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Morreram 10 pessoas e houve quase 3.000 acidentes durante Operação “Natal e Ano Novo”
A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou desde o dia 20 de dezembro e até ao final do dia 1 de janeiro de 2020 2.950 acidentes rodoviários, que resultaram em 10 vítimas mortais e 50 feridos graves.
No decurso da operação da GNR, que teve início a 20 de dezembro e que termina amanhã, a GNR fiscalizou 56.946 veículos até ao final do dia 1 de janeiro de 2020, tendo sido detetados 475 condutores com uma taxa de alcoolemia considerada crime, ou seja, igual ou superior a 1,2 g/l.
A GNR registou 8.266 casos de excesso de velocidade, 569 de utilização de telemóvel ao volante e 438 infrações por falta de uso de cintos de segurança e sistemas de retenção.
Durante a operação, os militares da Guarda Nacional Republicana estão a prestar particular atenção ao excesso de velocidade, manobras perigosas, ultrapassagens, mudança de direção e de cedência de passagem, uso do telemóvel durante a condução, não circulação na via mais à direita em autoestrada e itinerários principais e complementares e uso do cinto de segurança.
Já na contabilização total do ano, o número de vítimas mortais nas estradas portuguesas em 2019 reduziu 7% em relação ao ano de 2018, totalizando 472, mas os acidentes rodoviários e os feridos graves aumentaram, segundo dados revelados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).
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Luce, o primeiro Ferrari 100% elétrico já foi revelado
O Ferrari Luce já foi apresentado ao mundo e, independentemente do seu sucesso comercial, o facto de ser o primeiro modelo totalmente elétrico da marca italiana já faz com que ele tenha o seu lugar na história do construtor de Maranello.
O novo Ferrari Luce chega e promete ser o centro de muitas conversas, primeiro porque é um Ferrari, depois porque é o primeiro 100% elétrico da marca e por fim porque rompe com tudo o que já vimos da marca italiana.
Apresentado em Roma, Itália, na Vela di Calatrava, o Ferrari Luce é um modelo com mais de cinco metros de comprimento que tem ares de Grande Turismo e tem uma lotação de cinco lugares, uma estreia nos modelos de Maranello. O seu desenho tem a assinatura da LoveFrom que é liderada por Sir Jony Ive e Marc Newson, sendo o primeiro o criador do primeiro iPhone quando era o responsável pelo design da Apple.
A Ferrari apostou em desenvolver os principais componentes do Luce “em casa”, com tecnologia e produção própria, de forma a manter a sua independência, exclusividade e controlo de qualidade e isso resultou no registo de mais de 60 patentes neste Luce. Equipado com quatro motores elétricos este Ferrari tem uma potência combinada de 1050 cv e um binário de 990 Nm. O sistema elétrico é de 800 V e a bateria tem 122 kWh de capacidade. Com uma autonomia de 530 quilómetros o Luce acelera dos 0 aos 100 km/h nuns balísticos 2,5 segundos e dos 0 aos 200 km/h em 6,8 segundos tendo uma velocidade máxima de 310 km/h. Estes números são o resultado não apenas da potência e binário da solução motriz, mas também do trabalho aerodinâmico que foi feito e da contenção do peso que, apesar de ser de 2260 kg, resulta da adoção de soluções e materiais que advêm da experiência em competição da Ferrari.
O Ferrari Luce deverá começar a ser comercializado no próximo ano de 2027 e além do “título” de primeiro elétrico da Ferrari, ele também tem outro “título”… o de Ferrari de produção mais caro de sempre pois o seu preço deverá começar nos 550 mil euros.





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Nova plataforma da Stellantis dará para mais de 30 modelos
O grupo Stellantis revelou que irá ter uma nova plataforma denominada STLA One que virá substituir cinco plataformas já existentes e permitirá produzir 30 modelos das várias marcas que compõem o grupo.
Esta nova plataforma STLA One será lançada em 2027 e destina-se a modelos dos segmentos B, C e D. A modularidade do seu design permitirá ao grupo conseguir uma maior eficiência de custos, na ordem dos 20%, e servirá para mais de 30 modelos diferentes. O grupo estima que até 2035 serão utilizadas 2 milhões destas novas plataforma.
A STLA One vai ser a primeira que foi desenvolvida já para incorporar tecnologias tecnologia steer-by-wire, STLA Brain e STLA SmartCockpit e integra-se no plano da Stellantis para até 2030 ter metade do seu volume de vendas baseado apenas em três plataformas globais diferentes e que permitam uma reutilização de componentes na ordem dos 70%.
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