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Sete meses depois, Porsche reabre Nardo
Foram 35 milhões de euros e sete meses de espera para que as obras operadas no complexo de testes da Porsche em Nardo, Itália, ficassem concluídas.
Este avultado investimento serviu para a renovação de todo o asfalto, assim como para a aplicação de um sistema de proteção com rails desenvolvidos pela própria Porsche, especificamente para serem utilizados durante os testes de alta velocidade em Nardo.
Adquirido pela Porsche em 2012, o Nardo Technical Center engloba mais de 20 pistas e instalações, num complexo que ocupa uma área superior a 700 hectares. Aberto em 1975, destaca-se pelo seu circuito círcular com 12,6 quilómetros de extensão capaz de permitir testar os veículos nas condições mais extremas, sempre com o pedal mais à direita pressionado a fundo.
Apesar de ser propriedade da marca alemã, o circuito de Nardo é também utilizado por diversos fabricantes automóveis, tendo papel decisivo no futuro da indústria automóvel, nomeadamente no que toca ao comportamento dos automóveis elétricos e ao desenvolvimento de sistemas de assistência ao condutor.
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Lisboa tem novos autocarros para zonas históricas
A Carris mostrou os seus novos miniautocarros totalmente elétricos que irão circular nas zonas históricas da capital e que carinhosamente apelidou de “manjericos”.
Com um custo de cerca de três milhões de euros enquadrados pelo PRR, esta frota de 15 miniautocarros destina-se a melhorar o serviço da Carris nas zonas históricas da cidade, tradicionalmente complexas pelas características das suas ruas. Na apresentação destes novos “manjericos” que decorreu no Parque da Serafina, em Monsanto, esteve presente o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas. O autarca referiu que sensivelmente 48% dos autocarros da Carris ainda são modelos a gasóleo, número que já é menor do que os 70% que existiam em 2021 prevendo-se que “em 2030, já não teremos autocarros a gasóleo”.
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Polestar vai ter mais comandos físicos
A Polestar vai deixar de apostar totalmente num desenho simplista e “limpo” no interior dos seus modelos e seguir a opinião dos seus clientes, passando a adotar comandos físicos para algumas funções importantes, reduzindo a necessidade de uso do ecrã táctil.
Numa entrevista à britânica AutoCar, Michael Lohschellero, o administrador-delegado da Polestar, referiu que a marca está atenta à opinião dos seus clientes e vai repensar a sua abordagem, passando a adotar botões físicos para o controlo de algumas funções do automóvel sem ter de recorrer tanto aos ecrãs tácteis.
Esta mudança poderá verificar-se já na renovação do Polestar 3 com a adoção de mais comandos físicos e a redução da dependência dos ecrãs, algo que vai de encontro ao desejo dos utilizadores, mas que também segue as recomendações de várias entidades ligadas à segurança rodoviária e à regulação do sector automóvel.
A melhoria da segurança e da ergonomia nos dias de hoje passa por reduzir a ligação excessiva do condutor aos ecrãs tácteis e permitir que ele comande certas funções do automóvel sem ter de retirar a sua atenção da estrada e nesse sentido os botões físicos continuam a ser a solução mais segura e funcional.
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