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Volkswagen quer cortar custos nos elétricos
O Grupo Volkswagen tem em marcha um plano de desenvolvimento de veículos elétricos citadinos, mas com muitos desafios pela frente.
A liderar a ofensiva está a SEAT, que é a marca responsável pelo projeto dos citadinos elétricos do Grupo Volkswagen, desenvolvidos sob uma versão mais curta da plataforma Modular Electric Drive Toolkit (MEB), que dará origem a diversos modelos e derivações.
Neste caso, o objetivo é substituir os três citadinos do grupo: o VW Up, o Skoda Citigo e o Seat Mii. O problema é que os veículos elétricos não permitem manter o preço de comercialização que estamos habituados a ver nos veículos do segmento A movidos com motores de combustão. Para tentar colocar no mercado um citadino elétrico abaixo dos 20.000 euros, o Grupo VW planeia utilizar algumas soluções para cortar nos custos, nomeadamente através da utilização de uma menor quantidade de aço, plástico e tecido. Outras das soluções passa por dispor as baterias longitudinalmente sob o peso do veículo, garantido mais espaço para as baterias em caso de colisão.
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Lancia Delta fica para segundas núpcias
A Lancia parece ter desistido de lançar o novo Delta em 2028, como já havia sido avançado. Apesar de não ter feito nenhuma declaração sobre o assunto, na calendarização de modelos do Grupo Stellantis até 2030 o Delta não está contemplado.
Luca Napolitano, quando era CEO da Lancia, chegou a falar do alinhamento de três modelos da marca italiana com o Ypsilon, o Gamma e o Delta. Contudo este último não surge na apresentação da calendarização dos novos modelos previstos pelo Grupo Stellantis até 2030. Não quer dizer que o Lancia Delta esteja totalmente fora das cogitações, pois num plano a quatro anos muitas coisas mudam no mundo automóvel e também não houve uma declaração oficial sobre este modelo. No entanto, para já, não será tão cedo que o novo Delta verá a luz do dia e consequentemente não será fácil voltar a ver uma sigla “HF Integrale” a circular na estrada.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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