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Volkswagen quer cortar custos nos elétricos
O Grupo Volkswagen tem em marcha um plano de desenvolvimento de veículos elétricos citadinos, mas com muitos desafios pela frente.
A liderar a ofensiva está a SEAT, que é a marca responsável pelo projeto dos citadinos elétricos do Grupo Volkswagen, desenvolvidos sob uma versão mais curta da plataforma Modular Electric Drive Toolkit (MEB), que dará origem a diversos modelos e derivações.
Neste caso, o objetivo é substituir os três citadinos do grupo: o VW Up, o Skoda Citigo e o Seat Mii. O problema é que os veículos elétricos não permitem manter o preço de comercialização que estamos habituados a ver nos veículos do segmento A movidos com motores de combustão. Para tentar colocar no mercado um citadino elétrico abaixo dos 20.000 euros, o Grupo VW planeia utilizar algumas soluções para cortar nos custos, nomeadamente através da utilização de uma menor quantidade de aço, plástico e tecido. Outras das soluções passa por dispor as baterias longitudinalmente sob o peso do veículo, garantido mais espaço para as baterias em caso de colisão.
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2025 foi o segundo melhor ano da Autoeuropa
A fábrica da Volkswagen em Palmela produziu 240.400 modelos no ano de 2025, o que representa o segundo melhor ano da história da Autoeuropa, um feito importante ainda para mais na conjuntura atual da indústria automóvel.
Com 240.400 unidades do Volkswagen T-Roc produzidas, a fábrica da Autoeuropa registou o segundo melhor ano da sua história em termos de produção. Numa entrevista ao jornal Expresso, o diretor-geral da Autoeuropa, Thomas Hegel Gunther, referiu este número de unidades fabricadas em Palmela apenas foi superado pelo ano de 2019 quando saíram da linha de montagem 254.600 modelos.
Com todas as dificuldades, contratempos e incertezas por que passa a indústria automóvel europeia nos dias de hoje, conseguir este volume de produção é um feito assinalável que mostra bem a capacidade deste complexo industrial.
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Cuidado com os recall, dão chumbo na inspeção
Se a partir do dia 1 de março o seu carro tem um recall por fazer e vai à inspeção periódica sem essa situação regularizada, então isso vai fazer com que o veículo reprove na dita inspeção.
Uma recolha à assistência da marca automóvel ou como é mais vulgarmente chamada, um “recall” é algo que pode acontecer e a marca automóvel informa o proprietário que este tem de levar o carro à assistência para corrigir um problema de fabrico que entretanto foi detetado. Mas, em muitos casos o contacto com o proprietário falha e esse recall fica com a sua resolução pendente.
O Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) decretou que a partir de 1 de março veículos com um recall pendente reprovam na inspeção periódica obrigatória. Por isso é bom que antes de ir à inspeção com o seu carro saiba se este tem um recall pendente ou não. Pode fazê-lo de forma simples na base de dados disponibilizada pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP) que está nesta página denominada Recall. Aqui basta inserir a matrícula do seu veículo que de imediato fica a saber se este tem ou não uma ação de recolha pendente.
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