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O mais belo Jaguar de sempre regressa em 2020
Apelidado por Enzo Ferrari como o “mais belo automóvel do mundo”, o Jaguar E-Type continua a ser, ainda hoje, um automóvel com uma aparência sublime. Por isso, não é de estranhar que o projeto E-Type Zero, versão elétrica do carismático desportivo inglês, tenha sido tão bem acolhido pelo público.
Mas a notícia que todos queríamos ouvir chega agora. A Jaguar vai mesmo produzir o E-Type Zero, através do seu departamento de clássicos, e espera entregar as primeiras unidades em 2020.
Todo o processo de construção será realizado nas mesmas instalações de onde saem os outros E-Type restaurados, que até podem receberem também a propulsão elétrica, que partilha diversos elementos com o primeiro SUV elétrico da marca de Conventry, o I-Pace. Os motores de seis cilindros em linha, ou V12, dão lugar a uma bateria de cerca de 40 kWh, para que seja possível percorrer cerca de 170 km com cada carga completa. Como o sistema elétrico tem sensivelmente o mesmo dos motores de combustão usados originalmente, o E-Type Zero não precisa de grandes alterações estruturais e será até capaz de melhores prestações face ao original.
O exterior mantém-se fiel ao que conhecemos desde 1961 e o interior será apenas atualizado com o mais moderno sistema de infoentretenimento da Jaguar.

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Lisboa tem novos autocarros para zonas históricas
A Carris mostrou os seus novos miniautocarros totalmente elétricos que irão circular nas zonas históricas da capital e que carinhosamente apelidou de “manjericos”.
Com um custo de cerca de três milhões de euros enquadrados pelo PRR, esta frota de 15 miniautocarros destina-se a melhorar o serviço da Carris nas zonas históricas da cidade, tradicionalmente complexas pelas características das suas ruas. Na apresentação destes novos “manjericos” que decorreu no Parque da Serafina, em Monsanto, esteve presente o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas. O autarca referiu que sensivelmente 48% dos autocarros da Carris ainda são modelos a gasóleo, número que já é menor do que os 70% que existiam em 2021 prevendo-se que “em 2030, já não teremos autocarros a gasóleo”.
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Polestar vai ter mais comandos físicos
A Polestar vai deixar de apostar totalmente num desenho simplista e “limpo” no interior dos seus modelos e seguir a opinião dos seus clientes, passando a adotar comandos físicos para algumas funções importantes, reduzindo a necessidade de uso do ecrã táctil.
Numa entrevista à britânica AutoCar, Michael Lohschellero, o administrador-delegado da Polestar, referiu que a marca está atenta à opinião dos seus clientes e vai repensar a sua abordagem, passando a adotar botões físicos para o controlo de algumas funções do automóvel sem ter de recorrer tanto aos ecrãs tácteis.
Esta mudança poderá verificar-se já na renovação do Polestar 3 com a adoção de mais comandos físicos e a redução da dependência dos ecrãs, algo que vai de encontro ao desejo dos utilizadores, mas que também segue as recomendações de várias entidades ligadas à segurança rodoviária e à regulação do sector automóvel.
A melhoria da segurança e da ergonomia nos dias de hoje passa por reduzir a ligação excessiva do condutor aos ecrãs tácteis e permitir que ele comande certas funções do automóvel sem ter de retirar a sua atenção da estrada e nesse sentido os botões físicos continuam a ser a solução mais segura e funcional.
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