruturais por isso manter o seu clássico abrigado é determinante para a sua longevidade. Caso não possa, então assegure-se que tem uma capa para o proteger. É o mínimo para lhe dar alguma proteção extra.

2 – Ponha o carro a trabalhar
Parado um clássico também se estraga, por isso deve colocá-lo a trabalhar pelo menos uma vez de duas em duas semanas. Ligue-o e deixe o motor atingir a temperatura ideal. Se possível dê um passeio com ele. É importante para que todos os fluídos e peças móveis circulem e até para evitar que os pneus fiquem quadrados.

3 – Teste os travões
Regularmente veja o estado dos travões. Pressione o pedal de travão para verificar o estado do circuito dos travões. O tempo e as características corrosivas do óleo dos travões pode levar a que os tubos fiquem ressequidos e quebradiços, o que pode originar fugas.

4 – Não use o travão de mão
Quando estacionar o seu clássico não use o travão de mão. Engate uma mudança e se for necessário coloque calços nas rodas para o manter no sítio desejado. Muito tempo parado com o travão de mão engatado pode provocar uma tensão desnecessária no cabo do travão, levando a que gradualmente este perca eficácia.

5 – Desligue a bateria
Ainda falando de paragens prolongadas, é aconselhável que desligue a bateria, assim diminui o risco de esta descarregar completamente.

6 – Verifique os níveis
Assegure-se que os níveis de óleo, óleo de travão, líquido de refrigeração ou água do limpa para-brisas estão nos parâmetros aconselhados e se for necessário coloque o que estiver em falta.

7 – Esteja atento às luzes
O tempo também não é amigo das lâmpadas que tendem a amarelecer e a perder intensidade. Por isso verifique todas as luzes, mínimos, médios, máximos, piscas, faróis de nevoeiro, caso tenha, e luzes de matrícula. Tenha sempre um conjunto de lâmpadas suplentes pronto para o caso de alguma fundir.

8 – Utilize peças originais
Sempre que tiver de fazer alguma reparação no seu clássico tende dentro dos possíveis utilizar peças originais. Desta forma assegura que a montagem e encaixe é perfeito e ao mesmo tempo garante que o valor do seu clássico se mantém por continuar a ter a maior parte das peças originais da marca.

9 – Cuide da limpeza
Garanta que o seu clássico está bem limpo, tanto por fora como por dentro. Lave-o regularmente, de preferência à mão e aplicando cera no final e cuide também do habitáculo. Assim prolonga a vida da pintura e assegure-se que no interior não surgem odores menos desejáveis fruto da humidade, por exemplo, que depois são mais complexos de eliminar.

10 – Tenha um kit de emergência
Para minimizar algum dissabor ou azar que possa acontecer quando for passear com o seu clássico, tenha preparado um kit de emergência na bagageira composto por uns cabos de bateria, lâmpadas, um extintor, uma garrafa de água, uma bomba de ar, lâmpadas, luvas e uma caixa de primeiros socorros.

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5 sinais de problemas no alternador

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Nos veículos com motor a combustão o alternador é um componente determinante pois é ele que alimenta os vários sistemas elétricos do veículo quando este está em funcionamento. Por isso, iremos ver alguns sinais que o ajudarão a perceber que o alternador pode estar com problemas.



Quando aciona a ignição no seu automóvel a bateria dá o arranque inicial ao motor e a partir daí o fornecimento de energia passa a ser da responsabilidade do alternador. Este está posicionado junto ao motor e aproveita o movimento das rotações do mesmo para gerar eletricidade. Funciona como uma espécie de gerador que estando conectado mecanicamente ao motor através da correia (ou corrente) de distribuição utiliza o movimento desta para fazer girar o seu rotor e com esse movimento gerar eletricidade. Naturalmente, ele só cumpre essa função quando o motor está em funcionamento. A eletricidade que o alternador produz é que vai alimentar todos os sistemas elétricos do automóvel e também carregar a bateria.

Para melhor identificar eventuais problemas neste componente tão importante do seu carro aqui lhe deixamos alguns sinais de que algo pode não estar bem:

1 – Luz da bateria acesa

Quando a luz da bateria acende no painel de instrumentos, a dedução imediata é que algo se passa com a bateria, mas esta luz acesa pode indicar que algo em todo o sistema de carregamento da bateria pode estar com problemas, incluindo o alternador. Um alternador funciona normalmente com uma voltagem entre 12 e 14,5 volts, se este estiver com problemas e não estiver a produzir essa voltagem ou se estiver a produzir voltagem a mais é possível que isso leve ao acendimento da luz da bateria.

Claro que a luz da bateria acender pode mesmo indicar que esta está fraca ou até que já “encomendou a alma ao criador” e isso pode não significar que a bateria tenha chegado ao normal fim do seu ciclo de vida, mas sim que o alternador não tem capacidade para a carregar e esta está sempre a descarregar lentamente, mesmo com o automóvel em funcionamento.

Em qualquer dos casos o melhor é deslocar-se a uma oficina especializada e verificar o estado do alternador. É melhor isso do que ficar parado na estrada com o carro “morto”, no meio de uma viagem.

2 – Intensidade das luzes

Esteja atento à intensidade luminosa das luzes do seu automóvel. Se estas lhe parecerem mais fracas ou pelo contrário mais fortes isso pode estar relacionado com um problema no alternador em que ele pode estar a produzir eletricidade a menos (menos voltagem) ou a mais (mais voltagem como acima referido). As luzes “piscarem” ou oscilarem entre muito fracas e muito fortes ou uma lâmpada fundir-se também podem ser indicadores que algo está mal com o alternador.

3 – Mau funcionamento de alguns elementos elétricos

Além das luzes há outros elementos do carro que podem ser um aviso de que algo não está bem com o alternador. Os vidros elétricos, por exemplo podem indicar o estado do alternador. Se quando abre ou fecha o vidro este demora mais do que o habitual pode ser porque o alternador não está a dar a potência necessária ao motor elétrico que faz o vidro subir ou descer. Em modelos equipados com bancos aquecidos, se este sistema não funcionar pode ser uma falha do próprio sistema, mas também pode ser uma avaria no alternador.

4 – Sons e cheiros estranhos

Ruídos estranhos nunca são um bom sinal num automóvel. Alguns são pouco graves, mas outros podem indicar avarias mais complexas. Se ouvir ruídos metálicos de rolamento graves ou agudos vindos da zona do motor fique atento pois pode ser um desalinhamento da correia da distribuição com a polia do alternador ou problemas com o próprio alternador.

Os cheiros estranhos também são um mau sinal e neste caso se lhe cheirar a borracha ou a plástico queimado isso pode indicar que algum elemento do alternador está danificado. Um fio pode ser suficiente para causar maior resistência no alternador e consequentemente levar ao aquecimento de alguns elementos o que provoca um cheiro a queimado. Esteja atento!

5 – Falhas no arranque e após o arranque

Se está com problemas no arranque isso pode ser um problema de bateria, o que é mais comum, mas pode ser também problemas no alternador. Por um lado pode não estar a carregar corretamente a bateria e esta não tem capacidade para acionar o motor de arranque do carro, por outro lado o carro até pode começar a trabalhar, mas depois vai frequentemente abaixo então nesse caso é bem possível que seja mesmo o alternador que não está a funcionar como deve e não consegue assegurar as necessidades elétricas do automóvel.

Em qualquer uma destas situações em que algum destes sinais se manifeste, vá sempre a uma oficina especializada para que o problema seja corretamente diagnosticado e resolvido.

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Na manutenção do seu carro não se esqueça do ar condicionado

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Muitas vezes o sistema de ar condicionado do automóvel só é lembrado quando deixa de fazer frio ou quente dentro do habitáculo. No entanto, é importante que regularmente esteja atento e que faça a correta manutenção deste sistema para que tenha sempre um “bom ar” no seu carro.



Substituir o filtro do ar condicionado ou mudar o gás do sistema são tarefas que nem sempre estão na ordem de prioridades na manutenção do seu automóvel, mas deviam estar ao mesmo nível de uma mudança de óleo ou do filtro de combustível, por exemplo.

Manter a qualidade do ar no interior do seu veículo e assegurar uma boa manutenção do sistema de ar condicionado são determinantes para manter uma boa saúde a bordo e também para poder evitar despesas avultadas num eventual arranjo do ar condicionado. Vejamos alguns pontos importantes a ter em conta:

Troque o filtro do ar condicionado

Na manutenção de um veículo o filtro do ar condicionado não é uma peça que se possa considerar das mais caras, por isso deve trocá-lo sempre que possível. Em cada revisão veja o estado do filtro e se este estiver sujo troque-o sem hesitações. No filtro do ar condicionado acumulam-se poeiras, sujidade e até bactérias que podem inclusive gerar algumas infeções. Por isso para manter um ar saudável e com poucos “cheiros” troque o filtro do ar condicionado.

Não deixe o sistema parado muito tempo

Nas épocas mais “amenas” é normal que não haja tanta necessidade de utilizar o ar condicionado, no entanto é bom para todo o sistema que o ligue e coloque em funcionamento durante algum tempo. Em muitos sistemas o próprio gás do ar condicionado atua como lubrificante do compressor do sistema. Por isso é sempre bom colocar todos os elementos em funcionamento para evitar que estes fiquem ressequidos e quebradiços.

Mude o gás do ar condicionado

Normalmente só quando o sistema deixa de fazer frio ou quente é que recorremos a uma oficina da especialidade e recarregamos o gás do ar condicionado. No entanto não deveria ser assim. O ideal será recarregar o gás no máximo de quatro em quatro anos pois assim mantém as capacidades de lubrificação do gás no sistema, evitando dissabores maiores pela avaria mais séria e cara de algum dos componentes, nomeadamente do compressor. Além disso nas oficinas da especialidade pode sempre proceder também a uma limpeza das condutas de refrigeração do automóvel o que obviamente vai também melhorar a qualidade do ar.

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