Petição pública contra o aumento do IUC – Motorguia
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Petição pública contra o aumento do IUC

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Foi criada uma petição pública que visa travar o aumento do IUC definido na proposta de orçamento de estado para 2024 e quase 200 mil pessoas já a assinaram.



Aquela que é uma das mais contestadas medidas que vai aumentar substancialmente o valor do IUC para modelos matriculados antes de 2007 tem gerado não só contestação como indignação pois estamos perante automóveis cuja maioria dos proprietários não tem a capacidade financeira para os trocar por modelos mais recentes.

Para tentar alterar este previsto aumento do IUC foi lançada a petição “Contra o aumento previsto do IUC para automóveis anteriores a 07-2007” que além de apresentar as razões da contestação também apresenta alternativas a esta solução como a isenção do IUC para modelos elétricos pois, como referem na alínea F da petição, “em grande parte, aqueles que adquirem veículos elétricos são empresas e indivíduos com maior capacidade financeira. Nesse sentido, não concordamos com a isenção de IUC para veículos elétricos. É inconcebível que um veículo com mais de duas décadas, como por exemplo um carro fabricado em 1995, que já não possui valor comercial significativo, seja obrigado a pagar IUC ou a enfrentar um aumento significativo para compensar os descontos nas ex-scuts, enquanto veículos que custam mais de 100 mil euros e têm uma potência de 1020cv estão isentos dessa taxa, como por exemplo um Tesla Model s Plaid. É importante notar que um veículo com 1020cv é classificado como um supercarro, e existem muitos outros veículos elétricos com 400cv e 500cv que também estão isentos do IUC em Portugal”.

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Páscoa negra nas estradas portuguesas

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A Operação Páscoa 2026 que foi levada a cabo pela Polícia de Segurança Pública e pela Guarda Nacional Republicana terminou com um saldo francamente negativo com o registo de 2.602 acidentes dos quais resultaram 20 vítimas mortais, 53 feridos graves e 843 feridos ligeiros.


Comparando os números da Operação Páscoa deste ano com os do ano passado verifica-se um número de mortos quatro vezes superior já que em 2025 foram registadas 5 vítimas mortais e este ano foram 20. O número de feridos graves foi ligeiramente mais elevado este ano com 53 este ano face a 50 no ano passado.

A forma como o número de vítimas aumentou de um ano para o outro é preocupante e o próprio Ministério da Administração Interna referiu em comunicado que “cada vida perdida nas estradas representa uma tragédia pessoal e uma família destruída. Nenhuma morte na estrada é aceitável. (…) É tempo de uma reflexão séria. Mais que isso, é tempo de agir. É o que faremos muito em breve com a apresentação de um pacote de medidas estratégicas, a médio e longo prazo, e outras mais imediatas. A segurança rodoviária não é uma responsabilidade isolada, exige um esforço e um compromisso de todos. Do Estado, das autarquias, das entidades públicas e privadas e de cada cidadão. A resposta a este flagelo tem de ser conjunta. O Governo e demais entidades públicas, nomeadamente as tuteladas pelo Ministério da Administração Interna – ANSR, GNR e PSP – continuam a desenvolver, de forma permanente, ações de sensibilização e fiscalização rodoviária. Porém, apesar do reforço da fiscalização no terreno e das campanhas de sensibilização promovidas pelas Forças de Segurança, e por outras entidades, apesar de termos hoje infraestruturas melhores e viaturas mais seguras, confirma-se a persistência de comportamentos de risco: condução sob efeito de álcool, excesso de velocidade e o uso indevido do telemóvel durante a condução. Significa que é preciso ir mais longe noutras matérias, que influenciem diretamente o comportamento do condutor, criando um ambiente rodoviário seguro. É isso que iremos fazer. Cumprir as regras, respeitar os outros utilizadores da via pública e adotar uma condução prudente são comportamentos indispensáveis. Nenhuma viagem vale uma vida”.

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Alpine A390 já pode ser encomendado e já tem preço

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O Alpine A390 é a segunda aposta totalmente elétrica da marca francesa a marca já divulgou os preços sendo que a versão base já pode ser encomendada.


Denominado como um “Sport Fastback” pela Alpine, o A390 é um cinco portas com um caráter desportivo, mas que garante a versatilidade de um modelo com uma lotação de cinco lugares. Este Alpine conta com três motores elétricos, tração integral e o sistema Alpine Active Vectoring Torque (AAVT) que faz a gestão do binário aplicado a cada uma das rodas de forma independente, o que maximiza a agilidade deste desportivo.

A gama começa com o A390 GT com 400 cv de potência e 650 Nm de binário o que lhe confere uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em 4,8 segundos. Alimentado por uma bateria fabricada em França com 89 kWh de capacidade, o A390 GT apresenta uma autonomia de até 557 quilómetros. Esta versão já está disponível para encomenda e o seu preço é de 67.500 euros. Um pouco mais tarde também poderá ser encomendada a versão mais potente A390 GTS com 470 cv de potência, um binário de 824 Nm e uma aceleração dos 0a aos 100 km/h em 3,9 segundos. Este A390 GTS terá um preço de 78.000 euros.

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