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Volkswagen quer cortar custos nos elétricos
O Grupo Volkswagen tem em marcha um plano de desenvolvimento de veículos elétricos citadinos, mas com muitos desafios pela frente.
A liderar a ofensiva está a SEAT, que é a marca responsável pelo projeto dos citadinos elétricos do Grupo Volkswagen, desenvolvidos sob uma versão mais curta da plataforma Modular Electric Drive Toolkit (MEB), que dará origem a diversos modelos e derivações.
Neste caso, o objetivo é substituir os três citadinos do grupo: o VW Up, o Skoda Citigo e o Seat Mii. O problema é que os veículos elétricos não permitem manter o preço de comercialização que estamos habituados a ver nos veículos do segmento A movidos com motores de combustão. Para tentar colocar no mercado um citadino elétrico abaixo dos 20.000 euros, o Grupo VW planeia utilizar algumas soluções para cortar nos custos, nomeadamente através da utilização de uma menor quantidade de aço, plástico e tecido. Outras das soluções passa por dispor as baterias longitudinalmente sob o peso do veículo, garantido mais espaço para as baterias em caso de colisão.
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Freelander está de regresso
O Freelander foi um dos primeiros SUV premium do mundo automóvel e ainda alguma veia de todo-o-terreno, o que fez dele um sucesso e abriu portas para um novo público na Land Rover. Agora passou a ser uma marca, fruto da ligação da Jaguar Land Rover à chinesa Chery.
Revelado ao público no no Salão de Pequim, o Freelander 8 é o primeiro modelo que surge da “nova marca” Freelander e a ideia será lançar mais cinco propostas dentro de cinco anos, fazendo com que a marca Freelander tenha seis modelos diferentes disponíveis no mercado.
Este Freelander 8 é um SUV elétrico e em termos estéticos não podemos deixar de notar a traseira que recupera o desenho dos pilares traseiros inclinados com uma janela triangular tal como acontecia no primeiro Frelander de 1997. Ainda pouco se sabe das características técnicas do Freelander 8, apenas que foi desenvolvido com base na plataforma da Chery dedicada a modelos elétricos e híbridos e que tem uma arquitetura de 800 V sendo que as baterias serão fornecidas pela CATL.



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Audi diz adeus ao A1 e ao Q2
A Audi despediu-se do A1 e do Q2, modelos que vão sair da gama da marca e que viram as últimas unidades saírem das respetivas fábricas onde são produzidos.
Dando passos em direção a uma estratégia mais virada para modelos premium de maiores dimensões, a Audi terminou a produção do A1 e do Q2. Tratam-se de dois modelos com alguns anos de comercialização e um bom registo de vendas, o A1 foi lançado em 2010 e ao fim de 16 anos vendeu 1.389.658 modelos ao passo que Q2 que “nasceu” em 2016 e após praticamente 10 anos vendeu 887,231 unidades.
Agora a fábrica de Ingolstadt, na Alemanha, onde era fabricado o Audi Q2 vai receber a produção do elétrico A2 e-Tron enquanto que a unidade de Martorell em Espanha onde o A1 era produzido vai passar a fabricar outros modelos do grupo como o Cupra Raval, o Skoda Epiq e ainda os Volkswagen ID Polo e Volkswagen ID Cross.
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