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ESCÂNDALO – VW vendeu ilegalmente milhares de veículos pré-série em vez de os destruir

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Os carros da marca alemã apresentavam diversos defeitos e nunca foram certificados para serem utilizados no dia-a-dia. Tratava-se de carros de testes que deveriam ter sido destruídos.

O jornal alemão Der Spiegel avançou hoje com a notícia sobre um novo escândalo na Volkswagen colocou no mercado os carros utilizados durante os testes de pré-produção. A VW vendeu 6700 carros de teste que não estavam certificados para uso na estrada. Os carros foram vendidos na última década na Europa e nos Estados Unidos a clientes que atualmente não fazem ideia que possuem um carro destes.

Depois do escândalo com o Dieselgate, a marca germânica volta a enfrentar problemas na sua gestão. Esta prática antecede até o Dieselgate. Segundo o Der Spiegel, a prática de despachar os “muletos” (gíria para os carros que servem exclusivamente para testes, seja de estrada ou de desporto) começou em 2006. Apenas a VW está abrangida, as outras marcas do grupo não adotaram esta prática. A VW preferiu enviar os carros, devidamente revistos, para outros países e para concessionários que nunca suspeitaram de nada.

Não existe qualquer documentação sobre os carros enviados para o mercado, nem sobre os eventuais defeitos encontrados durante os testes e como foram retificados.

O jornal alemão Handelsblatt confrontou o CEO da VW, Herbert Diess, que afirmou estar em curso neste momento um “Recall” de todos estes veículos para serem recomprados pela VW e reparados os danos aos clientes afetados por esta prática ilegal. Caso tenham sucedido acidentes graves que envolvam algumas destas unidades a Volkswagen enfrenta um problema de grandes dimensões. As investigações estão em curso…

 

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Volkswagen quer cortar custos nos elétricos

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O Grupo Volkswagen tem em marcha um plano de desenvolvimento de veículos elétricos citadinos, mas com muitos desafios pela frente.

A liderar a ofensiva está a SEAT, que é a marca responsável pelo projeto dos citadinos elétricos do Grupo Volkswagen, desenvolvidos sob uma versão mais curta da plataforma Modular Electric Drive Toolkit (MEB), que dará origem a diversos modelos e derivações.

Neste caso, o objetivo é substituir os três citadinos do grupo: o VW Up, o Skoda Citigo e o Seat Mii. O problema é que os veículos elétricos não permitem manter o preço de comercialização que estamos habituados a ver nos veículos do segmento A movidos com motores de combustão. Para tentar colocar no mercado um citadino elétrico abaixo dos 20.000 euros, o Grupo VW planeia utilizar algumas soluções para cortar nos custos, nomeadamente através da utilização de uma menor quantidade de aço, plástico e tecido. Outras das soluções passa por dispor as baterias longitudinalmente sob o peso do veículo, garantido mais espaço para as baterias em caso de colisão.

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PSA quer comprar a Jaguar e a Land Rover

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O português Carlos Tavares continua imparável na sua saga para tornar o Grupo PSA rentável e enorme.

Depois da aquisição da Opel, Carlos Tavares acaba de afirmar que a PSA está a pensar numa fusão com a Jaguar Land Rover, ou mesmo num processo de aquisição das marcas de origem inglesa e que atualmente estão nas mãos dos indianos da Tata Motors. A ideia do grupo francês é aumentar o seu portefólio de marcas premium, que atualmente conta apenas com a recentemente criada DS. Assim, nada melhor do que adquirir duas marcas com uma presença forte e que, segundo se diz, atravessam alguns problemas, até pela recentes quebras nos números de vendas.

No entanto, a tarefa não se afigura fácil, pois os responsáveis da Tata Motors já vieram a terreiro afirmar que a Jaguar Land Rover não está à venda e que não há qualquer fundamento nesses rumores.

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Xiaomi vai lançar SUV – A vida não são só telemóveis

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O gigante tecnológico chinês vai lançar um SUV e juntou-se com outro fabricante de automóveis da China para mexer com o mercado.

Em conjunto com a Bestune, a Xiaomi lançou seu primeiro veículo, e para não destoar da tendência apostou num SUV. A base do projeto é o Bestune T77 que será vendido como parte da submarca Redmi da Xiaomi.

As especificações do SUV da Xiaomi incluem um motor 1.2 turbo com 143 cv e caixa manual de seis velocidades. Tem 4,52 metros de comprimento, 1,84 m de largura e 1,61 m de altura, e pesa 1455 kg.

Segundo a revista Gizmochina, a diferença entre os carros vendidos com o logotipo da Bestune e os oferecidos pela Redmi são os acabamentos e também a central multimédia com o interface MIUI da Xiaomi e possibilidade que venha equipado com a inteligência artificial (também da autoria da marca chinesa de tecnologia) integrada no sistema multimédia.

O preço de cada unidade vai variar entre os 10.000 e os 12.000 euros… um negócio da China.

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