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O BMW M2 mais especial de todos
A BMW revelou imagens oficiais do novo BMW M2 CS, a versão mais apimentada do já bem desportivo M2. Posicionado acima do BMW M2 Competition, o M2 CS surge com uma potência máxima de 450 cv debitada pelo seu motor biturbo de seis cilindros em linha e 3.0 litros de cilindrada.
Com mais 40 cv de potência que o M2 Competition e com vários componentes em carbono que ajudam na redução do seu peso, como o capot, saia dianteira, spoiler, difusor traseiro ou o tejadilho, o M2 CS consegue uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em apenas 4,0 segundos. A caixa de velocidades pode ser de seis relações manual ou de dupla embraiagem com sete relações.
Além disso o M2 CS conta com o diferencial Active M e a suspensão adaptativa M que surge pela primeira vez num modelo M2. Os discos são idênticos aos do M2 Competition, uns M Compound, mas para os aficionados de umas visitas ao circuito mais próximo então podem optar por um conjunto de discos carbo-cerâmicos, opção que também é uma estreia no M2.
No interior o ambiente segue a mesma linha do exterior com muita garra e caráter desportivo. Os bancos M Competition são em pele e alcântara, material que também se estende ao volante, apoio de braço e no tablier.
Este que é o mais especial BMW M2, o CS, será mostrado ao público no próximo Salão Automóvel de Los Angeles e entrará em produção em Março estando previsto que no mercado germânico o seu preço ronde os 95.000€, o que muito provavelmente o colocará no nosso mercado com um preço acima dos seis dígitos.
A BMW revelou também a versão de pista deste modelo, o M2 CS Racing que se destina aqueles que têm uma presença mais assídua na competição e que deverá estar disponível a partir de meados de 2020.
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BMW já mostrou o novo X5
A quinta geração do BMW X5 está repleta de tecnologia, segue a nova linguagem estética da marca bávara e dentro da oferta de motorizações terá pela primeira vez uma versão totalmente elétrica e uma versão a hidrogénio.
A BMW acaba de revelar ao mundo o seu novo X5, um nome que marcou a entrada da marca no universo SUV em 1999 com o E53 e que desde então tem mantido um percurso de sucesso chegando agora à sua quinta geração.
Este X5 surge com umas linhas definidas pela nova abordagem estética Neue Klasse já vista no iX3 e também no futuro i3, nota-se bem que se trata de um modelo de grandes dimensões, basta comparar as suas linhas com as do iX3 e de imediato vemos maiores superfícies laterais, uma linha de cintura mais alta e um ar mais largo e robusto. O interior também é totalmente novo e oferece um ambiente altamente tecnológico onde se destaca a projeção de informação diretamente numa faixa inferior do para-brisas.
Outra das grandes novidades está na oferta de motorizações. Esta nova geração do X5 oferece cinco tipos de soluções que passam pelas “tradicionais” versões a gasolina, gasóleo e híbrida Plug-in, mas terá pela primeira vez uma opção totalmente elétrica, o iX5 e no futuro estará disponível também uma versão a hidrogénio desenvolvida em conjunto com a Toyota. Focando-nos na proposta elétrica iX5, esta surge com uma bateria de 141 kWh de capacidade e dois motores elétrico que em conjunto lhe dão uma potência combinada de 578 cv e um binário de 805 Nm. Esta versão iX5 60 xDrive tem uma autonomia de 845 quilómetros e em termos de prestações a sua aceleração dos 0 aos 100 km/h é de 4,6 segundos e a sua velocidade máxima está nos 210 km/h.
A produção do novo X5 começa já no próximo mês de agosto nos Estados Unidos, na unidade de Spartanburg e as versões a gasolina e a gasóleo deverão começar a ser comercializadas ainda este ano. Já os modelos híbridos Plug-in e totalmente elétricos só deverão chegar aos mercados no início de 2027. Nesse mesmo ano, mas mais para o final do mesmo está prevista a versão a hidrogénio.





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Chineses adoraram o Ferrari Luce
A Ferrari apresentou oficialmente o Luce na China e as 88 unidades destinadas ao mercado chinês esgotaram de imediato mostrando que os chineses adoraram este Ferrari elétrico que tanta discussão tem gerado.
Depois de ter sido revelado, o primeiro Ferrari 100% elétrico não foi nada consensual junto da opinião pública e muita discussão foi gerada em torno do Luce, em muitos casos pouco abonatória para a casa de Maranello. Contudo, além de ter boa procura por parte dos colecionadores, o que é compreensível e natural, o Luce foi muito bem recebido na China o que anima um pouco as expetativas.
Depois de ter sido apresentado, as 88 unidades numeradas esgotaram num ápice, sendo que cada modelo custa cerca de 515.000 euros (menos do que na Europa), o que é significativo, especialmente quando o mercado chinês de superdesportivos elétricos está cada vez mais difícil fruto das boas propostas das próprias marcas chinesas.
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