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Petição pública contra o aumento do IUC
Foi criada uma petição pública que visa travar o aumento do IUC definido na proposta de orçamento de estado para 2024 e quase 200 mil pessoas já a assinaram.
Aquela que é uma das mais contestadas medidas que vai aumentar substancialmente o valor do IUC para modelos matriculados antes de 2007 tem gerado não só contestação como indignação pois estamos perante automóveis cuja maioria dos proprietários não tem a capacidade financeira para os trocar por modelos mais recentes.
Para tentar alterar este previsto aumento do IUC foi lançada a petição “Contra o aumento previsto do IUC para automóveis anteriores a 07-2007” que além de apresentar as razões da contestação também apresenta alternativas a esta solução como a isenção do IUC para modelos elétricos pois, como referem na alínea F da petição, “em grande parte, aqueles que adquirem veículos elétricos são empresas e indivíduos com maior capacidade financeira. Nesse sentido, não concordamos com a isenção de IUC para veículos elétricos. É inconcebível que um veículo com mais de duas décadas, como por exemplo um carro fabricado em 1995, que já não possui valor comercial significativo, seja obrigado a pagar IUC ou a enfrentar um aumento significativo para compensar os descontos nas ex-scuts, enquanto veículos que custam mais de 100 mil euros e têm uma potência de 1020cv estão isentos dessa taxa, como por exemplo um Tesla Model s Plaid. É importante notar que um veículo com 1020cv é classificado como um supercarro, e existem muitos outros veículos elétricos com 400cv e 500cv que também estão isentos do IUC em Portugal”.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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“Fórmula Mágica” arranca hoje no Caramulo
O Museu do Caramulo abre hoje as portas ao público da sua exposição “Fórmula Mágica” dedicada aos monolugares da Fórmula 1, celebrando os 75 anos da categoria rainha do automobilismo.
Arranca hoje a exposição “Fórmula Mágica” que estará patente até ao dia 18 de outubro em dois pavilhões do complexo do Museu do Caramulo e os visitantes poderão ver ao vivo e a cores alguns dos modelos e objetos que fazem parte da história na Fórmula 1. Como grande destaque está o Lotus 97T com que Ayrton Senna conquistou a primeira vitória da sua carreira no circuito do Estoril em 1985, mas não é o único. Também poderão ser vistos o Ferrari F2005 de Michael Shumacher, o Williams FW14 de Nigel Mansell, o Lotus 100T de Nélson Piquet ou o Benetton B196 de Jean Alesi, entre outros.
Haverá ainda objetos expostos de vários pilotos como Juan Manuel Fangio, Gilles Villeneuve, Niki Lauda, James Hunt ou Alain Prost, por exemplo. A participação portuguesa na Fórmula 1 também marca presença com o Lotus 107B de Pedro Lamy e o Jordan EJ15 de Tiago Monteiro, o carro que deu a melhor classificação de sempre de um piloto português na Fórmula 1, um terceiro lugar em 2005 no Grande Prémio dos Estados Unidos. Além destes bólides, também estão expostos outros objetos destes dois pilotos e também de Nicha Cabral, o primeiro português na Fórmula 1 e de Pedro Matos Chaves.
A exposição segue o mesmo horário do museu, ou seja, está aberta de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 13h00 da parte da manhã e as 14h00 e as 18h00 da parte da tarde. O museu encerra à segunda-feira. O preço dos bilhetes é de 6€ dos 6 aos 15 anos, de 10€ para adultos e de 8,50€ para quem tenha mais de 65 anos. Para mais informações de bilheteira pode consultar a página do Museu do Caramulo aqui.
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