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O mais belo Jaguar de sempre regressa em 2020
Apelidado por Enzo Ferrari como o “mais belo automóvel do mundo”, o Jaguar E-Type continua a ser, ainda hoje, um automóvel com uma aparência sublime. Por isso, não é de estranhar que o projeto E-Type Zero, versão elétrica do carismático desportivo inglês, tenha sido tão bem acolhido pelo público.
Mas a notícia que todos queríamos ouvir chega agora. A Jaguar vai mesmo produzir o E-Type Zero, através do seu departamento de clássicos, e espera entregar as primeiras unidades em 2020.
Todo o processo de construção será realizado nas mesmas instalações de onde saem os outros E-Type restaurados, que até podem receberem também a propulsão elétrica, que partilha diversos elementos com o primeiro SUV elétrico da marca de Conventry, o I-Pace. Os motores de seis cilindros em linha, ou V12, dão lugar a uma bateria de cerca de 40 kWh, para que seja possível percorrer cerca de 170 km com cada carga completa. Como o sistema elétrico tem sensivelmente o mesmo dos motores de combustão usados originalmente, o E-Type Zero não precisa de grandes alterações estruturais e será até capaz de melhores prestações face ao original.
O exterior mantém-se fiel ao que conhecemos desde 1961 e o interior será apenas atualizado com o mais moderno sistema de infoentretenimento da Jaguar.

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Certificação de clássicos pelo Museu do Caramulo
No próximo dia 23 de maio o Museu do Caramulo vai certificar modelos clássicos nas cidades de Chaves, Lisboa e Portalegre.
Como tem sido hábito nos últimos anos, o Museu do Caramulo vai realizar um conjunto de certificações de Veículos de Interesse Histórico em algumas oficinas no país. No dia 23 de maio os interessados poderão dirigir-se à Garagem Jorge Delgado em Chaves, ou no Concessionário C.Santos VP em Lisboa, ou ainda na Oficina Multiribeiro KIA em Portalegre. Para ver o seu modelo certificado basta fazer a sua marcação online aqui.
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Audi recriou o Auto Union Lucca de 1935
A Audi Tradition revelou em Itália a sua mais recente criação, ou recriação, o Auto Union Lucca de 1935, um modelo altamente aerodinâmico que bateu o recorde de velocidade nesse ano ao atingir os 326.975 km/h.
O Auto Union Lucca foi uma das armas que a a marca alemã desenvolveu na época de ouro do seu duelo com os flechas de prata da Mercedes-Benz nos anos 30 do século passado, no período que antecedeu a Segunda Guerra Mundial. Incrivelmente aerodinâmico e já testado em túnel de vento na altura, o Lucca tinha um coeficiente aerodinâmico de 0,43 o que para a época era um feito assinalável. Equipado com um motor de 16 cilindros em V turbocomprimido com 6.0 litros de cilindrada e alimentado por uma mistura de 50% de metanol, 40% de gasolina e 10% de tolueno, este Auto Union tinha uma potência de 500 cv. O seu peso ficava-se por apenas 980 kg.
Agora a Auto Tradition, divisão que trata dos clássicos da Audi, voltou a construir este Auto Union em parceria com os especialistas ingleses da Crosthwaite & Gardiner que praticamente construíram este Lucca totalmente à mão apenas baseados em desenhos técnicos e fotografias da época. Agora ao fim de três anos de construção ele foi apresentado em Itália e irá fazer uma volta na próxima edição do Goodwood Festival of Speed que terá lugar entre 9 e 12 de julho, onde então se poderá ver e, acima de tudo, ouvir esta incrível máquina de outrora so século passado.











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